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Out West with the Hardys

Ano: 1938

Realizador: George B. Seitz

Actores principais: Mickey Rooney, Lewis Stone, Fay Holden

Duração: 84 min


Crítica: ‘Out West with the Hardys’ (que em português ostenta o título de ‘Andy Hardy Conquistador’ – alguém percebeu mal de que Oeste estávamos a falar) foi o quinto filme da saga Andy Hardy, e o terceiro, e último, do ano de 1938.

Em EU SOU CINEMA, tenho estado a recordar um a um os filmes desta mítica saga de entretenimento familiar americano sobre as aventuras e desventuras da família Hardy – o arquétipo da família americana na era entre a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. A saga vincou definitivamente esta era e inspirou gerações, graças aos seus quinze filmes entre 1937 e 1946 (com um filme final em 1958), e consumou o estrelato daquele que deverá ser (quase indiscutivelmente, pelo menos para mim) o melhor actor jovem da história do cinema: Mickey Rooney. E portanto, depois de ‘A Family Affair’ (1937), ‘You're Only Young Once’ (1937), ‘Judge Hardy's Children’ (1938) e o fabuloso ‘Love Finds Andy Hardy’ (1938), cujas críticas o leitor pode recordar seguindo os respectivos links, chegamos a ‘Out West with the Hardys’, um filme que, para todos os efeitos, é um mau filme.

"‘Out West with the Hardys’ não seria um mau filme se existisse como um ente isolado (...) mas é mau, péssimo, insuportável, visto da perspectiva dos quatro anteriores, e ainda mais visto na sequência de 'Love Finds Andy Hardy’."

Ou melhor, ‘Out West with the Hardys’ não seria um mau filme se existisse como um ente isolado. Se ficássemos a conhecer a família Hardy apenas neste filme, até consigo imaginá-lo a funcionar relativamente bem (embora não fosse uma obra tão coesa como ‘A Family Affair’), porque detém todos os elementos que caracterizam e dão vida a esta saga. O filme acaba por ser mais uma mistura simpática de drama, comédia e romance em redor de uma família bem caracterizada e que, na boa tradição desta saga, usa situações problemáticas (por vezes algo forçadas) para demonstrar a resiliência do amor familiar e incutir preciosas morais no espectador. 

Mas a grande questão é que ‘Out West with the Hardys’ não é um ente isolado, e surge, não só após quatro filmes, como após a grande lufada de ar fresco que foi 'Love Finds Andy Hardy’. ‘A Family Affair', uma obra autocontida, sem pretensões, de apenas 70 minutos, e que havia tido um enorme poder de identificação na sociedade americana, definira o padrão das personagens, das aventuras e das morais. Contudo, o segundo e o terceiro filme limitaram-se a seguir esta fórmula, sobrevivendo mais graças a pormenores isolados (como o génio crescente de Rooney) do que propriamente devido à sua inventividade para criar novos pontos de interesse para o espectador. No final do terceiro filme, claramente o pior, havia a necessidade premente de conceber novas ramificações, quer para as personagens, quer para as suas aventuras. E, felizmente, essa necessidade foi saciada.

O quarto filme, 'Love Finds Andy Hardy’ é muito mais do que um filme moralista para a família. Focando-se na crescente popularidade de Mickey Rooney, então com 18 anos de idade, e dando-lhe total espaço para ser o dinâmico criativo e a chama do filme (é o primeiro filme em que o Juiz não tem qualquer caso de corrupção para resolver e personagens irrelevantes como a mãe e a irmã são subtilmente postas fora de cena), 'Love Finds Andy Hardy’, como escrevi, “bem que que poderá ser a melhor comédia de amor adolescente da história do cinema”. É até hoje o filme mais popular da saga e tornou mais do que claro que a saga tinha tudo o que era preciso para continuar a ter interesse. Era só manter-se nesta linha semi-cómica, semi-moralista centrada em Andy, centrada em Rooney; linha essa que a saga não mais largaria a partir do sétimo filme.

"‘Out West with the Hardys’ comete dois enormes pecados, ambos relacionados com a abissal diferença que há entre os três primeiros filmes e 'Love Finds Andy Hardy’. O primeiro é que o filme é uma regressão para o mesmo modelo que já tínhamos visto por três vezes anteriormente (...) O segundo é que o papel de destaque que Rooney havia ganho em 'Love Finds Andy Hardy’ e que em breve voltaria a ter, é aqui completamente abafado."

