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Hamlet

Ano: 1996

Realizador: Kenneth Branagh

Actores principais: Kenneth Branagh, Julie Christie, Derek Jacobi

Duração: 242 min

Crítica: Shakespeare não precisa de qualquer introdução. É provavelmente o maior escritor da história da humanidade. O cinema shakespeariano também não. Desde os primórdios da sétima arte que as peças do bardo têm sido objecto de adaptação, para o melhor e para o pior, e com uma inevitabilidade cíclica têm regressado em modas ao grande ecrã. Pensemos nas obras, inclusive do cinema mudo, como o ‘Hamlet’ de 1921, nas extravagâncias dos anos 1930 como o musicalizado ‘A Midsummer’s Night Dream’ (1935) ou ‘Romeo and Juliet’ (1936), nas obras de Lawrence Olivier como ‘Henry V’ (1944) ou o vencedor de Óscar de Melhor Filme ‘Hamlet’ (1949), nas obras de Orson Wells dos anos 1950, ou na obra flower power de Zeffireli, ‘Romeo and Juliet’ (1968). E depois pensemos em Kenneth Branagh, que também não precisa de qualquer introdução, devido à forma como transportou Shakespeare para o cinema do século XXI. E é em ‘Hamlet’, de 1996, que os três, Shakespeare, o cinema shakespeariano e Branagh se conjugam da forma mais extravagante, opulenta, inovadora, genial, poderosa porém acessível e, atrevo-me a dizê-lo (?!), sim, artística de todas. Com quase 4 horas de duração isto não é um filme. É um monumento. Mas será um mamarracho, um elefante branco, ou será um dos maiores épicos que o cinema já produziu? Como nas restantes adaptações de Branagh, os críticos dividem-se, mas eu estou do lado dos fãs.

Como escrevi em mais pormenor na critica ao filme shakespeariano de 1993, ‘Much Ado About Nothing’, Branagh foi o menino prodígio dos palcos ingleses durante os anos 1980, revitalizando a forma de interpretar Shakespeare e sendo aclamado como o novo Lawrence Olivier. Em 1989 Branagh entrou de rompante em Hollywood com o pujante ‘Henry V’ que misturou a forma clássica de interpretar o bardo com uma guturalidade em sintonia com o cinema de acção dos anos 1980 e com uma capacidade artística invulgar (veja-se o plano de 5 minutos do campo de batalha na cena ‘Non nobis, Domine’). Branagh recebeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Realizador e uma para Melhor Filme, e o filme foi um sucesso de bilheteria, mas muitos críticos torceram o nariz. Quatro anos depois Branagh deu ao Mundo um dos meus filmes preferidos, o já citado Much Ado, que de novo foi um sucesso de bilheteira, mas de novo foi atacado. Muitos críticos não gostaram que Shakespeare fosse assim massificado, com um elenco cheio de estrelas de Hollywood, tons mais ligeiros, longos monólogos cortados, algumas liberdades visuais e uma fórmula mais, digamos, estandardizada. Viram isso como um sell-out por parte de Branagh. Mas visto que ele é fiel ao texto e à essência de todas as personagens, dá um extraordinário ritmo e uma invejável dinâmica aos seus filmes que muitas adaptações shakespearianas não têm (veja-se as dengosas adaptações da BBC dos anos 1970 e 1980), e tudo somado consegue oferecer um produto de qualidade, puro, sem necessitar de explorar os valores modernos nem capitalizar abertamente nas suas estrelas (aí sim vendendo a alma ao consumismo), como é que isto pode ser um sell-out? Adaptações subsequentes, na moda pós-Branagh que durou durante a década seguinte, como ‘Romeo and Juliet’ (1996) de Baz Luhrmann ou o ‘Midsummer Night’s Dream’ de 1999, fizeram isso mas Branagh nunca o fez. Ok, ele gosta de dar um toque exageradamente dramático às suas cenas, adora mergulhar nos discursos heróicos abafado pelas brilhantes notas melódicas de Patrick Doyle, e ama o som da sua própria voz, mas nunca se pode acusar Branagh de traição. Ao contrário de outras adaptações, o Shakespeare está todo lá, a essência das peças está toda lá, o amor ao teatro e ao cinema, unidos como siameses, está todo lá. Ninguém a fazer filmes shakespearianos hoje em dia (ou talvez em qualquer década) deu tanto amor e tanta dedicação aos seus produtos. Os puristas podem torcer o nariz as vezes que quiserem até se cansarem, mas foi Branagh que melhor juntou a magia das palavras mais belas alguma vez escritas com a magia da sétima arte (e ainda acrescentaria musica à formula, em ‘Love’s Labor’s Lost’ de 2000!).

