Rio

Ano: 2011

Realizador: Carlos Saldanha

Actores principais: Jesse Eisenberg, Anne Hathaway, George Lopez

Duração: 96 min

Crítica: ‘Rio’, lançado em Abril de 2011, foi o sexto filme do Blue Sky Studios; o estúdio liderado por Chris Wedge que durante os anos 1990 fez efeitos visuais para inúmeros blockbusters e que começou a dedicar-se exclusivamente ao cinema de animação em 2002 com o lançamento de ‘Ice Age’. O sucesso de ‘Ice Age’ foi tanto que o estúdio ficou condicionado por ele em termos de criatividade, e dependente dele financeiramente para ter longevidade. Nos nove anos até chegarmos a ‘Rio’, foram lançados três Ice Age (2002, 2006, 2009) e depois de ‘Rio’ saiu logo o quarto: ‘Ice Age: Continental Drift’ (2012). Cada um dos quatro rendeu centenas de milhões de dólares (Ice Age 4 é até hoje o filme mais rentável do estúdio, com quase 900 milhões), o que justificou sempre a criação de mais sequelas.

E a verdade é que os dois únicos filmes até então que não do universo Ice Age, ‘Robots’ (2005) e ‘Dr. Seuss' Horton Hears a Who!’ (2008), tinham sido apenas sucessos moderados, apesar de serem, como seria de esperar, mais inventivos que as sequelas de Ice Age que se foram tornando repetitivas à medida que o tempo foi passando. Nesse sentido, ‘Rio’ constitui um marco na história do Blue Sky. Foi o primeiro filme do estúdio que não da saga Ice Age a ser um estrondoso sucesso de bilheteira (arrecadou quase 600 milhões) e é o único até agora a ter tido uma sequela, igualmente bem-sucedida: ‘Rio 2’ (2014).

"É o filme mais colorido e quente da história do estúdio, e é certamente um dos melhores animados. Os planos do Rio de Janeiro são fantásticos (a começar pelo belíssimo plano inicial), e os marcos da cidade são constante presença no background das cenas, com um intenso realismo digital (...) E o filme apanha a cidade, convenientemente, em plena semana de Carnaval, o que ajuda a promover o ambiente festivo e a própria cidade."

O filme foi concebido como um trabalho de amor, um projecto muito pessoal de um dos animadores chave do Blue Sky, o brasileiro Carlos Saldanha. Saldanha foi orientando de Chris Wedge na Escola de Artes Visuais de Nova Iorque, e este acabou por o contratar quando o seu novo estúdio começou a crescer. Saldanha começou por fazer anúncios televisivos e trabalhou como animador na primeira curta metragem de grande sucesso do estúdio, o oscarizado ‘Bunny’ (1998), realizada por Wedge. Mas a cumplicidade entre os dois homens era tanta que Wedge promoveu Saldanha à cadeira de co-realizador nos dois primeiros filmes do estúdio: ‘Ice Age’ e ‘Robots’. E quando Wedge se tornou mais um produtor (à semelhança de Lasseter na Pixar) foi Saldanha que assumiu a realização das obras mais importantes do estúdio, nomeadamente os Ice Age 2 e 3.

Assim, para o Verão de 2011, Saldanha sentiu-se confiante para usar os recursos do estúdio de forma a satisfazer um desejo de longa data: produzir um filme de animação passado na sua terra Natal, cuja essência, de acordo com o próprio, nenhum filme havia realmente captado. Ora isto é uma declaração um pouco polémica, tendo em conta que o cinema brasileiro teve uma grande projecção na década de 2000 com os trabalhos de Fernando Meireles ou José Padilha, e que filmes como ‘Cidade de Deus’ (2002) ou ‘Tropa de Elite’ (2007) mostraram uma realidade chocante e acutilante do Rio de Janeiro. Mas percebe-se o que Saldanha queria dizer. Estava-se a referir ao cinema de animação e à visão idílica do Rio de Janeiro como uma cidade glamorosa de festa e samba e praia e boa disposição.

Claro que isto é completamente válido, porque o principal público alvo dos filmes de animação são as crianças e por definição este género sempre criou visões simplificadas e moralistas, quiçá idílicas, da realidade. Contudo, não me parece, mesmo com essa atenuante, que as coisas sejam assim tão simples. A visão de Saldanha do Rio de Janeiro é a visão das telenovelas, a visão da classe alta, à qual Saldanha provavelmente pertence (afinal, que brasileiro tem dinheiro para ir estudar animação a Nova Iorque?!), o que tira algum apelo ao filme ao espectador adulto e consciente. Curiosamente, em Portugal o filme estreou poucas semanas depois de ‘Tropa de Elite 2’ (2010) e eu vi os filmes no cinema em semanas seguidas. Lembro-me de que tive a distinta sensação de estar a ver duas cidades diferentes e arrepiei-me de cada vez que as personagens humanas sobem e descem favelas a seu bel-prazer e com um presenteiro à vontade. Todos sabemos o que lhes podia acontecer na vida real, mas esse Rio não tem lugar aqui. E, de certa forma, ainda bem. Não queríamos que as criancinhas ficassem traumatizadas. 

