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Star Wars: Episode IV - A New Hope

Ano: 1977

Realizador: George Lucas

Actores principais: Mark Hamill, Harrison Ford, Carrie Fisher

Duração: 121 min

Crítica: Como é que se critica a mais bem-amada saga da história do cinema? O que é que se escreve sobre os filmes que já toda a gente viu, inúmeros adoram incondicionalmente, e outros tantos têm memorizado, cena a cena, frame a frame? O que se pode acrescentar a um universo que é muito mais do que um evento cinematográfico, é uma filosofia de vida para todos os fãs que se renderam ao universo de fantasia galáctica que George Lucas concebeu na década de 1970? A resposta a todas estas questões é: não é possível.

‘Star Wars’ (‘A Guerra das Estrelas’) é um mundo infinito e nada que o crítico possa dizer surgirá como uma revelação. Já tudo se escreveu e reescreveu sobre Star Wars. Já tudo se sentiu, já tudo se amou ou detestou; a herança mitológica, a nostálgica aventura, a magia do entretenimento, a exuberância da fantasia, os inovadores efeitos especiais, a soberba banda sonora de John Williams. Portanto a única coisa que se pode acrescentar, realmente, é mais uma visão pessoal sobre a saga. É precisamente isso que me proponho a fazer. Saltar tudo o que já foi sobejamente debatido nas últimas décadas para me centrar de novo nos filmes em si, em seis reflexões (nem lhes vou chamar críticas) inspiradas pelo facto de, como um bom fã nerd, nas últimas seis sextas-feiras ter revisto cada um dos seis filmes da saga, ou não estivesse a estreia de ‘Star Wars Episode VII: The Force Awakens’ a aproximar-se a passos largos!

O que se segue são as minhas sensações e reacções instintivas a cada um dos filmes, rabiscadas agora, tantos anos e tantas visualizações depois, com a plena consciência de que os sei de cor, de trás para a frente e da frente para trás até ao mais ínfimo pormenor (eu avisei… nerd!), mas ao mesmo tempo a tentar ter algum distanciamento (tarefa quase impossível num conjunto de filmes que diz tanto a nível pessoal) para procurar analisar objectivamente a lógica do todo. Depois da trilogia das prequelas; ‘Ep. I: The Phantom Menace’, ‘Ep. II: Attack of the Clones’ e ‘Ep. III: Revenge of the Sith’, regresso agora onde tudo começou, há muito tempo numa galáxia muito, muito distante. 


Tudo começou no início dos anos 1970. Um certo George Lucas tinha expandido a sua curta-metragem de final de curso no seu primeiro filme ‘THX 1138’ (1971), que teve muito pouca aceitação. Contudo, os estúdios americanos, inspirados pelo modelo francês e a nova vaga de cinema independente herdada dos anos 1960, decidiram apostar numa série de novos realizadores, para fazer filmes de baixo orçamento destinados às novas gerações. Lucas teve então uma segunda oportunidade e com ‘American Graffiti’ (1973) fez exactamente o que lhe era pedido. Um filme de baixo custo, com e para jovens, que se tornou de culto um dos maiores sucessos de bilheteira do ano. As portas abriram-se para um novo projecto, que acabou por arranjar lar no estúdio 20th Century Fox, sob a tutela do icónico executivo Alan Ladd Jr. (filho do icónico actor Alan Ladd).

Mas Lucas não estava nada predisposto a repetir a fórmula usada em ‘American Graffiti’. Aliás, apercebeu-se que tinha chegado a altura de fazer o projecto que já há muito congeminava; o de um filme espacial para acabar com todos os filmes espaciais, mas ao mesmo tempo homenagear as suas fantasias de infância, onde tinha crescido, em frente da televisão, a ver filmes como ‘Gunga Din’ ou ‘Flash Gordon’ e a ver séries como ‘Buck Rogers’ ou ‘Lone Ranger’. O projecto, que demorou quase quatro anos desde que foi inicialmente aprovado até que foi lançado nas salas de cinema nesse inolvidável mês de Maio de 1977, tinha como título original (estão prontos?!): ‘Adventures or Luke Starkiller, as Taken from the Journal of the Whills, Saga 1: The Star Wars’. Depois foi encurtado para ‘The Star Wars: Ep. IV: A New Hope’. E nós todos conhecemo-lo, e amamo-lo, como ‘Star Wars’.