Em 1996 Branagh estava no pico da sua popularidade. Para além dos filmes shakespearianos, fizera um ou outro filme mais modesto, mas quase sempre passado no mundo do teatro (Peter’s Friends, 1992, por exemplo), mas também fizera o seu primeiro blockbuster, ‘Frankenstein’ (1994), um tipo de filme pouco digno dos seus talentos, mas que o ajuda a financiar os seus projetos mais pessoais. Hoje em dia, vemos Branagh a realizar ‘Thor’ (2011) e ‘Jack Ryan: Shadow Recruit’ (2014), mas depois quem está em Londres pode vê-lo numa peça do West End, devidamente financiada por estas extravagâncias. Nos 1990, Branagh injectava esse dinheiro em cinema shakespeariano. E com popularidade, sucesso de bilheteira e capacidade de financiamento, Branagh não se pôs com meias medidas. Se havia altura em que Branagh poderia fazer Hamlet, essa altura era precisamente esta.

Obviamente o cinema já tinha visto o seu quinhão de Hamlets. Em cima citei a versão de 1921. A versão altamente galardoada de Olivier em 1949 quebrou convenções e mergiu cinema e teatro com um ousado estilo cinematográfico minimalista inspirado no cinema noir. E até em 1990, Zefirelli tinha filmado uma versão mais negra e mais gutural passada na Idade Média, com um bem intencionado (mas mal empregado) Mel Gibson (?!) no papel principal. E aqui estava Branagh, uns meros 6 anos depois, a repetir a façanha. Mas o Hamlet de Branagh nunca tinha sido visto, nem no cinema nem no teatro. Branagh, usando uma expressão coloquial portuguesa, ‘passou-se’. Foi completamente ao limite com a sua adaptação, numa gloriosa homenagem ao Bardo, cheia de bravura, mas que subtilmente (ou talvez nem tanto) acabou por ser uma homenagem ao próprio Branagh. O Hamlet de 1996 é uma impressionante, excêntrica e egocêntrica tour de force, mas que, apesar de algumas falhas, nunca deixa, nem de surpreender, nem de deliciar. 

Basicamente, Branagh pegou num elenco estelar e levou-o para um belíssimo palácio no interior da Alemanha e lá, literalmente, e sem desculpas, filmou o Hamlet inteiro, da primeira à última linha, unindo todas as versões existentes dos Fólios originais para formar a versão, em teoria, mais completa possível. Nunca, na história do teatro ou do cinema, tal aconteceu. O risco, em teoria, era demasiado grande. Mas Branagh, neste ponto, não tinha medo de riscos.

Filmado no glorioso formato de 70 mm (raramente utilizado no cinema deste os épicos dos anos 1960), que lhe dá uma expansividade visual, mas também uma resolução de intimidade, e com 3h50min de duração, este ‘Hamlet’ é, como disse em cima, um monumento. Mas nunca é, por um segundo que seja, e por incrível que possa parecer, enfadonho. Branagh literalmente prende o seu espectador (quer ele seja fã de Shakespeare ou não) durante todo este tempo, com todas as boas práticas que existem nos livros, e mais algumas que provêm da sua capacidade artística invulgar, mesmo que algo ‘americanizada’ ou estandardizada. A música de Patrick Doyle, um génio compositor (para quando o Óscar?!) é uma constante e cria o tom de fundo até para os mais longos e mais expressivos monólogos. É mais do que um elo de ligação e uma ambientação; é também um velho truque de estimulo mental para o espectador, que neste caso perdoa a ofensa  por ser tão boa (destaco as músicas ‘Sweets to the sweet – farewell’, ‘Go bid the soldiers shoot’  ou ‘In Pace’, com a voz de Plácido Domingo). O estilo de edição, os baléticos movimentos de câmara e acima de tudo os extraordinários e riquíssimos cenários (os espelhos, os cortinados, os salões gigantescos) também são regalos para o olhar e nunca deixam de despertar a atenção, por mais horas que passem.

E por fim, o trunfo do elenco é também uma cartada escondida na manga de Branagh. Nunca sabemos quem vai aparecer a seguir e as surpresas são uma constante, quer no bom que no mau sentido. O elenco vai desde a pura perfeição (uma novíssima, 2 anos antes de ‘Titanic’, Kate Winslet como Ophelia, Charlton Heston absolutamente extraordinário como o Actor, o último grande papel da sua vida, e Derek Jacobi e Julie Christie como os Reis) até ao completamente bizarro; actores que nunca na vida esperaríamos ver em Shakespeare e que dão uma entoação absolutamente invulgar (para não lhe chamar estranha e descabida) às palavras do bardo. Gerard Depardieu por exemplo, está péssimo na única cena em que entra, debitando diálogo quase por favor e com grande esforço para moldar o seu sotaque francês à melodia shakespeariana. Jack Lemon vomita Shakespeare exactamente da mesma forma, com a mesma entoação e com o mesmo sotaque das suas comédias com Walther Mathau. Robin Williams está também um bocado perdido e sempre risonho, embora não o considere um mau actor. E quão grande é o choque para o espectador quando vê Billy Crystal surgir de dentro da cova de Yorick, interpretando o coveiro, munido com seu sotaque de Brooklyn?

