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Safety Last!

Ano: 1923

Realizador: Fred C. Newmeyer, Sam Taylor

Actores principais: Harold Lloyd, Mildred Davis, Bill Strother

Duração: 70 min

Crítica: Harold Lloyd. Adoro Harold Lloyd. Os seus filmes estão imbuídos de uma simplicidade enganadora, e de uma constante alegria prazenteira que se alastra, com enorme facilidade, para o espectador. Contudo, Lloyd não é um tão recordado génio da comédia muda como são Chaplin e Buster Keaton. Perante ambos é a eterna terceira roda nas listas de cinéfilos e críticos, talvez por não haver o brilhantismo da arte nas suas composições, ou simplesmente porque, dito corriqueiramente, não calhou ter tido tanta popularidade. Mas poderá haver uma terceira razão, que pode estar precisamente associada à sua mais famosa obra: ‘Safety Last!’ de 1923 (em português ‘O Homem Mosca’). Mas já aí vamos.

Se poderia não haver propriamente ‘arte’ no cinema de Lloyd, havia, acima de tudo, o brilhantismo da comédia. Tanta que numa cena, numa gag, conseguia facilmente superar quer Chaplin quer Keaton, e são esses momentos que tornam os filmes de Lloyd muito especiais, e que tornam o (re)descobrir das suas comédias (eu já estou numa fase de as rever pela segunda ou terceira vez) um autêntico maná dos Deuses. Claro que nunca será Chaplin a meus olhos, mas não creio que outro comediante do mudo (sim, estou a incluir Keaton e Laurel & Hardy) chegue tão perto. Já falei de Lloyd uma vez em EU SOU CINEMA, quando critiquei a sua curta-metragem de 1920 ‘Get Out and Get Under’. Aí tracei o perfil deste soberbo comediante que na década de 1910 alcançou o seu primeiro sucesso com as curtas-metragens de Lonesome Luke, uma espécie de cópia mais simplista do Vagabundo de Chaplin. Mas, como escrevi:

No final da década de 1910, Lloyd abandonou Lonesome Luke, adoptou os óculos (que não precisava, eram apenas um adereço que se tornou uma imagem de marca) e criou uma personalidade cinematográfica ainda mais “all-american”; uma personagem alta e magra, um eterno romântico com um sorriso aberto, ar de nerd e uma inocência e ingenuidade enganadoras, cujas aventuras encontravam a comédia nas coisas mais triviais. Não era preciso um pathos trágico como nas curtas de Chaplin. Nem era preciso uma grande set piece como nas de Keaton. Lloyd encontrava a sua comédia pelo caminho. No caminho para casa da sua namorada, por exemplo.

E era neste tipo de situação que Lloyd se transcendia. Muitas vezes, nas suas curtas, a sua personagem nem tinha nome, era simplesmente ‘The Boy’ ou ‘Harold’, e a sua companheira era inevitavelmente sempre ‘The Girl’ ou ‘Mildred’, o nome da actriz Mildred Davis, que foi o interesse romântico em todas as suas grandes obras mas também a sua esposa na vida real durante mais de 50 anos (até à morte dela em 1969 – Lloyd morreria dois anos depois). E esta familiaridade era a essência de Lloyd, a história simples boy meets girl que nunca corria de vento em poupa por qualquer motivo engraçado e, para reverter essa situação, Lloyd tornava-se ainda mais hilariante, com uma comédia enraizada no dia-a-dia da sociedade contemporânea; uma comédia simples mas nunca baixa, divertida, sincera, verdadeira e sempre, sempre, sempre, com um final feliz. Perfeito.

Após ‘Get Out and Get Under’, Lloyd faria apenas mais cinco curtas-metragens, sempre sob a direcção do icónico produtor Hal Roach (o homem que também juntaria Laurel com Hardy). ‘Number Please’ (1920) por exemplo, segue o clássico molde da comédia de Lloyd. Num ambiente de feira popular, onde Harold vai passar o dia, a história quase inexistente ganha vida com as pequenas piadas que enchem o filme e que Lloyd vai desencantando de todas as situações possíveis, com uma naturalidade inacreditável. A partir de 1921, com ‘A Sailor Made Man’, seguindo o formato da época, Lloyd substituiu as curtas pelos filmes pequenos (entre 50-70 minutos). Seguiram-se ‘Grandma’s Boy’ (1922) e ‘Dr. Jack’ (1922), um velho favorito meu, um filme que descrevi como “simpático, apelativo, engraçado e principalmente inventivo e diversificado na sua comédia”. Ou seja, como o próprio Lloyd. E eis que chegamos a 1923 e ‘Safety Last!’.