Mas até lá chegar, os espectadores no final de 1938 foram obrigados (tal como todos os espectadores que hoje revêm a saga o são) a ter uma gigantesca decepção. ‘Out West with the Hardys’ comete dois enormes pecados, ambos relacionados com a abissal diferença que há entre os três primeiros filmes e 'Love Finds Andy Hardy’. O primeiro é que o filme é uma regressão para o mesmo modelo que já tínhamos visto por três vezes anteriormente (nos três primeiros filmes). Utilizando a mesma fórmula argumental, as mesmas morais e as mesmas soluções, é um enorme passo atrás sem nada de novo para dizer; é uma mera e desnecessária repetição, altamente enervante e altamente previsível. O segundo é que o papel de destaque que Rooney havia ganho em 'Love Finds Andy Hardy’ e que em breve voltaria a ter, é aqui completamente abafado. Como a mudança nos títulos indica, ‘Out West with the Hardys’ já não é um filme que pertence praticamente só a Andy. Pertence à família. E isso por esta altura já não nos interessava.

Porque cometeram o filme e o seu realizador, George B. Seitz (o mesmo dos quatro filmes anteriores) estes dois pecados capitais? Talvez por rotina, talvez por medo de perder o público-alvo familiar (um medo que provaria ser infundado) ou simplesmente porque, devido à pressa para lançar um novo “episódio” (até agora havia saído um a cada quatro meses), este filme já estava em produção antes de 'Love Finds Andy Hardy’ ter tido o impacto que teve. Para mim esta será provavelmente a teoria mais correcta, mas independentemente disso, a verdade é que se ‘Out West with the Hardys’ tivesse sido o quarto filme da saga em vez de 'Love Finds Andy Hardy’, então se calhar não estaríamos aqui a discutir uma saga de dezasseis filmes. Provavelmente a saga tinha morrido ali, porque ninguém aguenta mais do que três repetições da mesma coisa. 'Love Finds Andy Hardy’ dava esperança de que tudo podia ser diferente e é essa fé que nos faz aguentar este ‘Out West’. Mas é por todos estes motivos que o chamei de “mau” anteriormente. É mau, péssimo, insuportável, visto da perspectiva dos quatro anteriores, e ainda mais visto na sequência de 'Love Finds Andy Hardy’.

Lançado a Novembro de 1938 o filme começa no mesmo cenário do costume; no tribunal, com a mesma lenga-lenga do costume: o Juiz Hardy (como sempre Lewis Stone) dá mais uma lição de moral a um jovem irresponsável (curiosamente Tom Neal no seu primeiríssimo papel; sete anos depois seria o actor principal do famoso clássico ‘Detour’). Depois espreitamos o resto da família. A mãe, Emily (Fay Holden) tem mais um "relevante" problema doméstico em mãos: as limpezas de Primavera, que a deixam muito nervosa (nem quando a mãe estava doente no filme anterior ficou assim!). Marian (Cecilia Parker), talvez pela quarta vez em cinco filmes, discute com o namorado, o que volta a demonstrar a inutilidade da sua personagem por esta altura. E depois, claro, surge Andy.

"Sentimos logo um sorriso no rosto quando vemos Andy surgir, sentado confortavelmente no seu carro novo, a buzinar à porta da casa da sua namorada Polly (...) Infelizmente, estes minutos deliciosos, que poderiam fazer antever que a magia de 'Love Finds Andy Hardy’ iria ser recuperada, são os únicos em que Rooney tem espaço para brilhar no formato ‘comédia romântica’."

Após a genialidade da personagem e da interpretação de Mickey Rooney em 'Love Finds Andy Hardy’, sentimos logo um sorriso no rosto quando o vemos surgir, sentado confortavelmente no seu carro novo, a buzinar à porta da casa da sua namorada Polly (a sempre deliciosa Ann Rutherford). Graças aos eventos do filme anterior, e ao seu sucesso na equipa de basquete da escola, Andy ganhou uma grande confiança em si próprio mas não necessariamente maturidade. Surge fanfarrão, tomando Polly como garantida e exibindo-se em cada oportunidade que tem. “You don’t stop all this showing off, doing all these crazy things” diz-lhe Polly. Responde Andy no seu jeito característico: “Well I get away with them, don’t I?!”. E pouco depois, à beira da piscina, ainda afirma hilariantemente: “I’m America’s gift to the fair sex… but I expect to find new world’s to conquer!”, o que não cai nada bem com Polly. Discutem e ela acaba com ele, mas Andy, convencido, não parece importar-se. Aos cinco minutos de filme já sabemos qual é a lição de moral que Andy vai aprender neste episódio.