Branagh foi suficientemente inteligente para perceber duas coisas. Primeiro que precisava de actores clássicos de enorme capacidade e experiência de palco para os seus papéis principais. Por isso nenhuma destas quase aberrantes escolhas de actores são para os papéis que constituem o fio condutor da história. Segundo que para tornar um filme destes minimamente interessante para um público mais alargado, para o conseguir vender e para arranjar financiamento, o rol de estrelas secundárias era um mal que vinha por bem. E é surpreendente (outro ponto a favor do filme) como algumas destas estrelas conseguem estar taco a taco com os actores mais conceituados. O caso de Billy Crystal é peremptório. Pode ser um choque vê-lo a surgir como o coveiro, mas é inegável que executa o seu papel na perfeição. Por outro lado Branagh faz coisas inexplicáveis em relação ao casting. Judy Dench e John Gielgud, dois dos actores shakespearianos mais conceituados do século XX, entram num flashback por breves segundos e não dizem uma única palavra. Li uma vez num livro o autor a criticar fortemente Branagh por isto. Certamente Dench e Gielgud seriam bem melhores (em qualquer papel) que muitos dos actores que este filme tem. Mas este filme, talvez numa tentativa de ser continuamente apelativo, tem uma veia de filme dos Marretas, ou seja, tem cameos meramente ilustrativos, para que o espectador aponte e diga surpreendido “olha quem é que está ali”… E há-os para todos os gostos e todos os públicos.

Por fim, obviamente (e creio que ainda não o tinha dito) Hamlet é interpretado pelo próprio Branagh, a cereja no topo do bolo do monumento que este artista ergueu a si próprio. O seu Hamlet é muito menos gutural que o de Mel Gibson, é muito menos eloquente que o de Olivier ou o de Gielgud, mas é talvez muito mais emotivo. Por exemplo, Branagh decide interpretar ‘to be or not to be’ no grande salão de espelhos, quando olha para o reflexo de si próprio. Os seus olhos estão a perscrutar a sua própria alma, estão a sondar os seus limites de sanidade, e o público capta isso, capta essa emoção, que é mais uma vez também levada ao colo pela música de Doyle. O range vocal de Branagh reflecte o de outros papéis seus. Invariavelmente, quando mais dramático, a sua voz baixa quase para um sussurro delicado, um sopro, e quando mais intenso e mais épico, todo o seu peito incha e cerra o pulso. Mas mais uma vez, estes seus tiques são de novo perdoáveis, pois o seu range dramático é inegável. Ele tem-no, e tem-no em enorme qualidade.

E é assim que ao longo de quase 4 horas, assistimos a uma espécie de Lawrence da Arábia passado no reino podre da Dinamarca. Abafada pelos cenários, pela música, pelo opulento design de produção e pelo bizarro elenco, desenrola-se a história do príncipe Hamlet da Dinamarca, cujo pai foi assassinado pelo tio, que em seguida usurpou o trono e casou com a cunhada, ou seja, a mãe de Hamlet. A vingança deste só surge mesmo no final. Pelo meio há mais de 3 horas em que Hamlet vê o fantasma do seu próprio pai que lhe conta a verdade, começa a ensandecer e a perder-se numa crescente espiral de loucura (fingida ou não, nunca saberemos mesmo passado 500 anos da peça), que passa, como um vírus, também para Ofélia, a sua prometida. Mas enquanto Hamlet tem a sua loucura minimamente controlada, com uma ideia de um plano de vingança por detrás, Ofélia fica cada vez mais doente, o que leva a um dos primeiros finais trágicos. Depois há mortes, duelos, acusações, monólogos demorados e enfim, tudo o que se pode encontrar numa boa peça do bardo de Stratford-upon-Avon. Há ainda um conjunto grande de personagens secundárias e linhas argumentais que vão mais ou menos fugindo do fluir principal da narrativa que este filme, ao contrário de outras adaptações, mostra com todo o vagar e todo o detalhe, tal como Shakespeare o imaginou.

Mas Branagh não ficou completamente contente com isto, e ainda acrescentou mais um pouco ao filme (acrescentava mais e o filme provavelmente explodia!). Estes acrescentos são a própria interpretação de Branagh de certos eventos, provavelmente inseridos no filme para que o público pudesse perceber e seguir de uma forma mais clara a história. Contudo não creio que estes acrescentos sejam bem conseguidos. Para além de tirarem alguma mística à peça e de impedirem o espectador de pensar e de tirar as suas próprias conclusões, muitos destes juízos de valor estão inseridos somente para chocar, ou para apimentar o material. O exemplo mais berrante é o flashback com a cena de sexo entre Hamlet e Ophelia. Para além de ser uma oportunidade prematura de ver uma Kate Winslet nua (oportunidades não faltam na sua carreira desde então), e de aliviar por uns segundos a mente do público do extenuante e intrincado diálogo shakespeariano, é uma cena que abertamente afirma que Hamlet e Ophelia tiveram um relacionamento antes dos eventos da trama, algo que a palavra escrita da peça nunca torna explicitamente claro.