Parece incrível que com tantas obras-primas de comédia na sua carreira, antes e depois de ‘Safety Last!’ (incluindo uma ou duas já no cinema sonoro), seja este precisamente o filme pelo qual mais é recordado. Em todos os livros de ‘filmes para ver antes de morrer’ ou ‘melhores comédias de sempre’, em todas as listas dos críticos, em todas as reposições de festivais, em todas as homenagens que são feitas, é sempre ‘Safety Last!’ que aparece como a obra a ver de Lloyd. Como isto começou é fácil de perceber. O filme tem uma icónica cena final (aquela que é continuamente reproduzida, de ‘Back to the Future’ a ‘Hugo’), em que Lloyd escala a fachada de um edifício e a determinada altura fica suspenso, agarrado aos ponteiros de um relógio. A genialidade e virtuosidade desta cena, e o mistério que a envolveu até quase ao final do século XX (como é que a tinham filmado em 1923 com tanto realismo?!), garantiu a sua imortalidade e popularidade. Não nos podemos esquecer que até aos anos 1990 não havia DVDs nem internet nem grande reposição de filmes antigos. Poucos privilegiados tinham acesso a estes espólios, nas cinematecas, nas escolas de cinema, e a genialidade e a mestria técnica da cena terá facilmente levado à visualização deste filme vezes sem conta. E isso fez com que os restantes filmes fossem esquecidos, ou até não vistos. É fácil propagar um mito. Muito mais até que uma realidade. E quem procurou Lloyd século XX fora terá certamente começado por aqui, pelo mito deste filme. O que não parece, em retrospectiva, a coisa mais acertada. Principalmente porque muitos iluminados só viram apenas este filme de Lloyd e o citam porque é da praxe, sem grande sentido crítico, como quando se cita ‘Le voyage dans la lune’ como a melhor obra de Mélies, ou ‘The General’ como a melhor de Keaton (discordo de ambas).

Ora eu não me sigo pelas praxes. Gosto de fazer os meus próprios julgamentos. Mas admito que se só tivesse visto ‘Safety Last!’ também acharia que Lloyd era pior do que Keaton e Chaplin. Felizmente, sei que não é, ou pelo menos, consegue estar taco-a-taco. É só ver a sua filmografia para o saber! Para além do mais, não só os motivos da popularidade desta cena icónica são, pelos padrões de hoje, menos fortes, como ocupa apenas os últimos 20 minutos de um filme de 70. E a grande verdade é que os primeiros 50 minutos de ‘Safety Last!’ estão bem longe da glória cómica de que Lloyd era capaz.

Realizado por Fred C. Newmeyer (que fora actor nos filmes do Lonesome Luke e que tinha passado a realizador dos filmes de Lloyd no início da década de 1920) e Sam Taylor (também o co-argumentista do filme, com Hal Roach e Tim Whelan), ‘Safety Last!’ começa numa pequena cidadezinha americana. Vemos Harold (‘the Boy’ como lhe chamam os intertítulos), atrás de umas grades, com um grande laço visível no fundo (uma forca?!) e com um padre ao lado. Mas logo a câmara gira e revela-nos que as grades são da estação de comboios, a corda é para segurar o correio e o padre está lá, tal como a sua noiva (Mildred – the girl) e a mãe desta, a despedir-se de Harold que vai trabalhar para a grande cidade (a morte do artista, parece o filme dizer!). O seu objectivo é subir na vida e ganhar dinheiro suficiente para poder casar com Mildred. A história clássica.

Mas o máximo que Harold consegue fazer é arranjar emprego como vendedor num grande armazém (o clássico department store, cujo potencial cómico foi explorado de Chaplin a Jerry Lewis), o que não lhe dá grandes rendimentos. Pior, Harold está a enrolar Mildred, enviando-lhe cartas dizendo que está a ser bem-sucedido e gastando o seu parco salário todo a comprar uma jóia para lhe enviar. Isto dá azo a algumas cenas bastante engraçadas, como por exemplo a forma como Harold e o seu companheiro de quarto Bill Strother (simplesmente chamado ‘The Pal’) se escondem da senhoria. Absolutamente genial. Mas no global o filme anda bastante devagar, num ritmo pausado e mais, chamemos-lhe, ‘dramático’, a estabelecer a história de amor e as dificuldades de Harold na grande cidade. As cenas vão tendo gags, é certo, mas poucas piadas dignas desse nome. Sentimos que este enquadramento podia ter sido estabelecido em cinco minutos. O filme leva vinte. Nunca chega a ser chato, obviamente, mas quem viu o ritmo humorístico intenso de ‘Get Out and Get Under’, por exemplo, fica desapontado.

