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The Hardys Ride High

Ano: 1939

Realizador: George B. Seitz

Actores principais: Lewis Stone, Mickey Rooney, Cecilia Parker

Duração: 81 min

Crítica: ‘The Hardys Ride High’ (em português ‘Hardys... Milionários!’) é o sexto dos dezasseis filmes da saga Andy Hardy, a mítica saga de entretenimento familiar e moralista que fez as delícias do público americano e ajudou a moldar o carácter de muitos jovens nas décadas de 1930 e 1940. Tanto quanto sei, EU SOU CINEMA é o único site de cinema português que abraçou a viagem pelas dezasseis aventuras da família Hardy. E assim sendo, o leitor pode enquadrar-se com este sexto filme recordando as críticas dos cinco filmes anteriores seguindo os respectivos links: ‘A Family Affair’ (1937)‘You're Only Young Once’ (1937)‘Judge Hardy's Children’ (1938), o fabuloso ‘Love Finds Andy Hardy’ (1938) e ‘Out West with the Hardys’ (1938).

Como escrevi na primeiríssima das críticas, a saga de Andy Hardy nunca foi, nem nunca será, uma saga de obras-primas atrás de obras-primas. Aliás, nunca foi esse o seu objectivo. Uma série televisiva antes de haver televisão, a saga destacou-se pela força dos seus valores e pela forma simpática e sincera como os transmitia, filme após filme, às famílias e principalmente aos jovens que os viram, e continuaram a ver com o passar das gerações. Mas acima de tudo, a saga destacou-se porque lentamente começou a centrar-se num fabuloso foco de luz chamado Mickey Rooney. Como Andy, o filho mais novo da família Hardy (tinha 17 anos aquando do primeiro filme), Rooney desabrochou como um dos melhores actores jovens, senão o melhor, da história do cinema, e naturalmente, e muito justamente, tomou conta da saga, oferecendo-nos os seus momentos mais memoráveis e o seu leve namoro com a genialidade.

"‘The Hardys Ride High’, o sexto dos dezasseis filmes da saga Andy Hardy (...) é um decisivo filme de charneira, entre a tradição inicial da saga e o mega-espectáculo Mickey Rooney que a saga em breve, muito em breve, se tornaria (...) É um filme de despedidas e novos começos que, não sendo propriamente das mais interessantes obras da saga, abriria as portas para os seus melhores anos.

Nesse sentido, ‘The Hardys Ride High’ é um decisivo filme de charneira, entre a tradição inicial da saga e, como escrevi na última crítica, o “mega-espectáculo Mickey Rooney que a saga em breve, muito em breve, se tornaria”. No final do terceiro filme, a fórmula moralista da saga – os casos de corrupção que o Juiz tinha de resolver, os problemas domésticos com que a mãe se deparava, os problemas amorosos de Marion, a filha mais velha, e as desventuras juvenis de Andy – já estava completamente batida. Mas a saga conseguiu dar a volta ao seu próprio marasmo com uma gigantesca classe. O quarto filme, 'Love Finds Andy Hardy’, ainda hoje o mais popular filme da saga, é muito mais do que uma obra moralista para a família. Esquecendo os casos de corrupção e cedo tirando de cena a mãe e a irmã, o filme centra-se quase exclusivamente em Andy e capitaliza na mágica energia criativa de Rooney, o definitivo ‘boy next door’, para se tornar uma hilariante bíblia do amor adolescente e, sem discussão, uma das melhores comédias românticas da história do cinema. 

Contudo, o quinto filme, ‘Out West With the Hardys’ fez duas grandes desfeitas ao espectador. A primeira é que reverteu para o mesmo modelo argumental dos três primeiros filmes, tornando-se uma enfadonha repetição. A segunda é que volta de novo a centrar-se na família e não quase exclusivamente em Andy. Não é que ‘Out West With the Hardys’ seja propriamente um mau filme de entretenimento moralista. Não é. Mas é-o visto na sequência dos quatro filmes anteriores porque não oferece absolutamente nada de novo. Pedia-se uma maior inventividade nesta fase, e principalmente pedia-se Rooney, muito mais Rooney.

