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The Boss Baby

Ano: 2017

Realizador: Tom McGrath

Actores principais (voz): Alec Baldwin, Steve Buscemi, Jimmy Kimmel

Duração: 97 min

Crítica: Todos os leitores desta página sabem do meu fascínio pelo cinema de animação. Mas de todos os estúdios de animação americanos, o Dreamworks Animation é aquele do qual tenho menos filmes em dia. Se os restantes estúdios principais – a Disney, a Pixar, o Blue Sky, a Illumination e a Sony – lançam um filme por ano ou cada ano e meio; e portanto é fácil ir acompanhando, a Dreamworks Animation lança dois, por vezes três filmes por ano, o que se torna menos fácil. E enquanto os filmes dos outros estúdios são grandes estreias, fortemente promovidas, os filmes da Dreamworks por vezes parece que vêm e vão, sem que os media, os espectadores e o próprio estúdio lhes dêem grande importância.

Provavelmente, isto é causado pelo facto do estúdio não depender exclusivamente dos seus filmes de animação para sobreviver. Como parte da Dreamworks (a produtora criada pelos gurus Steven Spielberg, Jeffrey Katzenberg e David Geffen), este departamento de animação tem os recursos financeiros para produzir vários filmes por ano e ficar inteiramente satisfeito com os lucros razoáveis, mas não astronómicos, que vai tendo. De facto, enquanto filmes como ‘Frozen’ e ‘Zootopia’ (da Disney), ‘Minions’ e ‘Despicable Me 3’ (da Illumination) ou ‘Finding Dory’ e ‘Toy Story 3’ (da Pixar) passaram todos, em anos recentes, a barreira do bilião de dólares na bilheteira, a Dreamworks Animation apenas teve um filme, desde 2010, que fez mais de 650 milhões (‘Madagascar 3’, 2012). Isto apesar de ter sido o estúdio que lançou mais filmes nesse período: uns incríveis quinze!

"Sem dúvida que é uma boa comédia familiar, que se desenrola de uma forma ritmada e com uma animação bem trabalhada. E sem dúvida que funciona para vários escalões etários e tem uma moral interessante (...). Mas apesar do começo forte e cheio de promessas, fica sempre a sensação de que o filme nunca explora devidamente o seu potencial, e algures a meio perde o fio à meada"

Destes, os mais rentáveis foram sempre as sequelas das suas obras mais populares (‘Kung Fu Panda’, ‘How to Train Your Dragon’), enquanto os seus filmes originais como ‘Rise of the Guardians’ (2012), ‘Turbo’ (2013), ‘Mr. Peabody and Sherman’ (2014), ‘Home’ (2015) ou ‘Trolls’ (2016) tiveram performances de bilheteira comparativamente baixas e foram maioritariamente esquecidos pela crítica e pelo público pouco depois das suas estreias. Por estes motivos, muitos destes filmes passaram-me ao lado, mas o que vi até agora faz-me concordar com esta tendência da bilheteira. Ainda recentemente vi ‘The Croods’ (2013) e achei-o um filme fraco e rotineiro, com personagens pouco trabalhadas e um argumento pontilhado de lugares comuns. Mas desde que ‘The Boss Baby’ foi anunciado eu, sinceramente, pensei que podia estar aqui o filme para inverter esta tendência recente do estúdio.