"Contudo, a visão de Saldanha do Rio de Janeiro é a visão das telenovelas, a visão da classe alta, (...) uma visão embelezada, extremamente selectiva (...). Mas conseguíamos perdoar isto (...) se o divertimento e a moral aventureira compensassem. Mas para além do visual, ‘Rio’ é um filme algo rotineiro que oferece pouco de novo ou especial em termos de entretenimento."

É precisamente esse ambiente colorido e animado que constitui a maior valência deste filme. É o filme mais colorido e quente da história do estúdio (a neve de Ice Age inevitavelmente condiciona a palete de cores), e é certamente um dos melhores animados. Os planos do Rio de Janeiro são fantásticos (a começar pelo belíssimo plano inicial), e os marcos da cidade são constante presença no background das cenas, com um intenso realismo digital, do Pão de Açúcar, ao Cristo Redentor à praia de Copacabana. E o filme apanha a cidade, convenientemente, em plena semana de Carnaval, o que ajuda a promover o ambiente festivo e a própria cidade. Mas lá está, é só uma visão parcial da sua existência.

O fantástico panorama inicial da cidade que abre o filme, antes de um conjunto de pássaros cantar e dançar um animado samba (excelente em 3D quando vi no cinema), consegue não mostrar uma única favela. E mesmo quando eventualmente lá vamos é-nos mostrada uma visão embelezada, extremamente selectiva, ao estilo ‘conto de fadas Disney’ (pensemos na “pobreza” de 'Aladino' por exemplo). Mas mais uma vez conseguíamos perdoar isto, tal como conseguiríamos perdoar a incongruência de toda a gente, incluindo o miúdo pobre da favela, saber falar inglês perfeitamente, se o divertimento e a moral aventureira compensassem. Mas para além do visual, ‘Rio’ é um filme algo rotineiro que oferece pouco de novo ou especial em termos de entretenimento.

Na primeira cena vemos a pequena arara Blu a ser capturada nas florestas brasileiras e a ser levada para os Estados Unidos. O pássaro acaba no gelado Minnesota, adoptado por uma pequena rapariga chamada Linda que se torna uma tímida dona de uma livraria (voz de Leslie Mann). Assim, Blu cresce como um tímido e nervoso intelectual, tal como a sua dona, habituado aos confortos do lar e sem vontade de explorar o exterior ou a sua condição de pássaro. Tanto que nunca aprendeu a voar. É assim adequado que a sua voz em adulto seja de Jesse Eisenberg, então no pico da popularidade logo após ‘The Social Network’ (2010). Adequado porque Eisenberg dá exactamente o mesmo tipo de interpretação; verborreia nervosa ao estilo de Woody Allen, sem grandes surpresas ou capacidade de surpreender o espectador. 

"Inúmeras cenas parecem existir apenas para mostrar as valências do Rio (...), como se isto fosse um postal promocional. E nesses momentos, a história e as personagens passam para segundo plano, à semelhança do que aconteceu alguns anos depois em ‘Rio, Eu te Amo’ (2014). E de facto, não há muita história a desenvolver ou personagens a construir uma vez chegados à cidade."

Mas a vida destas duas simpáticas e tímidas personagens muda quando um dia surge na livraria Tulio (Rodrigo Santoro) do Instituto de Ornitologia do Rio de Janeiro. Também ele é um simpático nerd, obcecado por pássaros, e vê-se perfeitamente desde a primeira cena que é o par ideal para Linda. Tulio explica que Blu é o último macho da sua espécie e que quer que Linda o leve ao Rio de Janeiro para acasalar com a última fêmea, Jewel (um trabalho vocal bem mais interessante de Anne Hathaway). Só não explica como é que descobriu que Blu estava ali naquele remoto local. Mas tudo bem. É apenas uma desculpa para, após alguma hesitação, Linda e Blu deixarem a sua existência sem riscos e sem excitação e fazerem-se à aventura, rumando à cidade do samba.

