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How the West Was Won

Ano: 1962

Realizador: John Ford, Henry Hathaway, George Marshall, Richard Thorpe

Actores principais: James Stewart, Debbie Reynolds, Gregory Peck

Duração: 164 min

Crítica: Sinceramente não concordo com aqueles que dizem que o western americano se revolucionou apenas a meio da década de 1960, com os trabalhos de Sergio Leone e Sam Peckinpah. Foi uma viragem fulcral do género, que abandonou o heroísmo clássico desmesurado para se tornar mais duro e mais amargo, para o bem e para o mal, mas não foi nem de perto nem de longe a única viragem, nem talvez a mais importante. O western foi um género que constantemente se reinventou, e constantemente reflectiu a realidade contemporânea através da alegoria das suas lendas.

Com ‘The Iron Horse’ (1924) John Ford provou que o western podia ser épico, quando até então era apenas um escape menor aventureiro. Em 1939, após uma década de filmes B e cowboys cantantes, ‘Stagecoach’ e ‘Union Pacific’ lançaram o western como género heróico e all-american por excelência, no período mais patriótico da história do cinema americano. No início dos anos 1950, assistimos a outra reinvenção, com o surgimento de obras mais adultas e mais tensas como os filmes de Anthony Mann, ‘Johnny Guitar’ (1954) ou ‘High Noon’ (1952). De ‘My Darling Clementine’ (1946) a ‘Rio Bravo’ (1959), da trilogia da cavalaria de John Ford ao sublime ‘The Ox Bow Incident’ (1943), de John Wayne a Henry Fonda a Jimmy Stewart, o western reflectiu, durante três décadas, não só a história da América (passada e presente) mas os valores basilares da própria Hollywood clássica. E quando essa estrutura começou a ruir na década de 1960, o western como o conhecíamos seguiu o mesmo caminho.

Depois de ‘A Fistful of Dollars’ (1964), depois de ‘The Wild Bunch’ (1969), o western não podia voltar a ser o mesmo. Verdade que os velhos dinossauros do género ainda o tentaram suster durante os 10 anos seguintes, mas filmes como ‘True Grit’ (1969) ou ‘The Cowboys’ (1972) eram pedaços nostálgicos que já não encaixavam numa indústria, e numa sociedade, que ao mesmo tempo produzia obras alienadas como ‘Pat Garret and Billy the Kid’ (1973) ou desgarradas como os spaghetti westerns. Por isso mesmo é que ‘How the West Was Won’ (em português 'A Conquista do Oeste') assume um estatuto quase profético na história de Hollywood. Por isso é que ’How the West Was Won’ detém uma aura ainda mais especial, para além do seu argumento expansivo e da opulência da sua produção. É como se os velhos donos de Hollywood tivessem sentido que o western estava a morrer, tal como eles, e antes que isso se consumasse tenham decidido deixar um legado definitivo às gerações futuras, condensando em pouco menos de três horas de filme toda a magia cinematográfica que havia constituído este tão bem amado género nas décadas anteriores. E ’How the West Was Won’ consegue ser, muito naturalmente, esse legado. É o maior, o mais ambicioso e o mais épico western (mas não, propriamente, o melhor) que alguma vez saiu das fábricas do sistema de estúdios de Hollywood.

No inicio dos anos 1960, os estúdios perdiam o poder e a concorrência da televisão era colossal. Nesta década, talvez como nenhuma outra até ao despoletar em massa dos efeitos visuais por computador na década de 2000, o cinema tornou-se num espectáculo ainda mais ‘espectacular’, com formatos cada vez mais alargados, cores garridas, e produções maiores, mais ousadas e mais custosas, enriquecidas por paradas de estrelas. Daqui datam os primeiros blockbusters; foram os anos de ‘The Guns of Navarne’ (1961), ‘The Sound of Music’ (1965) ou ‘Lawrence of Arabia’ (1962). Para mim, os melhores blu-ray são precisamente aqueles dos filmes feitos entre 1960 e 1965, pela simples qualidade visual (real) da fotografia e da magnífica palete de cores que era captada pela câmara. Por esta altura, a MGM estava enterrada até ao tutano com a produção de ‘Cleópatra’, outro estrondoso épico, mas o estúdio, ambiciosamente, não se ficou por aqui. Com a produção de ’How the West Was Won’, a MGM criou o pai de todos os westerns, o western definitivo, a festa de despedida de arromba de um género que não morreria depois disto, é certo, mas nunca voltaria a ser filmado desta maneira, com estes valores, e com estes nomes na produção.

