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Alice in Wonderland

Ano: 2010

Realizador: Tim Burton

Actores principais: Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter

Duração: 108 min

Crítica: A versão de 2010 de ‘Alice in Wonderland’ (em português ‘Alice no País das Maravilhas‘) realizada pelo mestre Tim Burton, foi onde tudo começou. E por “tudo” quero dizer o devastador hábito que a Disney apanhou de converter todo o seu espólio de cinema de animação; todas as suas obras-primas que cativaram gerações de crianças e adultos, em filmes de imagem real. Declarações mais recentes revelam que a Disney está a planear quase 20 adaptações nas próximas duas décadas, na senda dos recentes sucessos de bilheteira de ‘Maleficent’ (2014), ‘Cinderella’ (2015). ‘Jungle Book’ (2016) e, já este ano, ‘Beauty and the Beast’ (2017). Incrível. Mas como sempre acontece com estas coisas, o “original” ‘Alice in Wonderland’ é um filme com muito mais classe dos que se lhe seguiram, porque apesar de tudo tem um propósito artístico assente na visão forte do seu realizador, algo que a maior parte dos subsequentes, na sua comercial artificialidade, não têm.

Como se pode ler nas minhas críticas, não estou a ser grande fã destas re-imaginações. Uma coisa é os filmes fazerem quantidades inusitadas de dinheiro (que estão a fazer). A outra coisa é a sua qualidade intrínseca e até o seu propósito. A Disney não é propriamente uma novata a fazer remakes dos seus antigos filmes, mas sempre o fizeram no formato ‘filme para a família’ que teve o seu período áureo nas décadas de 1980 e 1990. ‘The Parent Trap’ (1998) ou ‘101 Dalmatians’ (1996), a primeira grande adaptação de imagem real de um filme de animação que o estúdio fez, podem não ser obras primas, mas são filmes que conseguem juntar toda a família num sofá. O problema é que hoje já não se pensa bem dessa maneira.

"Como sempre acontece com estas coisas, o “original” ‘Alice in Wonderland’ (2010) é um filme com muito mais classe dos que se lhe seguiram, porque apesar de tudo tem um propósito artístico assente na visão forte do seu realizador, algo que a maior parte dos subsequentes, na sua comercial artificialidade, não têm."

Ocorreu algo no século XXI que mudou para sempre a imagem do cinema para a família: a digitalização. De um modo quase inexplicável perdeu-se aquela alegria de fazer simpáticas aventuras em tom semi-cómico, semi-moralista. Qual foi o último filme deste género, que não de animação, que foi ver ao cinema com a sua família, caro leitor? Hoje um ‘Home Alone’ seria totalmente impossível. Que estúdio o aprovaria? De alguma forma misteriosa, os adultos que se rodearam de tecnologia e que vibram com massivos efeitos especiais, quer seja em jogos de computador, quer seja no cinema, meteram na cabeça que era isso que as crianças das novas gerações queriam e deviam ver. Balelas. Claro que devemos desfrutar da beleza que a evolução tecnológica trás consigo. Um ‘Lord of the Rings’ seria impossível antes dos anos 1990, ou seria tão pobre em termos de criaturas e reinos que a maior parte da mística se perderia. Mas também não devemos perder a gigantesca alma e universalidade que pode estar presente em obras menos ambiciosas. A Disney era dos poucos estúdios que ainda as produzia em imagem real para crianças e adolescentes. Agora que deixou esse mercado apenas para os seus filmes de animação, quem o fará?!