Como disse em cima, já tudo se escreveu sobre esses quatro longos anos onde o mito se criou, com árduo trabalho e uma pontinha de sorte. Pelo meio temos a incansável visão de Lucas, a criação da Industrial Light and Magic e da LucasFilms (ambas fundamentais em levar o cinema para a era digital), as noitadas, as desistências, os compromissos, a árdua filmagem no deserto da Tunísia, a descoberta de incríveis talentos como o técnico de som Ben Burtt ou até o input decisivo de amigos chegados de Lucas como Steven Spielberg ou Brian dePalma, que reza a lenda escreveu a versão final do texto que abre o filme. Livros como o fantástico ‘The Making of Star Wars: The Definitive Story Behind the Original Film’ de J.W. Rinzler contam tudo isto a um extenuante (mas extremamente excitante) pormenor, mas tudo isso se dissipa no imaginário do espectador no momento em que vê (ou revê pela n-ésima vez) o filme.

E quando mais uma vez, há umas semanas, coloquei o DVD no leitor, tentei esquecer tudo o que sei para voltar a embrenhar-me de novo na história. A cena inicial, primeiro com o texto amarelo a deslizar pelo espaço ao som da música de John Williams (e a subtil homenagem ao tema de ‘King’s Row’ que só o mais devoto estudioso de música cinematográfica reconhecerá), e depois com o estonteante efeito da gigantesca nave espacial do Império a perseguir a pequena nave dos rebeldes, transportam-nos para um local excitante onde a fantasia e a aventura são reais. E, talvez surpreendentemente, esse local é intemporal. Eu vi ‘Star Wars’ pela primeira vez nem 10 anos de idade devia ter, na televisão portuguesa (nas matinés da SIC, creio, no início dos anos 1990). Depois vi e revi o VHS gravado dessa, ou doutra exibição. Depois foi o VHS original da edição especial de 1997, com as cenas adicionais para antecipar a chegada de ‘Ep. I: The Phantom Menace’. E depois, finalmente (porque não fui ainda ao blu-ray), as edições em DVD que surgiram após 2005 e o fechar da trilogia das prequelas. Mas todos esses anos e todas essas visualizações e todos esses formatos depois, o impacto desta cena, e dos quase dez minutos seguintes até ao momento em que o filme finalmente abranda quando os dois droides, C3PO e R2-D2, vão parar ao deserto de Tatooine, permanece inalterável. É muito mais que a inovação dos efeitos especiais e do facto de, pela primeira vez na história do cinema, a câmara se mover para os acompanhar, que terá siderado as audiências de 1977. Hoje em dia, na era de ‘Avatar’ e ‘Transformers’ e ‘Avengers’ já tomamos qualquer tipo de efeito digital como garantido, mas aqueles primeiros dez minutos de ‘Star Wars’, concebidos há quase quarenta anos, continuam a surpreender e são o início do segredo para a nossa rendição incondicional ao filme.

Em pouco mais de um quarto de hora, vemos um gigantesco vilão ameaçador de máscara (Darth Vader), representando um Império ditatorial à procura de uns planos roubados pelos rebeldes (mais pormenores seriam completamente desnecessários), uma princesa bela e assanhada (Carrie Fisher) que é tudo menos uma donzela em apuros, dois robôs que funcionam como escape cómico (qualquer semelhança com ‘A Fortaleza Escondida’ de Kurosawa é pura coincidência) e que acabam por se pôr em fuga, indo parar a um planeta afastado com os ditos planos. Aí, por coincidência (ou não), após encontros com estranhas criaturas, acabam por ir parar às mãos de Luke (Mark Hamill), um jovem rapaz de uma quinta (quinta de humidade no espaço, mas é a mesma coisa), um zé-ninguém no fim do mundo (da galáxia, mas é a mesma coisa), que sonha em ver esse mesmo mundo (a galáxia) e com a aventura. E graças aos droides, a um estranho e místico eremita que vive nas suas proximidades, Ben Kenobi (o grande Alec Guiness), e a um pirata espacial, Hans Solo (Harrison Ford) cujos serviços inicialmente contratam, vai mesmo vivê-la. E nós vivemo-la com ele.

Aqui residem, pelo menos para mim, os dois grandes segredos da intemporalidade de ‘Star Wars’. Primeiro a sua edição intensa, quase frenética. Durante quatro anos, Lucas escreveu e re-escreveu o seu argumento. Se tivesse filmado o seu argumento original, não sei se ‘Star Wars’ se distinguiria muito de outros filmes espaciais da década de 1970, que podem ser fantasiosos mas são artificiais e hoje extremamente datados. Mas as necessidades da produção, o constante cortar de custos que o obrigou a ser mais contido na ambição cénica, o contínuo reescrever para sintetizar a história, o seu talento de edição (Lucas sempre foi melhor editor que realizador e argumentista) e a liberdade que deu aos actores (principalmente Ford e Fisher) para poderem malear as suas falas, tornando-as mais naturais e, mais importante, mais fluídas, foi decisivo. Desde o primeiro segundo, desde o primeiro acorde do tema principal, o filme não pára, avança vertiginosamente de cena em cena, mantendo-nos na ponta dos nossos assentos, raramente pondera o que aconteceu (a morte dos tios de Luke, por exemplo, é rapidamente esquecida) e raramente tem cenas realmente dramáticas, mas antes momentos que podemos apelidar de mais intensos. O momento em que Obi-Wan se deixa trespassar pelo sabre de luz de Darth Vader, por exemplo, não existe para causar tristeza, nem é um forçado elemento para dar uma artificial intensidade ao último acto do filme. É, isso sim, mais um momento para estimular a nossa fantasia, na forma como ele perdura e se torna eterno, uma voz na consciência de Luke, o seu mentor invisível na sua restante aventura.

