Home » , , , » Alien: Covenant

Alien: Covenant

Ano: 2017

Realizador: Ridley Scott

Actores principais: Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup

Duração: 122 min

Crítica: Na passada quinta-feira, após largas semanas de trabalho intenso, tirei um dia de férias. Tudo o que eu queria era ir ver o novo filme do Malick ‘Song to Song’. Mas vivemos numa era em que os filmes dificilmente ficam mais de três semanas nas salas de cinema, porque se não fazem dinheiro no primeiro fim-de-semana já são considerados “um fiasco” e há uma enorme ânsia dos estúdios para os lançar o mais rapidamente possível em DVD, em streaming ou em vídeo-on-demand para arrecadar mais uns trocos. Com choque apercebi-me que, duas semanas depois da estreia, na minha cidade já só havia um cinema a passar ‘Song to Song’, numa sessão à meia-noite… Patético. Portanto eu e a minha esposa mudamos de planos e decidimos ir ver o novo filme de Ridley Scott, o sexto da saga ‘Alien’ (o oitavo se contarmos os filmes ‘Alien vs Predator’). Em duas palavras estrangeiras: Big Mistake.

‘Alien: Covenant’ é um filme fraco. Muito fraco. É sem dúvida alguma o pior filme que vi no cinema este ano. Aliás, é o pior filme que vi este ano e eu até sou um moço que vê muitos filmes, como o leitor muito bem sabe. Está a anos luz das melhores entradas da saga ‘Alien’. E está a anos luz de ‘Prometheus’ (2012), o filme que o antecede. ‘Covenant’ faz lembrar aquelas sequelas incrivelmente foleiras dos filmes slasher: de ‘Sexta Feira 13: parte 7’ a ‘Jurassic Park 3’. É um filme sem o mínimo de profundidade, sem o mínimo de história, sem o mínimo de trabalho na concepção das personagens. E pior, é um filme tão mal escrito, tão mal concebido, que nem sequer tem o mínimo de adrenalina, o mínimo de tensão, o mínimo de suspense. É tão previsível e tão pobre em termos de originalidade que não provoca sustos. Provoca risos (não intencionados). E isso é incrível, vindo de quem vem.

"‘Alien: Covenant’ é um filme muito fraco. É sem dúvida alguma o pior filme que vi este ano. (...) Faz lembrar aquelas sequelas incrivelmente foleiras dos filmes slasher (...) É um filme sem o mínimo de profundidade, história ou trabalho na concepção das personagens. E pior, é um filme tão mal escrito e concebido, que nem sequer tem o mínimo de adrenalina, tensão ou suspense. É tão previsível e tão pobre que não provoca sustos. Provoca risos."

Sinceramente, não tenho estado muito agradado com o trabalho recente de Ridley Scott. Na minha crítica do ano passado a ‘The Martian’ terminei escrevendo “Esperemos que com ‘Alien: Covenant’ (2017) Scott regresse ao Cinema. Mesmo”. Mas não é desta e começo a ter muitas dúvidas que alguma vez volte a ser. Longe, muito longe, está o Scott que contribuiu para moldar o visual do cinema do século XXI; o visionário de ‘Alien’ (1979), ‘Blade Runner’ (1982), ‘Legend’ (1995) e mais tarde ‘Thelma & Louise’ (1991) ou ‘Gladiator’ (2000). No início da sua carreira, Scott era o expoente do autor americano que continuamente ia contra as convenções do blockbuster, produzindo assim obras de arte desafiantes e estimulantes. Agora, não se acomodou numa terceira idade madura e segura como Clint Eastwood ou Michael Mann. Em vez disso parece ter-se acomodado numa posição de ‘antigo grande realizador’.