Assim, ‘Alice in Wonderland’ surgiu em 2010 como um filme de charneira, entre a tradição do clássico Disney pré ano 2000 e o género de fantasia pós-modernista carregada de efeitos especiais que caracteriza o novo milénio. Em retrospectiva, é bom constatar que o filme não é uma deturpação horrorosa da história original para satisfazer a sede por efeitos especiais e egos de actores (como ‘Maleficent’), Nem é uma mera re-imaginação sem grande consequência (porque é apenas repetição), quer seja bem feita e magica (como ‘Cinderella’) ou inexplicavelmente mal feita e oca (como ‘Beauty and the Beast’). Em vez disso, e muito embora não esteja muito preocupado em seguir de perto a história original, é um filme que de certa forma tenta reter a magia de uma grande aventura Disney, não fosse escrito por Linda Woolverton, que escreveu os argumentos dos clássicos animados ‘Beauty and the Beast’ de 1991 e ‘Lion King’). Isto é óptimo, claro, mas o filme é algo ambíguo a fazê-lo. Por um lado tenta imiscuir o modelo do épico fantasioso de filmes como ‘Lord of the Rings’ (2001-03), ‘Avatar’ (2009), ou os mais juvenis ‘The Chronicles of Narnia’ (2005, 2008, 2010), ‘The Golden Compass’ (2007) ou ‘Stardust’ (2007), numa fantasia que simplesmente não tem a estrutura para o conter. Mas por outro, fá-lo com um estilo visual brilhante, e com pormenores de arte a roçar o surreal que, apesar de não serem muito profundos, dão ao filme uma invulgar consistência dentro deste género.

Obviamente, não parece ser surpresa que o filme se apresente dessa forma, visto que é Tim Burton que está ao leme da produção. No início dos anos 1980, um jovem Burton havia saído desencantado das fileiras da Disney, porque o estúdio não o havia deixado prosseguir a sua visão mais negra e gótica. Mas nem uma década depois fizeram as pazes com a produção de ‘The Nightmare Before Christmas’ (1993), o que fez todo o sentido. Com obras como ‘Corpse Bride’ (2005) ou ‘Charlie and the Chocolate Factory’ (2005), Burton continuou a provar que a sua visão única se podia materializar em excelentes fantasias familiares. Em ‘Alice in Wonderland’, Burton continua a fazê-lo, e sem perder tempo imediatamente mergulha o espectador no seu incrível universo.

"Embora não esteja muito preocupado em seguir de perto a história original, é um filme que de certa forma tenta reter a magia de uma grande aventura Disney (...) mas é algo ambíguo a fazê-lo. Por um lado tenta imiscuir o modelo do épico fantasioso de filmes como ‘Lord of the Rings’ (...) numa fantasia que simplesmente não tem a estrutura para o conter. Mas por outro, fá-lo com um estilo visual brilhante (...) e com uma invulgar consistência dentro deste género."

Os primeiros trinta segundos do filme são típico-Burton, com uma Lua cheia a brilhar por detrás de um céu nocturno enevoado, as letras góticas do genérico e a música etérea do seu colaborador habitual Danny Elfman (que faz mais um excelente trabalho na banda sonora – para quando um Óscar?). Até ficamos na dúvida se pusemos mesmo o filme certo a dar. Mas Burton não nos dá muito mais tempo para duvidar porque nos minutos seguintes capta-nos completamente a atenção ao deslumbrar-nos com o ambiente de época. De facto o filme venceu, muito justamente, dois Óscares, o de Melhor Direcção Artística e o de Melhor Guarda Roupa. Claro que vamos ter efeitos especiais de sobra uma vez no País das Maravilhas (esse Óscar, a terceira nomeação do filme, foi perdido para ‘Inception’), mas achei muito mais interessante o trabalho feito nos primeiros dez minutos e nos últimos cinco, nas sequências no “mundo real” na Inglaterra do século XIX. Há muitos filmes sérios de época que não conseguem ser tão belos e convincentes como Burton é nestes poucos minutos.