Realizado por Tom McGrath, que tem no currículo a trilogia de ‘Madagascar’ (2005, 2008, 2012) e ‘Megamind’ (2010), ‘The Boss Baby’, o primeiro dos dois filmes que a Dreamworks já lançou em 2017 (o outro foi ‘Captain Underpants: The First Epic Movie’), prometia desde o primeiro trailer. Sem dúvida, o trailer era hilariante, especialmente para jovens pais como é o meu caso. Já há muitos anos que não tinha tanta vontade de ir ver um filme da Dreamworks ao cinema e por isso fiquei extremamente decepcionado quando não o pude fazer. E não o pude porque Portugal não teve uma única exibição em língua original. Depois daquele trailer, era para mim impossível conceber ver o filme sem a voz original de Alec Baldwin como o bebé. Isso mesmo escrevi no site oficial da Dreamworks, anunciando que, por esses motivos, não iria ver o filme no grande ecrã. Apesar de ter tido “likes” no meu comentário de pessoas de todo o mundo (provavelmente na mesma situação), da própria Dreamworks não obtive qualquer resposta…

E foi assim que tive de esperar pela saída do filme no mercado caseiro para poder comprovar se realmente esta era a grande obra do estúdio da última década. Mas agora que vi o filme fico hesitante em dizer que sim. Sem dúvida que ‘The Boss Baby’ é uma boa comédia familiar, que se desenrola de uma forma ritmada e com uma animação bem trabalhada. E sem dúvida que funciona para vários escalões etários e tem uma moral interessante, que é dada de uma forma original (isto é, para o que tem sido o comum no mercado de animação contemporâneo). Mas apesar do começo forte e cheio de promessas, fica sempre a sensação de que o filme nunca explora devidamente o seu potencial, e algures a meio perde o fio à meada, e consequentemente perde parte do seu interesse. Provavelmente, digo eu, pela forma algo inconstante como se estrutura.

"O filme é muito bem-sucedido a retratar, com naturalidade, a rotina do ambiente familiar, quer nestas primeiras cenas quer quando o elemento que Tim mais teme, por arruinar o perfeito equilíbrio do seu lar, surge: um irmãozinho mais novo. Nota-se que o filme foi feito por animadores que realmente passaram por estas experiências em ambas as perspectivas: a das crianças e a dos adultos, e esse toque de familiaridade é bastante atractivo."

O filme é narrado pela voz off de Tobey Maguire, que interpreta Tim na idade adulta. Ele leva-nos de volta até à altura em que tinha 7 anos de idade, onde, como filho único, vive num extraordinário mundo de fantasia (que vemos constantemente representado no ecrã) e conforta-se no amor parental, que detém em exclusivo. A voz jovem Tim é fornecida por Miles Bakshi (um trabalho interessante), neto do mítico guru da animação dos anos 1970 Ralph Bakshi, enquanto os seus pais são interpretados pelos cómicos Jimmy Kimmel e Lisa Kudrow. Nas primeiras cenas somos enquadrados na felicidade do seu dia-a-dia e o filme é muito bem-sucedido a transmitir um sentimento que muitos jovens têm nesta idade: que a sua ligação de afecto com os pais será imutável.

Do mesmo modo, o filme é muito bem-sucedido a retratar, com naturalidade, a rotina do ambiente familiar (um excelente ponto a seu favor), quer nestas primeiras cenas quer quando o elemento que Tim mais teme, por arruinar o perfeito equilíbrio do seu lar, surge: um irmãozinho mais novo. Nota-se que o filme foi feito por animadores que realmente passaram por estas experiências em ambas as perspectivas: a das crianças e a dos adultos, e esse toque de familiaridade é bastante atractivo. Nesse sentido, o filme parece ser a resposta da Dreamworks a ‘Inside Out’ (2015) da Pixar. De facto, os filmes partilham de muitas semelhanças na forma como conduzem a sua alegoria. A diferença é que ‘The Boss Baby’ nunca o faz da forma pedagógica e até algo pedante com que a Pixar agora conduz as suas histórias, optando por uma abordagem mais divertida (e portanto menos “artística”) cuja moral está subentendida mas que não deixa, na minha perspectiva, de ser tão ou mais eficaz. Não é precisamente isso que pretendemos de um bom filme de animação para a família? É, e portanto, pelo que vale, ‘The Boss Baby’ fá-lo com distinção. Contudo, tal como ‘Inside Out’, ‘The Boss Baby’ carece de inventividade para suportar a sua história até ao final, depois da originalidade inicial se esgotar.