Essa química cómica regressa quando, por azar, Harold fica preso numa carrinha a caminho do trabalho, e o filme gasta mais dez minutos numa série de piadas assentes na enormidade de veículos que Harold usa para tentar regressar ao seu ponto de partida, desde um eléctrico cheio de gente, a um carro descapotável e por fim a uma ambulância. Em termos de comédia (preparem-se para um sacrilégio da minha parte), esta é capaz de ser a melhor cena do filme – escalada final incluída. A sério! Mas é uma cena completamente fora da linha da história principal, para encher, para distrair, e essa constatação retira-lhe poder.

Finalmente, quando o filme leva Harold para dentro da department store (já quase metade do filme passou) fica sem dúvida muito mais interessante, mas ainda longe do auge que poderia atingir, e do auge que Lloyd era capaz. Na secção de tecidos, o filme extrai algumas gags à custa do gestor do piso (um empertigado senhor que embirra com Harold), de algumas clientes mais bizarras e, hilariantemente, do dia dos saldos quando a loja se enche de um mar de senhoras histéricas à procura de um bom negócio. Mais cenas cómicas surgem dos clássicos mal entendidos, quando Mildred, instigada pelas cartas de sucesso, decide aparecer de surpresa na grande cidade e na loja, e Harold faz tudo para a convencer que é o gerente em vez de se um mero empregado. As piadas vão surgindo, mas a chama é rotineira, e pouco arde.

Então o filme finalmente chega ao seu grande propósito. Umas cenas antes vimos Harold e o seu companheiro de quarto terem um encontro desajeitado com um polícia, que acaba por os perseguir. O seu amigo foge escalando um pequeno prédio, mostrando assim os seus dotes. “Posso fazer o mesmo quando quiser, num prédio muito maior”, gaba-se a Harold. É também uma tentadora imagem do filme (muito bem metida, admita-se) antecipando o que está para vir. Quando, desesperado por arranjar dinheiro para casar e manter a ilusão de Mildred de que é alguém na vida, Harold ouve o seu chefe dizer que dará mil dólares por uma ideia que atraia clientes à loja, decide chegar-se à frente. Em jeito de manobra publicitária, o seu amigo escalará o prédio, e decidem dividir os mil dólares a meio. 44 minutos de filme passaram.

O problema é que, quando chega a hora da verdade e estão milhares de curiosos na rua à espera, o polícia também aparece e o seu amigo foge para dentro da loja. Diz a Harold para escalar apenas um ou dois andares e lá em cima, longe dos olhares da rua, farão uma substituição e ele escalará o resto. Um relutante Lloyd começa a subir, primeiro lentamente, depois com mais vigor, e aí sim começa a extraordinária e memorável cena. É como se o próprio filme também começasse nesse preciso momento. Tudo o que está para trás é irrelevante. A magia do cinema começa aqui, quando Lloyd escala a primeira pedra. E prossegue, andar após andar, já que não consegue nunca ser substituído pelo amigo, que do lado de dentro vai fugindo continuamente do polícia e em cada janela grita “tentamos no próximo andar!”. Com a multidão extasiada em baixo, e o espectador extasiado do seu lado da tela, Lloyd faz a mais perigosa stunt da sua carreira, escalando até ao topo do prédio num ambiente incrivelmente realista, onde as recompensas amorosas e financeiras o esperam, à medida que pombos, um rato, uma rede de ténis, umas cordas soltas, um estandarte e o famoso relógio se atravessam no seu caminho...

Como disse, olhar para ‘Safety Last’ com olhos de ver é encontrar um filme que está longe da mestria cómica de outras obras, antes e depois, de Harold Lloyd (‘Dr. Jack’; ‘Girl Shy’, 1924; ‘The Freshman’; 1925, ou o sonoro ‘Movie Crazy’, 1932 são só alguns exemplos). As piadas pequenas vão-se sucedendo em quase todas as cenas mas com muito poucas excepções (a cena com a senhoria ou a cena dos saldos) são pouco imaginativas e demoram excessivo tempo a materializar-se, sendo posteriormente esticadas por tempo desnecessário. A cena em que Harold se infiltra com Mildred no escritório do gerente, para fingir que é o seu, é engraçada mas abusa da confiança do espectador ao arrastar-se por largos minutos. Ao mesmo tempo a história (como de costume) não é suficientemente interessante para cativar. Para ganhar vida, precisava da gag-a-minute ou da gag-a-second, que este filme se recusa a dar. Resumindo, o filme anda a arrastar-se durante quase 50 minutos de duração. Teriam chegado perfeitamente meia dúzia de minutos para o filme atingir ao mesmo ponto. E não perderia nada, se usasse exactamente as mesmas piadas mas de uma forma mais condensada e ritmada.