Infelizmente, estes minutos deliciosos, que poderiam fazer antever que a magia de 'Love Finds Andy Hardy’ iria ser recuperada, são os únicos em que Rooney tem espaço para brilhar no formato ‘comédia romântica’. Em vez disso, o filme reverte para o modelo arcaico da saga quando o Juiz recebe uma carta de uma velha amiga dos seus tempos de solteiro (a actriz Nana Bryant), que agora mora num rancho no ‘Oeste’. Ela e o seu marido Bill (Ralph Morgan, um secundário de luxo na década de 1930) estão em apuros e em risco de perder o seu rancho. A sua água provém de um riacho que passa pela propriedade vizinha, mas o dono desse terreno, Bruxton (Thurston Hall) decidiu começar a cobrar um preço exorbitante pelo acesso à água para os tentar expulsar. O Juiz decide então levar toda a sua família para o Oeste, incluindo a tia Milly (Sara Haden de regresso definitivo à saga depois de dois filmes em que a sua personagem foi interpretada por outra actriz), de forma a que todos possam esquecer-se dos problemas que têm em casa. Esta viagem, obviamente, faz recordar a ida a Catalina no segundo filme e a Washington no terceiro.

No longínquo rancho, os pequenos dilemas sucedem-se. A mãe e a tia Milly de novo parecem não sair da casa (têm sempre umas férias maravilhosas estas duas!), enquanto o Juiz vai seguindo os trâmites habituais para perceber realmente o que se está a passar e encontrar uma forma legal de lutar contra esta injustiça. Mais uma vez, como em filmes anteriores, o Juiz arriscará o seu próprio património para tentar salvar a amiga e há alguns momentos no filme em que parece que irá perder tudo (como se algum espectador acreditasse…). Mas de novo, no último segundo possível e com a ajuda fortuita da família, arranjará uma solução (cada vez mais óbvia, cada vez mais fácil, cada vez mais simplória) para resolver estes problemas e pôr um fim à falcatrua.

"Marion repete a papel químico o arco emocional que teve no segundo filme (...) Mas este filme até tem um toque interessante ao emparelhar Andy não com mais um interesse romântico (...), mas com uma companheira mais nova, (...) interpretada com gosto por uma das mais interessantes child stars desta década: Virginia Weidler (...). Gera-se um misto de rivalidade e amizade entre os dois que é um dos pontos mais cativantes do filme."

Enquanto isto se passa, vamos acompanhando os filhos, Marion e Andy. Marion tem aqui um papel de destaque depois de praticamente não ter aparecido em 'Love Finds Andy Hardy’. Mas a mudança não é satisfatória visto que repete a papel químico o arco emocional que teve no segundo filme, ‘You're Only Young Once’. Tal como nesse filme, esquece logo o namorado que deixou em Carvel e apaixona-se pelo primeiro tipo que encontra. Nesse filme era o nadador salvador. Aqui é o capataz do rancho Ray (Gordon Jones). E é de novo o Juiz que prova a Marion a diferença entre uma paixoneta e o verdadeiro amor. Para isso obriga-a a ter o que ele chama de ‘casamento experimental’, algo que, numa visão agora sexista mas na altura perfeitamente natural, basicamente consiste em Marion fazer a lida da casa de Ray durante uma semana. É através deste arranjo que ela vai perceber que o amor e o casamento não são assim tão fáceis, e perante o desagrado de Ray, quebram o noivado. Obviamente, isto não é algo que hoje em dia soe muito bem e torna esta parte do filme bastante datada e até desinteressante. Ainda bem que este filme é virtualmente desconhecido. Senão as feministas já teriam exigido um pedido de desculpas oficial da MGM…

E por fim, de quando em quando (menos vezes do que deveria) o filme regressa a Andy, ao glorioso Andy. Rooney corresponde à chamada com a sua classe habitual, mas não pode fazer muito com o parco material que lhe dão para trabalhar. Convencido da sua própria importância, Andy pavoneia-se pelo rancho numa atitude que se torna aos poucos cada vez mais insuportável (embora vê-lo vestido à cowboy, ou pelo menos como os cowboys se vestiam na década de 1930, é hilariante). Mas o filme até tem um toque interessante ao emparelhá-lo não com mais um interesse romântico (já teve meninas à sua volta que chegue no filme anterior!), mas com uma companheira mais nova. A pequena Jake, irmã mais nova de Ray, é interpretada com gosto por uma das mais interessantes, mas menos conhecidas, child stars desta década: Virginia Weidler, aqui com 11 anos de idade e nas vésperas de entrar em ‘The Women’ (1939) e ‘The Philadelphia Story’ (1940). Gera-se um misto de rivalidade e amizade entre os dois que é um dos pontos mais cativantes do filme. Cada vez mais convencido e desgostoso por ser batido por uma miúda mais nova em vários departamentos da vida ao ar livre, Andy decide sair com o cavalo dela, mas a sua inexperiência leva a que este parta uma perna. Quando se apercebe que o cavalo está em risco de ser abatido, Andy cai em si e compreende o erro da sua atitude. E pode ser que a sua força de vontade o inspire a, à imagem do pai, encontrar uma solução para mais este problema…