O primeiro dos três filmes da saga que seriam lançados no ano dourado de 1939 (indubitavelmente o melhor ano da história do cinema americano), e realizado mais uma vez, como todos os anteriores, por George B. Seitz, ‘The Hardys Ride High’ é um filme de despedidas e novos começos que, não sendo propriamente das mais interessantes obras da saga, abriria as portas para os seus melhores anos. Para começar é o último dos dezasseis filmes que refere a família, e não especificamente Andy no título. E como consequência, é também o último filme que ainda perde algum tempo com outros membros da família (neste caso, surpreendentemente, com a tia Milly), e que, infelizmente, anda à volta de mais um caso de corrupção. Mas por outro lado, é realmente o primeiro filme em que vemos Andy a amadurecer, iniciando a sua passagem, que os filmes seguintes seriam exímios a retratar, de inconstante teenager a adulto. E isso é excelente.

"Como de costume, ‘The Hardys Ride High’  acaba por ser um “episódio” moralista, neste caso centrado numa ideia única: o dinheiro não trás felicidade (...) Mas por outro lado, é realmente o primeiro filme em que vemos Andy a amadurecer, iniciando a sua passagem, que os filmes seguintes seriam exímios a retratar, de inconstante teenager a adulto. E isso é excelente."

Como de costume, ‘The Hardys Ride High’  acaba por ser um “episódio” moralista, neste caso centrado numa ideia única: o dinheiro não trás felicidade. Logo na primeira cena, o filme estabelece esta linha argumental quando o Juiz Hardy (Lewis Stone sempre com classe e simpatia, e uma pitada de hesitação natural que dá humanidade à sua personagem) tem de resolver um caso de tribunal entre uma jovem mulher gastadora mas arrependida e um marido compreensivo. E pouco depois, o filme apresenta-nos o novo problema de Andy versando sobre a mesma temática.

Quando surge, aos cinco minutos de filme, a primeira coisa que ouvimos é o seu clássico gritinho excitado e logo o vemos a correr rua acima aperaltado com um equipamento de futebol americano (acabou de jogar a sua primeira partida pela equipa de liceu) que no corpo atarracado de Rooney fica obviamente caricato. Delicioso. Para um fã de Rooney, aquece logo o coração. Sujo e desgrenhado, corre direitinho para casa da sua namorada Polly (a sempre radiante Ann Rutherford – é uma enorme pena que a sua personagem nunca seja devidamente explorada) para se gabar do seu touchdown como um miudinho excitado. Mas o seu contraste é notório com o jovem que a está a visitar; bem vestido, empertigado e supostamente sofisticado, fumando e bebendo. A forma como Andy lhe dá um baile com a sua irreverência é parte integrante da sua magia, mas Polly não fica nada contente, acusando-o de não ter finesse nem ser um homem do mundo. Discutem e Andy vai para casa a matutar sobre essas palavras, dizendo: “How can I be a man of the world on a buck and a half a week?”...

Obviamente, a história central do filme também estará relacionada com dinheiro. Um advogado de Detroit informa o Juiz que poderá ser o herdeiro de uma gigantesca herança de 2 milhões de dólares, proveniente de um parente afastado. Para que seja convenientemente analisada a sua pretensão, ele pede para o Juiz viajar com ele para Detroit, e este, que como já se viu tem uma enorme dificuldade em ir aonde quer que seja sozinho, decide levar toda a família consigo. Claro que a viagem a Detroit funciona nos mesmos moldes que viagens anteriores a Catalina (segundo filme), Washington (terceiro) e ao rancho no Oeste (quinto). Para a mãe Emily (Fay Holden) por exemplo, é como se estivesse em casa, porque nunca a vemos fora da sala ou da cozinha. A viagem é mais uma desculpa para dar aos filhos novas personagens para interagir, mas principalmente para enfatizar o hino que a saga Hardy quer ser à Middle America, capitalizando na dicotomia entre os valores tradicionais e sinceros da pequena e humilde Carvel e a grande cidade repleta de tentações e pessoas desonestas.