Em filmes como 'Hannibal' (2001), American Gangster’ (2007), ‘Robin Hood’ (2010), ‘The Counselor’ (2013), ‘Exodus: Gods and Kings’ (2014) ou ‘The Martian’ (2015) Scott, hoje com 80 anos, parece ter perdido as forças para lutar contra a máquina de Hollywood e filma tudo o que lhe põem à frente. Todos estes filmes tentam ser ambiciosos mas têm argumentos notoriamente fracos. E a extraordinária mestria visual de Scott, na estética da cena, na gestão dos planos, no design de produção, está misteriosamente ausente. Escrevi na crítica a ‘The Martian’: “Nunca diria que este era um filme de Scott se não o soubesse”. Infelizmente, ‘Alien: Covenant’ padece de todos estes pecados.

Se é para continuar a saga ‘Alien’ então seria de louvar, achava eu, que fosse Scott a fazê-lo, tal como não se concebe que seja outro que não David Lynch a filmar o revival de ‘Twin Peaks’. Aliás, Scott até nos deu uma obra relativamente interessante em ‘Prometheus’. Mas ‘Prometheus’ não caiu muito bem com o público em geral, que não apreciou os twists mais existencialistas, quiçá mais intelectuais, que a história oferecia. E portanto, o plano da trilogia que Scott havia concebido foi descartado. Mas Scott não devia ter aceitado filmar, por uma questão de integridade, o rumo que os produtores decidiram dar a ‘Covenant’. Porque na realidade não há rumo. O resumo fácil deste filme é que um monte de trintões vai para um planeta distante e, visto que insistem em ir um a um sozinhos para um canto escuro, são comidos, um a um, pelos Alien. Ah e no fim há um twist, previsível, muito previsível (mesmo muito muito muito previsível há mais de meia hora de filme). E é isto. Também outra coisa não seria de esperar do argumentista que concebeu outra aberração: ‘Transcendence’ (2014).

"Scott não devia ter aceitado filmar, por uma questão de integridade, o rumo que os produtores decidiram dar a ‘Covenant’. Porque na realidade não há rumo. O resumo fácil é que um monte de trintões vai para um planeta distante e, visto que insistem em ir um a um sozinhos para um canto escuro, são comidos, um a um, pelos Alien. Ah e no fim há um twist, previsível, muito previsível (...). E é isto."

Realmente não há muito mais do que aquilo que resumi no parágrafo anterior. O filme tem uma pequena cena inicial que recupera a concepção do andróide David (Michael Fassbender) que tem uma conversa sobre o significado da existência com o seu criador interpretado por Guy Pearce, que recupera por poucos minutos o seu papel de ‘Prometheus’. Esta conversa, no mais singelo mas mesmo assim melhor cenário do filme, poderia fazer antever que estes temas, tão proeminentes em ‘Prometheus’, voltariam. Se o leitor se recorda, o filme anterior acabava com a Dra. Shaw (Noomi Rapace), após ter aniquilado o Alien, a partir numa nave rumo ao desconhecido com o que sobrava de David para encontrar os seres celestiais que supostamente conceberam os humanos. Contudo, é a primeira e última vez que estes temas são mencionados.

Mas isso por si também não teria mal nenhum. Para mim o melhor filme de ‘Alien’ é o segundo, o de 1985 realizado por James Cameron, porque é testosterona pura; um dos melhores filmes de acção sci-fi, se não o melhor, alguma vez concebido. Num bom slasher nem tudo precisa de ser inteligente, desde que o espectador tenha bons sustos, gore com classe, e se delicie com a espectacular acção que desfila pelo ecrã. Mas há uma linha muito fina entre isto e a banalidade. E essa linha é atravessada claramente em ‘Covenant’.

O filme demora quase meia hora com contextualização barata na nave Covenant, que leva uma colónia inteira de humanos, em capsulas de hipersono, para um distante planeta cujas características poderão ser semelhantes às da Terra. Os membros da tripulação também estão a dormir e só Walter, um update do modelo de David, está acordado, gerindo a nave sozinho nos longos anos da viagem (de novo Fassbender, na melhor interpretação do filme). Mas a explosão de uma estrela próxima causa grandes danos à nave e obriga a tripulação a despertar mais cedo do que o previsto, sendo que o seu capitão (um pequeno cameo de James Franco) perece. 