A melhor parte é sem dúvida a primeira. Após o enquadramento no ambiente familiar de Tim, um delicioso genérico inicial leva-nos ao local onde, supostamente, os bebés são feitos. Embalados pela voz de Fred Astaire a cantar “Cheek to Cheek”, esta sequência é maravilhosa, capitalizando quer na doçura natural de todos os bebés (aqui brilhantemente animados) quer na excelente personagem que os trailers já nos tinham dado a conhecer: o Boss Baby. Porque não é como os outros bebés, o Boss Baby não é enviado para uma família, antes para a central de operações da BabyCorp. Aí vai crescer como um autêntico homem de negócios num mundo empresarial, sem conhecer o amor familiar nem as delícias de ser bebé, embora mantenha essa aparência graças a uma fórmula secreta.

"O mais brilhante destas sequências é o modo como as entendemos como uma fantasia (...) propositadamente exagerada e extravagante, porque é embelezada pela imaginação hiperactiva deste rapaz. (...) Conseguimos perceber que eventos “reais” geraram os eventos fílmicos a que estamos a assistir (...) o que só o torna o filme mais hilariante e profundo. (...) É precisamente a falta destes elementos,  que tornaram o filme menos interessante na sua segunda parte."

Quando uma crise ameaça o futuro de todos os bebés, o Boss Baby (espectacular interpretação vocal de Alec Balwin) é enviado em substituição do verdadeiro bebé para ser o novo irmão de Tim. Ou, pelo menos, é assim que Tim nos conta esta narrativa. Num conjunto de cenas muito bem conseguido, com uma visão ao mesmo tempo madura e humorística da realidade, vamos assistindo a como Tim sente o seu status quo a ser alterado com a chegada deste novo elemento da sua família. Ainda por cima, não é um bebé qualquer; é um bebé com um fato, que sabe falar e que se comporta como um adulto (pelo menos quando Tim e outros bebés estão por perto), e que tem uma agenda escondida que vamos descobrindo aos poucos.

Mas o mais brilhante destas sequências é o modo como as entendemos como uma fantasia; a fantasia de Tim. A forma como Tim vê o bebé como rival e como aos poucos descobre a sua “verdadeira” identidade é propositadamente exagerada e extravagante, precisamente porque é embelezada pela imaginação hiperactiva deste rapaz de sete anos. Nalgumas sequências, como na “explosiva” perseguição pelo jardim das traseiras da vivenda, o filme recorda-nos disso ao mostrar-nos a totalmente diferente perspectiva dos pais. E em todas as outras cenas conseguimos perceber que eventos “reais” geraram os eventos fílmicos a que estamos a assistir, ou seja, vamos acompanhando como aos poucos Tim vai aceitando o seu novo irmão mais novo, através da história rebuscada que cria. Tudo isto só o torna o filme mais hilariante e profundo.

Portanto, são precisamente estes elementos, ou neste caso a falta deles, que tornaram o filme menos interessante, pelo menos para mim, na sua segunda parte. Tal como em ‘Inside Out’ e tantos outros filmes de animação modernos, em ‘The Boss Baby’ há também a premente necessidade de conceber uma aventura desmedida para que o filme, supostamente, tenha excitação e energia. Mas como o grande mestre japonês Miyazaki nos provou em ‘Tonari no Totoro’ (1988) e outras grandes obras, esse mantra americano não é necessariamente verdadeiro. Um grande filme de animação não precisa de ter uma aventura para funcionar. E se havia filme que podia passar bem sem ela, ou pelo com uma aventura muito menos exuberante do que aquela que é apresentada, era este.