A ficha técnica de ’How the West Was Won’ é inaudita nos anais de Hollywood e só por isso já garantia o seu lugar na história do cinema, independentemente daquilo que o filme poderia vir a ser. O filme conta com nada menos do que três realizadores, que dividem entre si os cinco segmentos distintos desta saga familiar. John Ford, o supremo, o homem que era o Oeste Americano, ficou responsável pelo segmento ‘Guerra Civil’, que surge como ponto de viragem a meio do filme. George Marshall, que havia filmado o seminal western em tom de semi-paródia ‘Destry Rides Again’ (1939), realizou o segmento ‘Caminho de Ferro’. Mas foi Henry Hathaway, que na realidade fez os seus westerns mais famosos posteriormente, ‘The Sons of Katie Elder’ (1965) e ‘True Grit’ (1969), ambos com John Wayne, que ficou responsável pelo grosso do filme: os dois segmentos iniciais (‘Os Rios’ e ‘As Planícies’) e o final (‘O Bandido’). Por fim, Richard Thorpe está ainda creditado como o realizador de algumas sequências de transição.

Do lado dos actores, o filme ostenta tudo, ou quase tudo, o que representava, para o público contemporâneo, o imaginário do velho oeste, com excepção, diria eu, de Gary Cooper (que tinha um papel no filme mas faleceu antes de o poder filmar) e claro, Clint Eastwood, pelo simples facto de que a trilogia dos dólares estava ainda a dois anos de distância. De resto este filme conta com James Stewart, John Wayne, Henry Fonda, Gregory Peck, Richard Widmark, Debbie Reynolds, Eli Wallach, Lee J. Cobb, Walter Brennan, Andy Devine e até Raymond Massey numa breve aparição como Lincoln, um papel que já havia feito com enorme sucesso anteriormente.

Aqui não ocorre o mesmo que em outras paradas de estrelas como ‘Around the World in 80 Days’ (1956) ou ‘The Longest Day’ (1962), em que os cameos das estrelas são oferecidos artificialmente com pompa e circunstância, só para o filme se exibir. Quer o papel seja grande ou pequeno (John Wayne diz apenas umas 5 frases por exemplo), parece sempre ser relevante e natural, uma parte da Historia da América que o filme vai apanhando fugazmente, quase por acaso, ao seguir a sua linha central. Em cada cena, o filme dá a entender que há muito mais profundidade nestas personagens secundárias, que não se limitam a aparecer e desaparecer. O filme dá-lhes dimensão e vida, e acreditamos que existiam antes e depois da câmara as apanhar. Isto porque também capitaliza, com mestria, na aura de cada actor, que o público conhecia de inúmeros westerns anteriores. Quando vemos a fugaz aparição de John Wayne, ele trás consigo toda a sua bagagem. Vemos essa figura imponente na noite e o filme não precisa de dizer mais nada. E isso é magnífico.

E por fim o filme tem ainda outro grande trunfo na sua vertente técnica. É todo filmado em Cinerama. Na tentativa de bater a televisão, em 1953 o cinema abandonou o formato 4:3 e tornou-se alargado. O widescreen, em várias versões, é usado no grande ecrã até hoje, mas estes senhores nunca estão satisfeitos. Se hoje se experimenta fazer longas-metragens de ficção totalmente em IMAX, por exemplo, no início da década de 1960 experimentou-se com Cinerama, um formato curvo que era obtido pela filmagem simultânea de três câmaras lado a lado. Usado principalmente em documentários da natureza, tal como o IMAX (a logística das três câmaras e das perspectivas era imensamente complicada), o Cinerama só sobreviveu a dois filmes de ficção, ambos da MGM e ambos de 1962: ‘The Wonderful World of the Brothers Grimm’ (1962) e claro ’How the West Was Won’. O resultado é um filme belíssimo visualmente, que inspira em cada enquadramento, e que oferece ao espectador toda a imensidão dos espaços abertos americanos. Cada plano é uma sinfonia ao Oeste, e visto que não há efeitos especiais (excepto nos close-ups), tudo, desde a debandada dos búfalos, à viagem de jangada pelos rios selvagens, à perseguição final num comboio, é feito realmente, o que é incrível. Hoje seria tudo feito com um ecrã verde num estúdio. Na altura esta busca pelo realismo tornava as sequências muito mais intensas (mesmo que fossem menos ambiciosas) e muito mais espectaculares. 