"Claro que a viagem a Detroit funciona nos mesmos moldes que viagens anteriores a Catalina, Washington e ao rancho no Oeste. (...) É mais uma desculpa para dar aos filhos novas personagens para interagir, mas principalmente para enfatizar o hino que a saga Hardy quer ser à Middle America, capitalizando na dicotomia entre os valores tradicionais e sinceros da pequena e humilde Carvel e a grande cidade repleta de tentações e pessoas desonestas"

E nem despropósito, mal chegados a Detroit, conhecem Phil (John King), o jovem que poderá vir a ser deserdado se for provada a descendência do Juiz. Phil é aparentemente todo simpatias e não se importa até de sair da sua luxuosa mansão, que está em vias de perder, para que a família Hardy lá se instale. Mas na realidade Phil não é quem parece e não está disposto a perder tão facilmente a herança que acha sua por direito. Portanto, tenta fazer tudo e mais alguma coisa para desacreditar o Juiz, incluindo forjar provas, e utiliza o seu charme da alta sociedade para manipular Andy para os seus propósitos.

Em teoria, o filme prende-se na forma como a potencial herança e a vida luxuosa que têm em Detroit muda a forma de estar de toda a família, ou seja, como cada um reage à súbita mudança de estrato social e à iminente riqueza. Só esta mudança conceptual da estrutura psicológica do filme e das personagens relativamente aos anteriores é já de si uma bem-vinda novidade. Mas o problema é que na prática o filme tenta mais uma vez encaixar a batida fórmula da saga nesta história. A família já tinha vivido num hotel luxuoso com as despesas pagas e Marion já havia sido influenciada por falsos amigos da alta sociedade no terceiro filme ‘Judge Hardy’s Children’. Mas desta vez, felizmente, o filme tem discernimento suficiente para perceber que precisa de pormenores frescos para se tornar mais apelativo e interessante.

A primeira coisa que faz é, tal como em 'Love Finds Andy Hardy’, deixar Emily e Marion num plano secundaríssimo em quase toda a história, para que Andy possa ter mais tempo de antena. Realmente, o pouco que Marion faz é comprar um excessivamente caro vestido a crédito, mas logo se arrepende quando o Juiz a confronta com a sua acção. E o filme até tem a categoria suficiente para evitar um novo romance de Marion que parecia praticamente iminente para quem a viu a apaixonar-se por jovens diferentes em todos os filmes (ufa, ainda bem!). Mas a grande novidade de ‘The Hardys Ride High’ é o surpreendente pequeno arco spin-off que é dado à personagem da Tia Milly (Sara Haden), que finalmente desabrocha, rebelando-se da sua condição apática de solteirona que eu já havia criticado em filmes anteriores (e provavelmente os críticos da altura haviam feito o mesmo). “I wanna cut loose, I want to do things and see things before I get too old” diz, e uma transformação opera-se na confiança da sua personagem, principalmente quando um homem que conhece no avião mostra interesse nela. Na única oportunidade em toda a saga em que tem espaço para brilhar, Haden corresponde, mas embora este seja um bem-vindo acrescento à sua personagem, é também desapontante que os filmes seguintes se esqueçam desta sua pequena aventura ao Sol.