"A dimensão humana (...) é quase inexistente, perdendo-se em pormenores inúteis e inconsequentes, explorando muito parcamente a ligação emocional entre os casais e obrigando cada membro da tripulação a seguir a mecânica dos clássicos estereótipos (...)  Após o que Waterston fez em ‘Inherent Vice’ este papel e este filme são um gigantesco desperdício do seu óbvio talento. "

Os produtores lançaram há poucas semanas no Youtube uma pequena curta intitulada ‘Last Supper’, contendo uma breve cena (obviamente cortada do filme) no qual esta tripulação, inteiramente composta por casais, é apresentada enquanto comem juntos pela última vez antes de irem paras as cápsulas de hipersono. Sinceramente, acho uma pena esta cena ter sido cortada porque ao menos dava um mínimo de contextualização às personagens. Assim sendo a dimensão humana que o filme apresenta é quase inexistente, perdendo-se em pormenores inúteis e inconsequentes, explorando muito parcamente a ligação emocional entre os casais e obrigando cada membro da tripulação a seguir a mecânica dos clássicos estereótipos. Temos o fanático religioso (Billy Crudup – fez-me lembrar a exagerada interpretação de Michael Biehn em ‘The Abyss’), o cowboy (Danny McBride), a cientista que ama a natureza (Carmen Ejogo), a miúda gira (Callie Hernandez), a nervosa que irá fazer asneira da grossa (Amy Seimetz), entre outros que parecem estar ali para serem pouco mais do que carne p’ra canhão dos Alien (Demián Bichir, Nathaniel Dean). E ao centro, Daniels (Katherine Waterston) a viúva do capitão que acaba eventualmente por assumir o comando, e que tem óbvias parecenças com a personagem de Sigourney Weaver, até ao ponto de ser também uma operadora de máquinas pesadas e de no final matar o Alien exactamente da mesma forma que no filme original. Após o que Waterston fez em ‘Inherent Vice’ (2014) este papel e este filme são um gigantesco desperdício do seu óbvio talento.

Todas estas personagens têm em comum parecerem muito pouco inteligentes. Temos de nos recordar que é suposto serem astronautas e cientistas, cuja missão é levar e proteger os dois mil colonos em hipersono. Portanto parece incrível a quantidade de erros infantis que cometem e a sua enorme falta de destreza quando deparados com o perigo. Enquanto tentam reparar a nave, o radar detecta uma mensagem, supostamente humana, proveniente de um planeta próximo (muito mais próximo daquele ao qual rumavam), e que também parece ter as mesmas características de habitabilidade da Terra. Não se detendo muito para pensar (excepto Daniels) porque é que este planeta não faz parte das cartas espaciais e o que poderá estar lá um humano a fazer, decidem ir investigar, esperançados que poderá ser o seu novo lar. Esse planeta, claro, é o mesmo de ‘Prometheus’, e é aqui que começa a enorme série de incongruências e parvoíces deste filme, que a internet já se deliciou nas últimas semanas a enumerar. Um argumentista daqueles filmes do canal Sci-Fi não faria melhor.

Primeiro parece incrível que uma nave tão grande, que leva tanta gente, só tenha uma única nave mais pequena acoplada. Isso faz com que os três membros da tripulação que permanecem em órbita fiquem sem meios de chegar lá abaixo – a não ser que levem a nave grandalhona – quando as coisas nefastas começam a acontecer. Depois uma conveniente tempestade iónica faz com que as comunicações entre uns e outros fiquem cortadas durante a maior parte do filme (até o meu filho de 1 ano se lembrava deste truque argumental). Quando aterram no planeta, abrem calmamente as portas sem qualquer tipo de teste ou protecção. “O ar parece bom” diz uma personagem. Ainda bem, se não fosse já tinham todos morrido. Por qualquer motivo, aterram a 8 quilómetros de distância da origem do sinal humano, certamente para poderem exercitar um bocadinho as pernas. Nessa caminhada, dois membros da tripulação mexem em ovos de Alien, de novo sem qualquer tipo de protecção, e são infectados. Cinco minutos depois de terem aterrado já os Aliens andam por ali atrás deles a matar gente. Maravilha.