Pois é precisamente isso que é realmente importante, é esse o objectivo principal de Lucas, e a grande ambição de 'Star Wars': incutir no espectador (e fá-lo como muito poucos filmes na história) a sensação constante, interminável, de aventura. Este é o seu segundo segredo, um segredo partilhado pelas aventuras clássicas como ‘Gunga Din’, mas que o cinema moderno, pós 1980, pós ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’ e ‘Back to the Future’ (Lucas e Spielberg estarem de certa forma associados aos três não é por acaso…) parece ter-se esquecido de como se faz. A história de 'Star Wars' é contada de forma minimalista, com diálogos sintéticos mas apuradíssimos, que com um misto de irreverência, comicidade, jargão futurista (pouco intrusivo) e uma pontinha de moral inspiradora para os seus jovens espectadores, avançam o filme com cada frase e cimentam a nossa relação com as personagens, mesmo que elas não estejam grandemente desenvolvidas. Aliás, nem precisam de estar, pois são personagens que conhecemos desde sempre, desde que ganhamos consciência, desde que começamos a ler BD e a ver desenhos animados. A princesa, o misterioso mau (não sabemos, neste filme, quem é nem de onde vem, nem interessa), o herói humilde que anseia pela aventura, o herói convencido e egocêntrico que revela ser um rebelde com bom coração, o seu gigante companheiro felpudo e todas as outras criaturas que vão desfilando pelo ecrã, são elementos clássicos, sempre presentes, na fantasia aventureira. Estão nas aventuras de Aladino, de Sinbad, de Buck Rogers. E estão também em ‘Star Wars’, a extensão natural destes. E existem com tanto à vontade, com tanta naturalidade, que acreditamos, que nos rendemos.

E ‘Star Wars’ consegue fazer isso de uma forma tão inteligente que é preciso pensar, tantas visualizações depois, o quão minimalista é também em termos das suas linhas argumentais chave. Senão vejamos. Depois de saírem de Tatooine no Millenium Falcon, a nave espacial de Hans Solo (a palavra inglesa spaceship faz mais a ponte aos barcos dos bucaneiros que a palavra portuguesa nave), os nossos heróis, apesar de alguns reveses pelo caminho devido à perseguição de Vader e dos soldados imperiais, ‘limitam-se’ (muitas aspas) a resgatar a princesa da Estrela da Morte e depois a regressar lá com o exército rebelde para o assalto final. Literalmente, ‘Star Wars’ não tem mais história, a não ser claro, aquela que é concebida pelo desenvolver, não tanto das suas personagens, como já disse, mas pela química entre elas (a cena do tanque do lixo, por exemplo).

Isto porque, e vem aqui um pormenor importante, o filme é também extremamente minimalista em mais um ponto: na mitologia. Uma das coisas mais surpreendentes ao rever o original ‘Star Wars’ é, se nos conseguirmos abstrair e olhar para ele como um ente isolado, a forma como tão pouco é dito e revelado sobre a Força e sobre os Jedi. Hoje, quarenta anos e cinco filmes depois (quase seis), já estamos tão embrenhados no Universo, já sabemos tantas ramificações de eventos e personagens, que custa a acreditar que este filme, na realidade, estabelece muito pouco, ou quase nada. E estará a mentir quem afirmar que Lucas já tinha pensado na história para a frente, que Vader era o pai de Luke, etc. Nada disso transparece aqui. A Força é apenas um mito que flui pela subcorrente do filme, mencionada ocasionalmente, e as artes Jedi assemelham-se muito mais a subtis passos de magia, estabelecidos em comunhão com a natureza e com conotação religiosa. A Força é um sentimento (não posso jurar, mas creio que neste filme nem se vê levitação de objectos), um controlo de emoções, nossas (quando Luke treina vendado) e dos outros (Obi-Wan passa pelo stormtrooper, Vader esgana à distância). A Força é um elemento místico como o génio da Lâmpada que estimula a nossa fantasia e não, realmente, um ponto do qual a história precisa de depender.