"O filme tem discernimento suficiente para perceber que precisa de pormenores frescos (... ) A grande novidade é o surpreendente pequeno arco spin-off da Tia Milly (...) Mas como aconteceria daqui em diante, centra-se sobretudo no Juiz e em Andy (...) Rooney continua a interpretá-lo com uma enorme exuberância, absolutamente deliciosa (...) e diverte-nos constantemente com as suas expressões faciais e os seus inúmeros one-liners"

Mas como aconteceria daqui em diante na saga, ‘The Hardys Ride High’ centra-se sobretudo no Juiz e em Andy, que interagem repetidas vezes ao longo do filme (como na semi-hilariante, semi-moralista cena do pequeno almoço – destaque também para o mordomo interpretado pelo mítico Halliwell Hobbes). O Juiz vai passando pelos trâmites habituais com a placidez que o caracteriza, suportando honestamente a sua pretensão à herança mas caindo nas teias da fraude que pode deitar tudo a perder e até o levar à prisão. É um conceito que já enjoa e que nenhum espectador por esta altura da saga seriamente acredita ser uma ameaça.

Enquanto isso Andy, que passa metade do filme em êxtase com o seu novo estatuto, auto-intitulando-se “Andy Hardy, millionaire playboy”, está claramente a crescer e a começar a pensar como um jovem adulto, o que é óptimo. E Rooney continua a interpretá-lo com uma enorme exuberância, absolutamente deliciosa, o que é ainda melhor. A cena do clube nocturno, aonde vai a convite de Phil, é a melhor de todas. Andy está hilariante primeiro ao inventar uma história absurda sobre a sua própria família, depois ao ser seduzido por uma corista interpretada por Virginia Grey (a mando de Phil, que quer “desgraçar” Andy) e por fim no apartamento dela, quando descobre mesmo a tempo que afinal não é tão sofisticado nem tão adulto como pensa. Aqui como no resto do filme Rooney diverte-nos constantemente com as suas expressões faciais e os seus inúmeros one-liners. O melhor: “Married? What I want to get married for? Make one woman miserable when I can stay single and make a lot of them happy”!

A desvantagem é que, através de Andy, o filme insiste constantemente, e de uma forma muito directa, numa moral de 'não se deve beber', 'não se deve fumar', 'há coisas que não são para jovens'. No final Andy diz ao pai “As for the cigarettes well I won’t touch them until I am at least 18, and liquor I won’t touch until I am 21, and as for chorus girls I’ll be a middle aged business man before I forget how scared I was”. Para os jovens estas manobras morais até poderão resultar, mas para um adulto soam inevitavelmente forçadas, embora é preciso notar que não estão minimamente datadas (o grande trunfo da saga) e no fundo são dadas com a classe característica do cinema clássico, que a naturalidade de Rooney torna ainda melhor. Tomara que todas as morais dos filmes para jovens desde então fossem assim tão consistentes e eficazes.

"A desvantagem é que, através de Andy, o filme insiste constantemente, e de uma forma muito directa, numa moral de 'não se deve beber', 'não se deve fumar', 'há coisas que não são para jovens' (...) Para os jovens estas manobras morais até poderão resultar, mas para um adulto soam inevitavelmente forçadas, embora é preciso notar que não estão minimamente datadas (...) e no fundo são dadas com a classe característica do cinema clássico"

No final, com a clássica ajudinha não intencional de Andy, o Juiz lá vai arranjar uma solução para os seus problemas, enquanto cada membro da família vai perceber quem são os verdadeiros amigos e quem são apenas os interesseiros, e vai ter a sua própria lição de humildade relativamente à forma como reagiu à perspectiva de ser milionário. Na realidade, todos ficam realmente aliviados quando se descobre que afinal o Juiz não é o verdadeiro herdeiro, e Emily até diz que não seriam verdadeiramente a família Hardy com ele. Nós concordamos.

Porque independentemente da solução final há coisas que são muito mais importantes. Por isso é que este filme, ao contrário dos outros, tem o bom gosto de resolver o seu caso, não no final, mas a vinte minutos do filme acabar, embora para o fazer seja algo preguiçoso, deixando por exemplo passar em claro a punição que Phil deveria ter. Mas suponho que deixe isso de parte porque a família Hardy é que interessa, e assim o filme tem tempo para a clássica conversa de expurgação pai-filho que constitui um dos baluartes desta saga, para fechar o arco da tia Milly, e para que a habitual cena final em que Polly e Andy fazem as pazes possa durar um bocadinho mais tempo do que é habitual. O destaque é que pela primeira vez Andy não vem arrependido, mas um pouquinho mais manhoso, mais confiante e mais maduro, usando o que aprendeu em seu favor, embora sem perder a chama da sua jovialidade.