"A primeira grande cena de ataque Alien é a melhor (...) apesar de também ter parvoíce de sobra (...) O espectador fica a pensar que as cenas só melhorariam daqui em diante. Mas não. As restantes cenas dos Alien a comer astronautas são insossas, desenxabidas e muito pobres. Os Aliens nem sequer têm de se esforçar. Mesmo com os companheiros a morrer como moscas, há sempre um iluminado que tem a enorme necessidade de estar sozinho."

A primeira grande cena de ataque do Alien é a melhor, com bastante dinamismo e tensão, apesar de também ter parvoíce de sobra, como o facto de as visadas escorregarem numa poça de sangue não uma, mas duas vezes (parece uma gag cómica), e a nervosinha parecer não ter tido qualquer tipo de treino médico ou militar, o que é deveras estranho para uma astronauta. Mesmo assim, por momentos, o espectador fica a pensar, como seria suposto, que as cenas só melhorariam daqui em diante. Mas não é isso que acontece. Todas as restantes cenas dos Alien a comer astronautas indefesos são insossas, desenxabidas e muito, muito pobres. Os Aliens nem sequer têm de se esforçar. Mesmo com os companheiros a morrer como moscas, há sempre um iluminado que tem a enorme necessidade de estar sozinho. “Preciso de me ir refrescar” diz uma personagem, e ruma a um canto escuro de um complexo onde fica bem isolada. Uma atitude perfeitamente normal depois de metade da tripulação já ter morrido e de haver Aliens assassinos à solta. O resultado? Obviamente um Alien aparece e come-a. Nem mais. E pouco depois a personagem de Billy Crudup também acha que é excelente ideia enfiar a cabeça dentro de um ovo de Alien, só para espreitar. Boa sorte com isso. Portanto, o espectador não tira nenhum prazer destas cenas. Não há o mínimo de construção. Não há o mínimo de suspense. Não há o mínimo de excitação macabra pela iminente morte. As cenas nem sequer são esticadas para aumentar a tensão com por exemplo com uma perseguição mais demorada. Nada disso. Humano sozinho. Alien chega. Alien come. E é isto repetido durante uma hora. Fantástico... Ou não.

Enquanto este ciclo monótono se repete, eles descobrem que a mensagem havia sido enviada por David, que afinal não partiu com a Dra. Shaw no final do filme anterior (ou partiu?!) e vive sozinho há anos nas ruinas da antiga civilização daquele planeta. David obviamente sabe mais do que aquilo que revela mas nem a gerir este segredo o filme consegue ser muito bem-sucedido porque, como comecei por dizer, abandona a subcorrente mais existencialista que estava no âmago de ‘Prometheus’ por uma abordagem muito mais corriqueira do filme de ficção científica comercial de série B. A química entre David e Walter, fomentada pela fantástica dual interpretação de Fassbender, é a melhor coisa que este filme tem, quer em termos de efeitos especiais (bem melhores que os Aliens, que são algo fraquinhos para os padrões modernos), quer em termos de dimensão emocional, visto que esta é praticamente inexistente nos humanos. De certa forma, este filme pertence aos andróides, o que não deixa de ser um pormenor interessante, mas até isso cai por terra porque se foca nos mesmos temas batidos dos filmes com andróides e apoia-se num twist consequentemente desinspirado, para além de altamente previsível.

O filme divide-se entre o segredo de David e a tentativa dos sobreviventes de regressarem à nave em órbita, levando a vários showdowns em que Daniels de repente se transforma (sem que nada o justifique na realidade) na nova Ripley, para aniquilar mais uma nova estirpe de Alien (maior, mais móvel, mais humana) que os persegue. Mas poderá haver mais perigos com os quais não estava a contar (ela, porque o espectador os topa a milhas)…

"Há uma enorme falta de energia (...). O estilo de Ridley Scott é uma miragem (...), o soberbo design de produção de H.R. Giger uma memória distante, os efeitos especiais banais e o argumento nunca devia ter visto a luz do dia. Tudo se resume à ideiazinha do twist, que o filme guarda com carinho (...) e depois revela no final com um brilho no olhar, esperando aceitação. Parece a atitude de uma criança que tem um segredo que não sabe que toda a gente já sabe."