Mas pense-se o que se pensar de Shakespeare, pense-se o que se pensar de Kenneth Branagh, é inegável que o ‘Hamlet’ de quatro horas de 1996 é um filme pivotal da historia do cinema. O ‘Hamlet’ de 1948 pode ter ganho o Óscar de Melhor Filme, mas é este ‘Hamlet’ que se ergue épico nos ombros da arte. Está feito com tanta bravura, com tanta ousada solidez, com tanta beleza, apesar de nada subtil, aninhado na belíssima fotografia de 70mm e nas localizações extraordinárias de filmagem, que um espectador passa 4 horas de queixo caído, mesmerizado por cada segundo, por cada fala. Diz-se que a essência de Shakespeare está toda nas palavras e na forma como elas são ditas e interpretadas pelo actor. Mas Branagh, nos anos 1990, mostrou-nos que uma encenação impressionante e imponente, aliado a um domínio de mestre de técnicas cinematográficas, pode dar um sabor extra a estas obras, e tornar o seu apelo (ainda mais) universal. Branagh não fez apenas grandes adaptações das peças. Fez, acima de tudo, grandes filmes. Para os fazer, porque o cinema e o teatro são dois meios diferente, teve que tomar algumas liberdades, mas (quase) nenhuma prejudica a peça. Esqueçamos algumas actuações de fugir, algumas interpretações de conteúdo mais polémicas, e este ‘Hamlet’ fica sem falhas para apontar.

Nomeado para 4 Óscares (argumento adaptado, banda sonora, guarda-roupa e direcção artística) - não ganhou nenhum - 'Hamlet' é um marco na forma de fazer cinema, é um filme que poderia ter sido filmado por David Lean de tão sumptuoso, expansivo, mas ao mesmo tempo hipnotizante que é (provando a extraordinária visão de Branagh), e é o ‘Hamlet’ definitivo para ver no grande ecrã. Depois deste filme, qualquer Hamlet que seja feito empalidece em comparação, porque vai sempre cortar partes da peça, porque não terá um elenco tão estelar como este, porque não será filmado num extraordinário palácio, porque não terá uma fotografia tão bela. O filme pode acabar em glória e não em melancolia, como deveria ser, e com Branagh a colocar-se a si próprio num pedestal (o egocentrismo nunca calha bem) mas não consigo deixar de repetir que, na minha opinião, uma união mais perfeita entre a palavra escrita do Bardo e a palavra visual de um realizador jamais foi produzida, nem mesmo na visualmente inovadora versão de Hamlet de 1949.

É então mais que justo que este filme de Branagh tenha acabado por ser o seu canto de cisne do cinema shakespeariano, a sua última grande contribuição a esta forma de arte, o fechar de uma trilogia que inclui ‘Henry V’ e ‘Much Ado About Nothing’. Branagh foi tão alto que o único caminho possível era tombar. Branagh voltou a Shakespeare em 2000 com o musical mágico ‘Love’s Labour’s Lost’, um filme que mistura a peça com músicas de Cole Porter e Irving Berlin, extraídas dos musicais dos anos 1930 (Cheek to Cheek de ‘Top Hat’ por exemplo). A ousadia desta mistura acabou por sair furada e o filme foi um gigantesco fiasco. Na realidade considero-o um esforço deveras interessante, e a mistura funciona relativamente bem, mas tenho que admitir que é algo difícil de digerir numa primeira instância. O embate deste filme foi tão profundo que Branagh só voltou ao cinema de Shakespeare com um telefilme, para a HBO: ‘As You Like It’ (2006), um esforço digno, ao estilo Branagh, mas que já não tem a mesma magia.

Branagh agora realiza e actua em blockbusters, de ‘Harry Potter’ a ‘Thor’, e pelo caminho vai fazendo produtos para a televisão e o teatro mais pessoais. Mas parece ter abandonado Shakespeare de vez, pelo menos no cinema, o que é uma pena. Filmes modernos como ‘Titus’ (1999) ou ‘Coriolanus’ (2011) de Ralph Fiennes devem tudo a Branagh. E do seu espólio ‘Hamlet’ de 1996 poderá não ser o seu melhor filme, mas é o seu diamante mais perfeito. O bardo ficaria orgulhoso. Mais do que fazer arte, Shakespeare queria entreter. Com Branagh, o publico leva ambos para casa.

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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