Desde o sublime plano inicial, em que percorremos, sem cortes, uma rua do velho oeste até chegarmos às margens do rio, o filme convida o espectador a entrar dentro desta realidade mística e este só vai querer sair quando rolarem os créditos finais, 2h45min depois. Este filme não se pode ver num VHS ou na TV em 4:3 com pan-scan. Só se pode ver no cinema ou em DVD/Blu-ray. E se cresci a assistir a este filme no canal TCM com as duas enervantes linhas verticais na imagem (a assinalar onde uma câmara terminava e a outra começava) – linhas essas que estão em todas as versões do filme de TV e DVD – ontem finalmente vi, pela primeira vez, este filme como o viu o público em 1962. A nova versão blu-ray de ‘How the West Was Won’ eliminou digitalmente as barras verticais e o resultado é uma versão widescreen de cortar a respiração, com uma definição incrível e um som 5.1 do outro mundo. Excelente blu-ray e excelente forma de re-mergulhar neste filme, ou de o descobrir, caso o leitor nunca o tenha visto.

Narrado pela calma voz de Spencer Tracy, o filme é um enorme compêndio da conquista do Oeste pelos colonos Americanos. No fundo, é uma saga familiar em cinco segmentos distintos, seguindo a perspectiva das duas irmãs Prescott, a sonhadora Eve (Caroll Baker) e a mais terra-a-terra Lilith (a energética Debbie Reynolds que como não podia deixar de ser canta algumas músicas). No primeiro segmento, ‘Os Rios’, são ainda jovens e juntamente com a sua família, do qual o patriarca é um imponente Karl Malden, tentam atingir o Oeste de barco, primeiro pelo famoso Erie Canal e depois cruzando os grandes rios americanos. Escusado será dizer que tudo lhes acontece, desde um encontro com piratas a depararem-se com uns rápidos, que acabam por tirar a vida ao pai e à mãe.

Órfãs, Eve assenta numa quinta com Linus (James Stewart), um explorador por quem se apaixona e que ela consegue ‘domar’, enquanto Lilith regressa ‘à civilização’, para se tornar cantora de cabaret. Lá conhece um jogador de póquer interesseiro, Cleve (Gregory Peck) e quando Lilith herda uma suposta mina de ouro, vão juntos numa caravana até à Califórnia (segmento ‘As Planícies’). Inevitavelmente, o clímax deste segmento é a caravana ser atacada pelos índios, que aqui, felizmente, não têm o tratamento xenófobo de outros westerns. Mesmo assim são referidos pela voz off como "homens primitivos" e todo o filme fala da ‘conquista’, que não é só a conquista à natureza ou aos homens de más intenções que minam a liberdade em prol do lucro (aspectos estes em que o filme maioritariamente se foca), mas também, subtilmente, aos índios, que tal como os outros têm de ser derrotados para que o sonho americano possa ser vivido…

Anos mais tarde irrompe a Guerra Civil e o filho de Eve e Linus, Zeb (George Peppard – seria o Hannibal de ‘A-Team’ vinte anos depois), alista-se (segmento guerra Civil’). Numa manobra ousada, nunca chegamos a ver a guerra. Em vez disso, o filme foca-se numa única noite, antes da grande batalha, mas através da mística nocturna, das breves conversas, do mostrar do medo e dos feridos, a Guerra Civil é tão bem retratada como seria num filme com grandes cenas de batalha. Depois de terminar o conflito, Zeb torna-se inicialmente num pistoleiro que trabalha para a companhia de caminho-de-ferro, com a missão de manter a paz à medida que os trilhos vão avançando através de território selvagem (segmento ‘Caminho de Ferro’). Por fim, décadas depois, Zeb, agora xerife, vê a sua família; a mulher, os filhos e a velha tia (a viúva Lilith – o elo de ligação entre todas as gerações do filme) em perigo quando um bandido (Eli Wallach) regressa à cidade para vingar a morte do irmão (segmento ‘O Bandido’).

Ao longo de 164 minutos, ‘How the West Was Won’ resume a lenda da construção da nação americana no século XIX através de vinhetas claras e autocontidas. Podiam ser episódios semanais de uma série sobre pioneiros, e não é por acaso que o filme originou realmente uma série, com poucos episódios de vida, em 1978. Cada evento é um grandioso espectáculo cinematográfico em si, mas não tem muita consequência emocional, se quisermos pensar nisto como um filme não de acontecimentos, mas de personagens. Mas não é esse, certamente, o objectivo. O objectivo do filme é muito mais grandioso e muito mais universal, para se preocupar com esta ou aquela personagem, e com os seus arcos. ‘How the West Was Won’ vale pelo valor da sua produção e não propriamente pela sua história, e é (quase) uma mera coincidência que seja a mesma família a estar presente em todos estes episódios. E não é preciso muito esforço para nos apercebermos que estes episódios nada têm de transcendental em termos de inovação no género western. Já os vimos anteriormente; o assalto ao comboio, o ataque dos índios, a corrida ao ouro, a rapariga que dança no saloon mas que tem bom coração, o duelo entre o xerife e o pistoleiro malvado…

Mas é precisamente essa familiaridade que torna este filme tão bem sucedido, aliada a outro pormenor importantíssimo: conhecemos estes acontecimentos, mas nunca os vimos desta forma. A belíssima fotografia, o gigantesco realismo e dinamismo da produção, catapultam estes eventos quiçá banais para os píncaros da arte cinematográfica como forma última de entretenimento familiar. Veja-se a sequência da debandada de búfalos. É de uma intensidade invejável, de uma dinâmica insuperável, e o espectador fica agarrado à cadeira. Qual Jason Statham qual quê. Esta sequência é toda a acção que precisamos para nos cativar, e recordamo-la, como um marco do cinema irreplicável. E quem diz a sequência dos búfalos diz tantas outras que este filme vai dando, uma atrás da outra.