Portanto, em conclusão, esmiuçando assim o ‘Star Wars’ original, fico sempre com a sensação que não é a mitologia que me fascina neste filme. Nem são os efeitos especiais, muito embora tenham revolucionado a indústria (estão anos luz à frente dos restantes filmes espaciais da década) e ainda hoje surpreendem e seduzem pelo seu ‘realismo’. Nem é a acção. Se em retrospectiva a luta de sabres de luz entre Obi-Wan e Darth Vader é incrivelmente morna, já a climática batalha de Yavin (o assalto final à Estrela da Morte) é um excitante pedaço de cinema (trust the Force, Luke), mas mesmo assim se a acção não fosse tão espectacular, acho que nos renderíamos ao filme na mesma. Porque o que me fascina neste filme é algo que está perto destes elementos mas não é bem a mesma coisa: a fantasia da aventura e a forma como é contada. ‘Star Wars’ tornou-se eterno porque acha este equilíbrio: um filme no fio da navalha, que tenta continuamente o espectador com a sua tensão intensa mas simpática e familiar, situado num meio então extremamente popular no imaginário de uma geração (o espaço), contado com visuais inovadores mas desenvolvidos em prol da história e reminiscente dos velhos clássicos (das séries de TV a Kurosawa), e com um rol de heróis familiares e cheios de química (num mistura de adrenalina e comédia), que são atirados de situação em situação a um ritmo non-stop só para os vermos a escapulirem-se uma e outra vez. Os mais críticos podem afirmar que muitas dessas situações podem não contribuir em nada para a história. Mas contribuem, porque a aventura em si é a própria história.

E por isso é que ‘Star Wars’ singra. E por isso é que faz parte do nosso imaginário comum e o amamos acima dos outros filmes. Porque aqui o objectivo era puro. Entreter, fantasiar, exaltar, divertir, levar-nos a viver aventuras e chegar ao fim do dia e receber uma medalha da princesa. Por isso não importa qual dos heróis (Luke ou Hans) fica com ela no final. Nenhum fica e ficamos todos contentes e eles sorriem de medalha ao peito. Por isso não importa que o mau não pereça e fique ‘apenas’ à deriva no espaço (uma versão da queda no abismo cheio de nevoeiro dos filmes da Disney). O que importa é que a aventura foi vivida, a missão foi cumprida, e no fim houve uma grande celebração. Há melhor? Não, claro que não. Nem haverá. É a fórmula do entretenimento por excelência.

Esqueçamos a mitologia que se criou, quase sem querer, pelo caminho. Esqueçamos os efeitos especiais revolucionários que marcaram o cinema para sempre. Esqueçamos a gloriosa banda sonora sinfónica de John Williams que salvou uma arte em extinção. Esqueçamos a revolução no cinema de aventura nos anos 1980 que ‘Star Wars’ originou. Esqueçamos os seis Óscares (mais um honorário) que o filme recebeu (ah, pois, toda a gente se esquece disso). Esqueçamos o universo expandido, as sequelas, os livros, as convenções, os milhares de fãs mundiais. E esqueçamos as piores partes, como algumas frases mais insossas (a clássica sobre Toshi Station) ou algumas adições recentes (a cena Solo/Jabba da versão de 1997 - péssimos efeitos). Olhemos só e apenas para ‘Star Wars’, o filme de 1977, em todos os seus 121 minutos de esplendor. E então encontraremos um filme dinâmico, humilde e puro. Uma aventura fantasiosa de excelência sem ambições pretensiosas; nas personagens, na mitologia, na acção. Uma peça cinematográfica que não quer ser arte, quer ser entretenimento. Do bom. Ninguém esperava (desconfio até incluindo o próprio Lucas) que o resultado final fosse algo assim. Mas é. E é por isso que é imortal. É por isso é que toca todas as pessoas, de todas as classes, de todos os países, de todas as idades. Porque todos nós tivemos sonhos de aventura quando éramos criança. E ‘Star Wars’ materializa todos esses sonhos em duas horas. Somos todos inseguros como C3PO, irrequietos como Luke, convencidos como Hans, atrevidos como a Princesa, mas ao mesmo tempo temos o nosso ‘lado negro’ e amamos detestar um bom vilão. O poder de identificação de ‘Star Wars’ é absoluto. E, como se viu ao longo das últimas quatro décadas, não dá mostras de abrandar. Por mais sequelas que se façam a nossa imaginação é sempre alimentada por aquela memória do filme de 1977. Quando tudo o resto falha podemos sempre voltar a ele e reviver a aventura. E ela estará sempre lá, à nossa espera, para mais uma viagem.

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Quem escreve

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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