Tudo somado, ‘The Hardys Ride High’ acaba por ser mais uma aventura tão boa, leve, divertida e moralista como as restantes entradas menos conseguidas da saga, que peca por não ter grandes picos de interesse nem momentos que perdurem na memória do espectador. O grande mal, parece-me, é que a história atravessa o filme de uma ponta à outra com uma grande monotonia temática e não há elementos exteriores (talvez a sequência no clube nocturno seja a excepção) para ajudar a dar adereços quer de comédia, quer de apelo visual à estrutura habitual da trama. O filme anterior no Oeste tinha o próprio glamour da localização. Este desenrola-se quase sempre em interiores e nota-se que já está bem acomodado à ideia de que se não disser tudo agora, haverá em breve um próximo “episódio” que o diga.

Mas no geral, o filme flui bem porque a sua moral é clara e sincera e está bem entrosada na história (sem dúvida um bom produto para um pré-adolescente, ainda hoje). E mesmo focado sempre no mesmo tema, o filme acaba por não ser chato nem repetitivo como alguns dos anteriores, principalmente porque as personagens, ou pelo menos algumas delas, evoluem; especialmente aquela que mais interessa: Andy.

"The Hardys Ride High’ peca por não ter grandes picos de interesse nem momentos que perdurem na memória do espectador (...) Mas no geral, o filme flui bem porque a sua moral é clara e sincera e está bem entrosada na história (...) e porque as personagens evoluem; especialmente aquela que mais interessa: Andy. E é mais uma vez isso que recordamos: este Andy, este Rooney. O filme não é o melhor, mas ele é, cena após cena após cena"

E é mais uma vez isso que recordamos: este Andy, este Rooney. O filme não é o melhor, mas ele é, cena após cena após cena, naquele que foi o melhor ano da sua carreira. Para além dos três filmes da saga Hardy, faria mais dois, ‘The Adventures of Huckleberry Finn’, no qual obviamente detém o papel principal, e claro, o mítico ‘Babes in Arms’ com Judy Garland, que lhe valeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Actor (aos 19 anos de idade) e um Óscar Juvenil Honorário (uma prática que a Academia teve nas décadas de 1930 e 1940). E como se não bastasse, ultrapassou Shirley Temple como a maior atracção de bilheteira (ou seja, a estrela cujos filmes mais dinheiro renderam nesse ano), uma posição que ainda manteria no ano seguinte.

Podia ficar aqui até depois de amanhã a louvar a magia de Rooney mas Frank Nugent, o crítico de cinema do ‘The New York Times’ em 1939 já fez a mais perfeita descrição que se pode fazer, relativamente à sua interpretação em ‘The Hardys Ride High’:

"[W]here the Hardys ride, you must know, in the inconceivable circumstance that you don't know already, there rides Mickey Rooney, the Lord help us all. That gnomish prodigy, that half-human, half-goblin man-child, who is as old in cinema ways as Wallace Beery and twice as cute, inexorably dominates the Hardy series, as Pearl White used to dominate The Perils of Pauline. [The plot is] an excuse for a cinematic solo by Master Rooney. Mickey in a top hat, trying with the most successful non-success to be a man of the world; Mickey turning down cigarettes and strong drink, fleeing madly from the blandishments of a chorus girl; Mickey being a little man at last and admitting with a catch in his voice that honesty is better than millions...These are the high spots of The Hardys Ride High, and if they leave you in low spirits, you must be pretty low yourself. A veritable beast in human form.” 

Nem mais. Rooney/Andy voltaria poucos meses depois para o Hardy número 7: ‘Andy Hardy Gets Spring Fever’, para tornar definitivamente sua esta saga.

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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