Felizmente, entre estas sequências épicas, os diálogos são parcos mas inteligentes, permitindo-nos criar essa tal empatia com as personagens, mesmo que fugazmente, a que já me referi em cima. Não acreditamos muito na paixão de Eve por Linus, por exemplo, lastimamos que John Wayne seja “desperdiçado” num papel tão pequeno, ou lamentamos não voltar a ver muitas personagens (como a de Jimmy Stewart ou a de Gregory Peck), cujos destinos são condensados numa frase breve por uma outra qualquer personagem anos mais tarde. Mas não importa. A aura está lá e preenchemos as lacunas com o nosso imaginário do velho oeste. E apesar da sua imponência, num ou noutro ponto o filme não se importa de abrandar o ritmo para dois dedos de conversa. Pode ser telegráfico mas é eficiente e na sequência seguinte ataca de novo com a sua magia épica, balançando desta forma o todo com o íntimo.

Ao mesmo tempo, a decisão inspirada de manter Lilith uma presença constante durante todo o filme (tal não acontecia na versão original do argumento) une a história, dando-lhe um forte fio condutor (pois Lilith é uma personagem forte). Debbie Reynolds é a dinâmica que electriza o filme, e está tão convincente quer como adolescente quer como idosa. Ela é a alma do Oeste, representa a força e a perseverança dos homens que o ‘conquistaram’, por isso é ainda mais extraordinário que tenha havido esta decisão de atribuir esse papel a uma personagem feminina. É uma decisão totalmente invulgar no género, mas muito bem-vinda, a que Reynolds corresponde com mestria.

Com uma banda sonora irrepreensível e vibrante de Alfred Newman, que nos capta desde a primeira nota, e com uma narração imaculada de Spencer Tracy, ‘How the West Was Won’ embala o espectador através da história (lírica) da América. É um autêntico conto de fadas dos ‘cowboys e índios e caminhos de ferro’. É a história que os americanos certamente querem contar às suas crianças, conscientes de que não é inteiramente verdade. Mas não há nada de errado com crescer com a ilusão, e nenhum outro western deu essa ilusão tão bem como este. Pode pecar por um sentimentalismo exacerbado, mas compensa completamente em termos de qualidade fílmica. Pode ser uma ilusão de grandeza por vezes descomedida, mas quando as imagens aéreas finais, que nos mostram as actuais cidades americanas, se interligam com o discurso inspirador final de Tracy, somos recordados de todos os grandes westerns de Hollywood, e ficamos rendidos à glória e ao heroísmo desta conquista. Não é uma questão de ficarmos a achar que os americanos são os melhores do mundo (embora talvez os americanos possam pensar nisto por esta altura do filme), mas de reconhecermos o fecho de uma era, e ficarmos gratos por essa era ter existido. O filme é a história dos pioneiros da América, mas bem que pode ser também a história sobre os pioneiros do western de Hollywood: John Ford, Bronco Billy, John Wayne, Henry Fonda…

Devido ‘Tom Jones’ (que ganhou Melhor Filme e Realizador) e ‘Cleópatra’ (que ganhou nas categorias visuais – Fotografia, Direcção Artística e Guarda-roupa), ‘How the West Was Won’ viu-se afastado dos Óscares principais, mas ainda arrecadou três: Melhor Argumento, Melhor Som e Melhor Montagem. Não é o melhor western da história do cinema, nem é o mais completo. Mas é o que mais honra o género e a sua memória, e surgindo quando surgiu, nas vésperas de ‘A Fistful of Dollars’, é a enorme e definitiva despedida do clássico western do grande ecrã. E desta forma, com estes realizadores, estes actores, estas sequências e esta fotografia – elementos que o cinema não mais voltou a ver deste modo, é uma despedida que comove e inspira. Se o western mais épico de sempre é provavelmente ‘The Good the Bad and the Ugly’ (1966), o western clássico mais épico de sempre é sem sombra de dúvida ‘How the West Was Won’. E neste momento só há uma maneira de o ver decentemente: em blu-ray. Absolutamente brutal.

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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