Numa primeira cena nocturna, a pequena Alice é introduzida (Mairi Ella Challen; mas porque é que os child actors de hoje são sempre uns miúdos com sotaque inglês forçado e fraca capacidade de actuação?). Como muitas heroínas da Disney é muito apegada ao pai, um empreendedor visionário, de quem herda a sua paixão pela fantasia e a sua veia emancipada (outra característica típica da personagem feminina moderna da Disney). É a ele também que conta o seu sonho recorrente, que basicamente é a sua aventura do filme de animação. Mas na cena a seguir já dez anos passaram, o pai faleceu e, numa sequência incrivelmente luminosa e brilhantemente fotografada (credito para Dariusz Wolski, o director de fotografia) retratando uma festa de jardim num palacete senhorial, Alice está prestes a ser forçada pela mãe a casar com um herdeiro empertigado (Leo Bill).

Por um lado é uma pena que não se aprofunde muito a psicologia das personagens, particularmente Alice (embora vá ganhando dimensão ao longo do filme). Mas vendo a má construção emocional da relação pai-filha em ‘Beauty and the Beast’, por exemplo, talvez seja melhor assim. E a interpretação subtil de Mia Wasikowska como Alice, mostrando um grande leque emocional e nunca pretendendo roubar as cenas para si, torna a experiência do filme muito mais agradável, e serve de contraponto naturalista à excessiva digitalização. Por outro lado, Burton aproveita estas breves cenas para criar um microcosmos da sociedade rígida da época, presa às convenções, que terá paralelismos directos (tematicamente e em termos de personagens que Alice encontra), uma vez no País das Maravilhas, algo que também ajuda a dar um propósito moralista à fantasia.

"Sem perder tempo, Burton imediatamente mergulha o espectador no seu incrível universo (...) deslumbrando-nos com o ambiente de época. (...) Burton aproveita estas breves cenas para criar um microcosmos da sociedade rígida da época, presa às convenções, que terá paralelismos directos (tematicamente e em termos de personagens que Alice encontra), uma vez no País das Maravilhas, algo que também ajuda a dar um propósito moralista à fantasia."

A transição acontece no momento crucial do encenado pedido de casamento, que toda a gente, menos Alice, sabia que ia acontecer. Aí, Alice foge para a floresta, e na senda do coelho branco (voz de Michael Sheen), cai num buraco e vai parar à terra encantada da sua imaginação. Esta está bem diferente daquilo que o filme de animação nos apresentou, já que devido ao reinado da Rainha de Copas tudo ficou mais negro e desolado – uma espécie de Pais das Maravilhas pós-apocalíptico que se ajusta como uma luva ao universo de Tim Burton (conveniente, não?).

Com a transição ocorrem duas mudanças cruciais. Primeiro os efeitos especiais passam a dominar totalmente a pelicula. Não há um único plano que não seja em green screen e praticamente todos os actores (incluindo Mia nalgumas cenas) são alterados digitalmente, como por exemplo Helena Bonham Carter (fantástica!) que passa a ter uma cabeça gigantesca como a Rainha de Copas. Contudo, nota-se um enorme equilibro entre o foreground e o background, ou seja, os elementos filmados (nalguns acasos apenas a própria Alice) diluem-se extremamente bem no ambiente digital sem que seja gritante que é “apenas” um efeito. A única excepção são os cavalos. Não podiam ter posto os actores em cima de cavalos verdadeiros em vez de inserir cavalos digitais muito menos graciosos? Tirando isto, e com ‘Avatar’ tendo estreado uns meros meses antes, a Disney mostrava que tinha tecnologia à altura. Aliás, o filme foi lançado em 3D no pico da “moda” pós-Avatar, e a memória que tenho da minha primeira visualização do filme no cinema é que o 3D estava muito bom. Esta semana revi-o em 2D por isso não posso confirmar essa memória.

A segunda mudança é que, contrastando com as várias mini-tramas que são apresentadas na cena da “realidade” (que acabam por não ter grande consequência), a história no País das Maravilhas é de uma simplicidade e de uma linearidade extrema. Não chega a ser negra, nem gótica, nem aprofunda a dualidade insana das suas personagens peculiares como fazem a maior parte dos filmes de Tim Burton. O filme parece ser descomplicado propositadamente para apelar ao público mais juvenil (que certamente desfrutará da aventura), mas para os adultos acaba por não haver muito estímulo. Isto é, claro, para além do estímulo visual.