No final, não há muito mais a dizer sobre este filme. Inúmeras situações são totalmente semelhantes a filmes anteriores (o caso de corrupção, a trama de Marion), incluindo ter frases e cenas praticamente iguais, e mesmo as que não são seguem a mesma estrutura base até à redenção final. O juiz resolve o caso, Marion regressa para o namorado e os últimos cinco minutos de filme, num padrão já clássico, são dedicados à reconciliação de Andy e Polly. O gritinho excitado de Andy após beijar Polly, seguido dos créditos finais ao som do mítico tema musical da saga, aconchega o coração de todos aqueles que se deixaram apaixonar por esta família e estas personagens. Mas esse êxtase final não é suficiente porque no global o filme foi uma gigantesca decepção.

"O filme tem uma sóbria e ritmada realização (...) aqui entrecortada por alguns bem-vindos planos de exteriores. Mas no fundo é pura e simplesmente desinteressante para quem viu os filmes anteriores. A história é exactamente a mesma com outra tinta. A moral é decalcada a papel químico (...). As personagens não crescem um milímetro (...). E até a mini-paródia ao western, que poderia ser um ponto de distinção, é hoje frouxa e datada"

‘Out West with the Hardys’ continua a ter uma sóbria e ritmada realização de Seitz, no estilo clássico e mecânico do sistema de estúdios, aqui entrecortada por alguns bem-vindos planos de exteriores. Mas no fundo este filme é pura e simplesmente desinteressante para quem viu os filmes anteriores. A história é exactamente a mesma com outra tinta. A moral já não inspira ninguém pois é decalcada a papel químico do espólio anterior da saga. As personagens não crescem um milímetro (que diferença seria nos filmes seguintes quando a saga passou a seguir o crescimento de Andy até à idade adulta!). E até a mini-paródia ao western, que poderia ser um ponto de distinção em relação aos outros filmes da saga, é hoje frouxa e datada porque historicamente é obrigada a basear-se nos westerns menores da década de 1930. Estávamos ainda a um ano de distância da revolução do western com ‘Stagecoach’ (1939) de John Ford e ‘Union Pacific’ (1939) de DeMille, e portanto o referencial de ‘Out West with the Hardys’ é o das comédias ligeiras e dos simplórios musicais com cowboys cantantes que então caracterizavam o género…

Finalmente, como comecei por referir, o pior pecado de todos é repartir outra vez a atenção pelos vários membros da família em vez de dar o destaque (quase) exclusivo a Andy. Tendo em conta 'Love Finds Andy Hardy’, o Andy deste filme simplesmente não faz jus aos talentos de Mickey Rooney, no ano anterior a tornar-se definitivamente imortal como o ‘boy next door’ com ‘Babes in Arms’ (para o qual foi nomeado para o Óscar de Melhor Actor, no mesmo ano em que recebeu um Óscar Juvenil Honorário). Preso na maior parte da história a uma condição estereotipada e com a sua catarse a ocorrer através dos eventos relacionados com o cavalo, o filme impede que Rooney tenha aqueles momentos cómico-dramáticos de génio que tinham sido instrumentais para salvar filmes anteriores. E isso é o que mais lamentamos.

"Não é tão esquecível no pote dos dezasseis porque tem a característica distintiva da viagem até ao “Oeste” (...), mas é totalmente esquecível em termos de conteúdo. Hoje, em retrospectiva, acaba por ser apenas um entreposto necessário mas enfadonho para escalarmos na saga de Andy Hardy e finalmente chegarmos ao mega-espectáculo Mickey Rooney que a saga em breve, muito em breve, se tornaria"

Muito embora, no pico de popularidade da série após 'Love Finds Andy Hardy’, ‘Out West with the Hardys’ tenha sido um massivo sucesso de bilheteira, arrecadando sete vezes mais do que custou, tudo somado acaba por ser um dos piores filmes da saga a par do terceiro, ‘Judge Hardy's Children’. Não é tão esquecível no pote dos dezasseis porque tem a característica distintiva da viagem até ao “Oeste” (o que permite que saibamos imediatamente qual é pelo título), mas é totalmente esquecível em termos de conteúdo. Hoje, em retrospectiva, acaba por ser apenas um entreposto necessário mas enfadonho para escalarmos na saga de Andy Hardy e finalmente chegarmos ao mega-espectáculo Mickey Rooney que a saga em breve, muito em breve, se tornaria. Se eu tivesse escrito esta crítica no final de 1938 provavelmente estaria a enterrar a saga. Agora, felizmente, sabemos que não é assim. E portanto só queremos despachar este filme o mais depressa possível e prosseguir. Em breve, prosseguiremos aqui também em EU SOU CINEMA. Até lá.

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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