"O contexto contido da casa permite (...) uma subtil pungência na história que comoverá pais e filhos, e a mistura de drama juvenil com humor e mistério está bem equilibrada e transmite mensagens importantes. Mas quando o filme decide expandir-se, a alegoria (...) perde não só a magia da sua simplicidade, como o seu sentido (...) Isso torna a segunda parte do filme muito menos conseguida, não obstante ser (...) muito mais movimentada, explosiva e aventureira. "

Tim e o Boss Baby decidem unir esforços para descobrir que ameaça é essa que irá pôr em risco o futuro de todos os bebés, pois se o descobrirem ambos terão o que acham que querem: o Boss Baby voltará à sua “empresa” e Tim voltará a ser um filho único. Essa ameaça está algures no local onde os pais trabalham (daí o Boss Baby ter vindo parar precisamente a esta família) e será revelada numa grande convenção em Las Vegas, aonde os pais de Tim se preparam para ir. Desnorteando a maléfica babysitter que fica a tomar conta deles, Tim e Boss Baby conseguem rumar a Las Vegas (apanhando um avião, imagine-se!), e no decorrer da sua aventura conseguem descobrir o “maléfico” vilão por detrás do plano e salvar quer os seus pais, quer o dia. E pelo caminho, obviamente, vão encontrar o amor fraternal e familiar… 

Na primeira parte de ‘The Boss Baby’, o contexto contido da casa permite que esta alegoria sobre os efeitos da chegada de um novo irmão na vida de uma criança funcione perfeitamente. Há uma subtil pungência na história que comoverá pais e filhos, e a mistura de drama juvenil com humor e mistério está bem equilibrada e transmite mensagens importantes. Mas quando o filme decide expandir-se, a alegoria torna-se muito mais difícil de controlar, e perde não só a magia da sua simplicidade, como o seu sentido. Na casa conseguíamos traçar a história destes dois irmãos, mesmo sob o manto do exagero fantasioso. Mas na viagem a Las Vegas já não, porque não há maneira de tal ter acontecido, com exagero ou sem exagero. A ligação à “realidade”, e portanto a comovente componente alegórica, perde-se. Já não é um conjunto de eventos que Tim reinterpreta na sua imaginação. Passa a ser um evento totalmente imaginado, sem base real. É esta subtil nuance que torna para mim a segunda parte do filme muito menos conseguida, não obstante ser, obviamente, aquela que provavelmente mais satisfará as crianças, porque é muito mais movimentada, explosiva e aventureira. 

No final, como comecei por dizer, ‘The Boss Baby’ consegue ser uma das obras mais interessantes da Dreamworks dos últimos tempos, porque vai muito para além da sua fachada de comédia e da fofura que a sua personagem central, o bebé-adulto, consegue proporcionar. É um filme que se orienta para vários grupos-alvo, e fá-lo com classe e uma extrema naturalidade que tanta falta faz aos “filmes sociais” da Pixar. As crianças desfrutarão da aventura em geral que não abranda um segundo, os jovens identificar-se-ão com Tim e os vários dilemas tão típicos da sua idade, e os pais sorrirão de prazer ao recordar as aventuras e desventuras com os seus respectivos filhos. E o objectivo final do filme: ser um hino às aventuras entre um irmão mais velho e um irmão mais novo, é cumprido, com twists interessantes, como por exemplo a reversão inicial de papéis (o irmão mais novo, o bebé, é mais maduro que o mais velho...).

"As crianças desfrutarão da aventura, (...) os jovens identificar-se-ão com Tim (...) e os pais sorrirão de prazer ao recordar as suas desventuras com os filhos. (...) Contudo falta o proverbial je ne sais quoi. (...) O filme é demasiado rebuscado na sua concepção e demasiado ambicioso (...) o que faz com que perca o foco. Quando a componente alegórica se perdeu eu simplesmente desliguei-me do filme. Passou a ser uma aventura de animação como tantas outras."