"A interpretação subtil de Mia Wasikowska como Alice, mostrando um grande leque emocional (...), torna a experiência do filme muito mais agradável, e serve de contraponto naturalista à excessiva digitalização (...) [Mesmo assim], os elementos filmados (...) diluem-se extremamente bem no ambiente digital sem que seja gritante que é “apenas” um efeito (...) Com ‘Avatar’ tendo estreado uns meros meses antes, a Disney mostrava que tinha tecnologia à altura."

Inicialmente, Alice vai percorrendo os mesmos passos da sua primeira aventura. Primeiro está na sala da porta pequena onde tem de beber a poção para encolher, e depois entra no País das Maravilhas onde vai encontrando diversas personagens como os gémeos (Matt Lucaso; o melhor efeito do filme diria eu), o gato (voz de Stephen Fry) e o Mad Hatter (Johnny Depp). Este, provavelmente por ser interpretado por quem é (na sétima das suas oito colaborações com Tim Burton) tem uma quase inexplicável importância na trama. Contudo, a interpretação de Deep é tão afectuosa na sua comovente insanidade que cativa o espectador e consegue ter força suficiente para justificar a forma como Alice se apega mais a ele do que a qualquer outra personagem. Isto levará a um final algo descabido em que Alice se despede dele como se fosse Dorothy a despedir-se do Scarecrow, mas perdoamos precisamente porque Depp tem uma invulgar vulnerabilidade. Só não perdoamos aquela dancinha no final. Que horror!

Tal como Alice estava a ser forçada a casar porque a mãe o havia pré-destinado, assim também percebemos que foi trazida de volta para o País das Maravilhas pelos seus amigos porque dita uma profecia que é ela que irá matar o dragão da Rainha de Copas. Esse dragão é a arma que sustém o reinado da rainha maléfica, reinado esse usurpado à sua irmã, a Rainha Branca (uma algo sub-aproveitada Anne Hathaway). Isto leva Alice, sempre relutante mas com a crescente confiança de que é tudo um sonho e por isso não tem nada a perder, ao Palácio da Rainha na busca de uma espada mágica. Pelo caminho tropeça em várias intrigas do reino e vai passando por pequenas aventuras que têm paralelismos com as decisões que tem de fazer na vida real. Mas verdadeiramente, não há muito a acontecer, e esta história simples é apenas uma desculpa para a aventura visual que Burton nos oferece. Contudo, se pensarmos bem, era essa também a essência do clássico de animação; uma alegoria subtilmente contida numa brilhante odisseia visual. E quem melhor para o fazer que Tim Burton?!

O problema é que alguém terá considerado, como é norma hoje em dia, que esta subtileza narrativa não era suficiente. Para mim o último terço do filme é o pior, precisamente porque do nada o filme descamba numa mini-versão de um ‘Lord of the Rings’ ou um ‘Narnia’ quando ocorre uma batalha (sim, uma batalha!) entre os dois reinos, e Alice tem o seu confronto com o dragão. Embora seja sempre uma versão soft (realmente não há violência nenhuma no ecrã, as ameaças de “cortem-lhe a cabeça” da Rainha nunca são cumpridas, e até o combate com o dragão em ‘Enchanted’, 2007, era mais “adulto”), é uma decisão demasiado forçada. Pode estar a satisfazer as fantasias de muitos jovens (ir a uma terra distante combater dragões) mas estará a satisfazer as fantasias de Alice, desta Alice, da Alice da Disney, da Alice de Lewis Caroll?! Li o livro uma vez há muitos, muitos anos por isso pode estar enganado, mas parece-me que não.