Portanto, para encontrar uma qualidade transcendental em ‘Safety Last!’, suficiente para justificar a sua constante menção como a obra suprema de Lloyd, precisamos de avançar até quase ao final do filme e analisar a icónica cena da escalada. Mas mesmo aí, apesar dos artifícios humorísticos (os pombos, as cordas), a comédia, quase inexplicavelmente, contínua pouco apurada. O que há, isso sim, é uma enorme tensão e sensação de perigo à qual o público contemporâneo estaria pouco habituado (mete a escalada de Chaplin em ‘The Fireman’, 1916, por exemplo, num bolso). E mesmo hoje, admitamos, a cena ainda nos deixa de boca aberta. O segredo está na brilhante maneira como está filmada. Os planos são soberbos e extremamente realistas. O filme não se acanha e mostra-nos tudo, planos laterais, planos de cima para baixo, onde vemos as pessoas na rua lá ao fundo, e planos frontais afastados, em que conseguimos ver todo o prédio e uma pequeno vulto a subir. Tudo para nos vender a ilusão de que Lloyd (que recordemo-nos não tinha dois dedos, resultante de um acidente num filme anterior) realmente escalou o edifício. E nós acreditamos nessa ilusão, e isso torna a técnica, muito mais do que a comédia, da cena, realmente memorável. Mas já antes tínhamos visto alguns planos extremamente bem executados e para a altura surpreendentes, como a vista do condutor da ambulância e alguns tracking shots, que atestam a ousadia dos realizadores. ‘Safety Last!’ não é um triunfo da comédia, mas é um triunfo da técnica cinematográfica e da composição cénica. Ou seja, é o mais próximo que Lloyd esteve da ‘arte’, o que bem poderá justificar a sua presença nas listas dos críticos, mas isso não o torna necessariamente uma grande obra da comédia muda. 

Durante anos a lenda do filme cresceu ao acreditar-se que Lloyd tinha executado a icónica stunt num edifício real. Só em 1980, após a sua morte, é que se revelou como o truque tinha sido feito. Lloyd escalava o cenário de um prédio construído no telhado de um prédio mais pequeno. Mas saber isso é irrelevante e não retira o brilhantismo da escalada, nem da forma vibrante como este pedaço de cinema foi concebido. Porque aquilo que a câmara capta é 100% verdadeiro. O background, as pessoas e os carros lá ao fundo na rua, são totalmente reais, sem truques de fotografia, sem efeitos especiais. E é isso que capta a imaginação do espectador. É isso que permite fornecer ao espectador o êxtase do verdadeiro cinema, com todas as emoções associadas: a tensão, a comédia, o suspense, a satisfação do entretenimento. A cena da escalada oferece isso, sem um único artificialismo. Mas é suficiente?

Para mim não há dúvidas que ‘Safety Last!’ merece ser visto, ou pelo menos a sua cena final, já que não há absolutamente nada que se lhe equipare. Mas não é nem de perto nem de longe o melhor Lloyd. Harold Lloyd foi um génio da comédia muda e julgá-lo com base em ‘Safety Last!’ é uma grande parvoíce e demonstra uma total ignorância relativamente à sua obra e à sua comédia. ‘Safety Last!’ é um expoente máximo da técnica e do virtuosismo cinematográfico nos seus últimos 20 minutos, mas nenhum filme vale apenas 20 minutos. Se fosse uma curta-metragem de duas bobinas ‘Safety Last!’ seria absolutamente genial e aí sim já concordaria com a sua presença em todos os tops. Mas o filme tem seis bobinas e em quatro delas as piadas não são suficientes em número, nem têm força suficiente para dar energia à história pouco espevitada. Quando olhamos para outros filmes ou curtas de Lloyd vemos o seu magnífico engenho cómico, envolto na sua aura simpática e familiar, praticamente segundo a segundo. Nos primeiros 45 minutos de ‘Safety Last!’ não. E por isso é que ainda hoje, apesar de já o ter visto umas três vezes, continua sem me convencer. A posteridade de uma cena não vale, ou não deveria valer, todo o filme.

Caro leitor, se já viu ‘Safety Last!’ e não viu o restante espólio de Lloyd nem sabe o que está a perder. Se não viu está perfeitamente à vontade para o ver para entrar no clima do mais simpático e cómico nerd da história do cinema, mas não se fique por aí. Hoje ‘Safety Last!’ pode ser visto numa versão restaurada pelo Studio Canal com uma banda sonora de 1990 composta por Carl Davis, que inclui um tema principal que se tornou agora, quase 100 anos depois, sinónimo do próprio Lloyd. E quando ele soa no final feliz sorrimos ao sabor da última pequena gag, mas não ficamos completamente convencidos. Vimos uma das mais extraordinárias sequências do cinema mudo (e até da história do cinema). Mas não vimos um extraordinário filme e, muito menos, uma extraordinária comédia.

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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