Tudo somado, ‘Alien: Covenant’ é um filme patético. O espectador só tem vontade de rir quando devia estar a suster a respiração. Chega a um ponto que este tipo de filmes só valem pela tensãozinha antes da explosão gore e pelos sustos valentes que o realizador nos consegue pregar (como a cena na unidade médica em ‘Prometheus’, que ainda hoje me causa arrepios). Mas quando não há tensão, quando não há sustos, quando o filme se apoia nos clichés do cinema slasher (os argumentistas viram ‘Scream’ vezes de mais, só pode) e os reproduz mecanicamente sem o mínimo de sabor, saltando de morte em morte sem gusto nem emoção, o espectador não consegue desfrutar de nada do que se está a passar no ecrã.

Pior ainda, há uma enorme falta de energia em toda a produção. O estilo de Ridley Scott é uma miragem (realizou pelo telefone?!), o soberbo design de produção de H.R. Giger uma memória distante, os efeitos especiais banais e o argumento nunca devia ter visto a luz do dia. Tudo se resume à ideiazinha do twist, que o filme guarda com carinho, negligenciando tudo o resto (a linearidade superficial do argumento mete dó) e depois revela no final com um brilho no olhar, esperando aceitação. Parece a atitude de uma criança que tem um segredo que não sabe que toda a gente já sabe. Mas sabemos. Oh se sabemos.

Tenho pena de Ridley Scott. Tenho pena porque não há dúvidas que já foi um dos melhores realizadores americanos. Talvez ainda o seja, mas a filmar argumentos destes é impossível de comprovar. Para filmar personagens burras a ser comidas a torto e a direito por Aliens num filme sem história, sem profundidade, que desperdiça os seus bons actores e com um twist fraco, qualquer realizador o poderia fazer. Qualquer um do canal Sci-Fi. Qualquer um das múltiplas sequelas e remakes de filmes de terror que há por aí. Não era preciso Scott e certamente Scott também não precisava disto. Só o desvirtua.

"‘Alien Covenant’ não é bom entretenimento slasher. Não é bom entretenimento de acção. Nem é um bom filme de ficção científica. É uma amálgama de lugares comuns numa história que não faz avançar absolutamente nada a saga Alien e que deixa tudo em aberto para infinitas sequelas. (...) Não oferece nada e promete muito para o filme a seguir, que quando chegar não oferecerá nada e voltará a prometer muito para o a seguir a esse."

‘Alien Covenant’ não é bom entretenimento slasher. Não é bom entretenimento de acção. Nem é um bom filme de ficção científica. É uma amálgama de lugares comuns numa história que não faz avançar absolutamente nada a saga Alien e que deixa tudo em aberto para infinitas sequelas. É a sina do cinema moderno. Não oferece nada e promete muito para o filme a seguir, que quando chegar não oferecerá nada e voltará a prometer muito para o a seguir a esse. Detesto detesto detesto. Caro leitor, faça o que praticamente nenhuma personagem faz neste filme. Fuja deste ‘Alien’.

0 comentários:

Enviar um comentário

Porque todos somos cinema, está na altura de dizer o que vos vai na gana (mas com jeitinho).

Vídeo do dia

Citação do dia

Top 10 Posts mais lidos de sempre

Com tecnologia do Blogger.

Read in your language

No facebook

Mais lido da semana

Histoire(s) du cinema: John Williams Filmworks (1997); ou o primeiro CD que comprei

Acho que toda a gente se lembra do primeiro disco de música que comprou. Pois bem, o meu foi o CD de compilação ‘John Williams Filmworks’ ....

Quem escreve

Quem escreve
Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

Visualizações

Seguidores Blogger

Seguidores Google+

 
Copyright © 2015 Eu Sou Cinema. Blogger Templates