"A história  não chega a ser negra, nem gótica, nem aprofunda a dualidade insana das suas personagens peculiares (...) O filme parece ser descomplicado propositadamente para apelar ao público juvenil (que certamente desfrutará da aventura), mas para os adultos acaba por não haver muito estímulo. (...) Contudo, se pensarmos bem, era essa também a essência do clássico de animação; uma alegoria subtilmente contida numa brilhante odisseia visual"

Da primeira vez que vi o filme no cinema, estava tão saturado com a explosão massiva do épico fantasioso, dos efeitos digitais e do 3D que sinto agora, com a segunda visualização, que não lhe fiz inteiramente jus nas minhas notas originais. Aliás, acho agora que é bem capaz de ser ainda o melhor filme desta leva de adaptações de imagem real dos clássicos da Disney. O universo visual que Burton cria é absolutamente fantástico (aprende Cameron!), demonstrando uma criatividade imensa. As prestações dos actores são sublimes, com destaque para Mia, Bonhan Carter e Depp; e o trabalho de voz dos restantes actores secundários é delicioso. E a própria história consegue realmente “re-imaginar” os conceitos de ‘Alice in Wonderland’ com um propósito claro, e não apenas re-imaginar por re-imaginar como fizeram a maior parte das restantes adaptações desde então. A alegoria presente na história original mantém-se, e esse é talvez o pormenor mais importante de todos. Não há realmente morais que sejam explicitamente narradas ao público jovem; mas existe uma motivação clara na fantasia: suportar a emancipação de Alice, algo que a última cena confirma. Toda a fantasia trabalha para isso, independentemente da construção Burton-iana do ambiente, independentemente do final exagerado a tentar capitalizar no sucesso das épicas fantasias contemporâneas e dar ao filme uma maturidade que acaba por ser totalmente artificial.

Mesmo achando esse final desadequado, da primeira vez que vi o filme fiquei com a sensação de que Burton podia ter feito um bocadinho mais com o material, ou seja, podia ter trabalhado melhor a história, criado mais twists argumentais e explorando muito mais a fundo as personagens. Mas agora, com a segunda visualização, quase que penso o oposto. Podia ter feito bem menos. Uma coisa é a história ser transformada em algo pobre e oco (como ‘Maleficent’ ou ‘Beauty and the Beast’). A outra coisa é ser eficaz na simplicidade. Com as pequenas alegorias e o fascinante estilo visual, Burton consegue precisamente isso. O olho está sempre saciado, a imaginação é sempre estimulada, e o público infantil estará sempre fascinado com uma aventura que é directa e focada. Isso chega. O espectador adulto pode sentir que falta mais profundidade (e falta) mas a satisfação visual do todo acaba por ser suficiente. Afinal, este é um filme da Disney que pretende “apenas” ser entretenimento com leves doses moralistas. ‘Alice in Wonderland’ cumpre esses objectivos, e cumpre-os com classe. Tomara que todas as adaptações seguissem estes princípios.

"O universo visual é absolutamente fantástico (...) As prestações dos actores são sublimes (...) A alegoria presente na história original mantém-se, e esse é talvez o pormenor mais importante de todos. (...) Existe uma motivação clara na fantasia: suportar a emancipação de Alice (...) Tudo trabalha para isso (...) independentemente do final exagerado a tentar (...) dar ao filme uma maturidade que acaba por ser totalmente artificial."

Em 2016, ‘Alice in Wonderland’ teve direito a sequela ‘Alice Through the Looking Glass’, onde Burton cedeu o lugar de realizador a James Bobin, ficando apenas como produtor. Não vi ainda essa obra mas a verdade é que não teve críticas muito entusiastas. O próprio Tim Burton está agora a trabalhar em mais uma adaptação em imagem real: ‘Dumbo’, cujo elenco incluirá Eva Green, Michael Keaton, Colin Farrell e Danny DeVito. Temos de esperar para ver mas uma coisa parece-me certa: melhor que o ‘Beauty and the Beast’ de 2017 será de certeza…

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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