Contudo, infelizmente, falta qualquer coisa, o proverbial je ne sais quoi para tornar este filme uma memorável obra de animação que dê vontade de ver e rever. Como filho do meio e agora como pai adorei o enquadramento das personagens e a forma como a mensagem do filme é passada ao espectador. As personagens aprendem o que têm de aprender, como não podia deixar de ser, através da aventura que têm de viver e cada peça encaixa naturalmente na seguinte; cada acção, cada gesto, cada momento de saída da zona de conforto, serve para que Tim descubra e fique em paz com as suas responsabilidades como irmão mais velho. Conseguir isto num filme que ao mesmo tempo tem a sua piada (embora infelizmente nunca tenha momentos de rir à gargalhada) e que mantém o público juvenil sempre atento com um ritmo acelerado não é fácil, e por isso este esforço tem de ser aplaudido.

Mas depois há a minha outra perspectiva; a de espectador adulto e a de cinéfilo. O filme pode levar a sua avante em termos de mensagem e em termos de obra de entretenimento para crianças. Mas uma análise mais cuidada revela uma falha basilar: a aventura da segunda metade não só é muito pouco interessante (pedia-se um “mistério” um bocadinho mais bem trabalhado, apesar de todo o espalhafato) como, tal como expliquei em cima, quebra a coerência interna que o filme tão bem havia construído na sua primeira metade. Como é uma fantasia, o filme podia ter ido nesta ou em qualquer outra direcção, porque no fim tudo seria justificado precisamente por ser uma fantasia. Mas o realizador foi longe de mais. Inicialmente a fantasia incluía entretenimento mas também uma forte e comovente mensagem familiar. A partir de certo ponto a fantasia passou a incluir exclusivamente entretenimento. Isso é bom? Claro, quem não gosta de ser entretido? Mas fica o sabor amargo por ter abandonado o resto, quase por esquecimento.

‘The Boss Baby’ é fofinho e divertido, mas não tanto quanto poderia ser. Entretém, mas por vezes esquece-se de entreter com conteúdo. Não é pedante, mas também não tem grandes ambições artísticas. Parte de uma ideia fantástica, mas custa-lhe suportá-la até ao fim. Tem excelentes personagens e trabalho de voz, mas uma história que a meio perde o gás. E é sólido e didáctico entretenimento familiar, com coração, que permitirá juntar com facilidade toda a família no sofá. Tudo somado dá um filme interessante, um passo acima da maior parte dos filmes de animação que hoje invadem o mercado. Mas é algo decepcionante para quem estava à espera, como eu, do regresso da Dreamworks às obras-primas. Surpreendeu-me pela positiva a aposta ser na moral familiar e não na comédia. Mas o filme é demasiado rebuscado na sua concepção e demasiado ambicioso na segunda parte da aventura, o que faz com que perca o foco. Quando a componente alegórica se perdeu eu simplesmente desliguei-me do filme. Passou a ser uma aventura de animação como tantas outras. É pena. Mas é inegável que houve partes em que realmente me senti emocionalmente conectado com o filme. E suponho que é isso que permanece, no final.

"É fofinho e divertido, mas não tanto quanto poderia ser. Entretém, mas por vezes esquece-se de entreter com conteúdo. Não é pedante, mas também não tem grandes ambições artísticas. Parte de uma ideia fantástica, mas custa-lhe suportá-la até ao fim. Tem excelentes personagens, mas uma história que a meio perde o gás. (...) Mas é inegável que houve partes em que realmente me senti conectado com o filme. E suponho que é isso que permanece, no final."

‘The Boss Baby 2’ tem data marcada para 2021. Que não seja apenas mais uma sequela. Que recapture a magia que o primeiro filme, por largos momentos, conseguiu ter. E se conseguir fazer o que o primeiro filme não fez, ou seja, estica-la por toda a duração da obra, então tanto melhor. Mas com igual probabilidade pode fazer o oposto: esticar a parte da aventura e esquecer a alegoria. Só o tempo o dirá… 

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Quem escreve

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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