E assim voltamos ao Rio de Janeiro; o Rio de Janeiro onde tudo é uma festa e alegria e dança e sol e futebol e Carnaval. Inúmeras cenas parecem existir apenas para mostrar as valências do Rio, quer culinárias (quando Tulio leva Linda a jantar), quer paisagísticas (o voo dos pássaros em cima de um parapente), quer culturais (o clímax do filme ocorre em pleno sambódromo na noite de Carnaval), como se isto fosse um postal promocional da cidade. E nesses momentos, a história e as personagens passam claramente para segundo plano, à semelhança do que aconteceu alguns anos depois em ‘Rio, Eu te Amo’ (2014). E de facto, não há muita história a desenvolver ou personagens a construir uma vez chegados à cidade.

Inicialmente, assistimos ao difícil emparelhamento de Blu com Jewel, completos opostos já que ela é atrevida, emancipada e anseia ver-se livre da jaula onde está para voltar à natureza. Isto permite alguma comédia de situação e que o previsível vai-não-vai entre ambos sustenha o desenvolvimento emocional das personagens. Só é pena que a evolução de Jewel estagne a meio do filme. Ela é apenas trabalhada como contraponto e objecto de afecto de Blu, nada mais, sendo pouco credível como no decorrer da aventura acabe por retribuir esse afecto. OK, presumivelmente nunca tinha encontrado um macho da sua própria espécie até agora. Mas parece forçado já que Blu nunca faz nada para a conquistar a não ser, previsivelmente, vencer os seus próprios medos e inibições à medida que a aventura se complica.

"O filme usa inteligentemente as batidas de samba e rap para conceber cenas musicais (...), algo que representa bem o ambiente da cidade e o tom deste argumento juvenil. Mas o mesmo já não se pode dizer das três canções, (...) nenhuma delas cantada pelas personagens principais. (...) A exibição das vozes famosas é mais relevante que a construção das personagens às quais as vozes pertencem, e isso é um dos motivos para a falta de profundidade."

E que aventura é essa? Bem, Blu e Jewel são raptados por Marcel (voz de Carlos Ponce), um contrabandista que pretende vendê-los, juntamente com outros pássaros raros, a um comprador que nunca acabamos por ver. Isto faz com que Marcel, juntamente com o seu pássaro maléfico Nigel (voz fantástica, como de costume, do grande Jemaine Clement, embora o sotaque inglês fosse dispensável), e o seu caricato bando de macacos ladrões, sejam as únicas personagens más de todo o filme e de toda a cidade. Assim nunca há realmente a sensação do perigo e os maus nunca são ameaçadores. Os dois capangas de Marcel são duas almas acéfalas que funcionam como escape cómico, e Fernando (Jake T. Austin), o pobre miúdo órfão que inicialmente rouba os pássaros a mando de Marcel, apenas o faz porque precisa do dinheiro e logo mudará de casaca para o lado dos bons.

Esta personagem de Fernando até tem interesse já que é a única que nos permite ter vislumbres do outro lado do Rio. Contudo, Saldanha cobre isso com pressa e pouca ponderação (um brevíssimo plano mostra a sua casa improvisada no topo da favela) perdendo assim a oportunidade de fazer qualquer tipo de comentário social. ‘Rio’ não é esse tipo de filme. Idem para os macacos ladrões que obviamente representam os inúmeros bandos de jovens do Rio. Animando-os comicamente ao som de batidas rap, Saldanha minimiza e desvaloriza completamente a suas atitudes, que como todos sabemos são um autêntico cancro na cidade.

Enquanto Linda e Tulio vão fazendo esforços para encontrar Blu e Jewel, estes passarão o resto do filme a fugir e a voltar a ser apanhados por Marcel e o seu bando. Ambos os casais, Linda-Tulio e Blu-Jewel vão inevitavelmente aproximar-se ao longo da aventura, sendo que cada perseonagem vence os seus medos e aprende a aceitar a sua verdadeira natureza. Obviamente também, é no arco de Blu que o filme se focará maioritariamente. Na altura certa, sabemos perfeitamente, irá perder o medo e começar a voar. Pelo caminho, ele e Jewel são auxiliados por várias personagens do reino animal, como o engraçado bulldog Luiz (voz de Tracy Morgan), o pássaro Rafael (George Lopez) e dois pássaros rappers com as vozes de Will.i.am e Jamie Foxx. Não me perguntem porque é que pássaros brasileiros têm a voz de afro-americanos, fazem raps constantes e usam exageradamente expressões como "y'all" ou "bro". Cor local? Mas de que local? Do Brasil é que não é certamente. 

"As cores são quentes e apelativas, as piadas fáceis, o ritmo acelerado e nunca há nada de perigoso ou ameaçador numa história relaxada onde se sente o final feliz quase na primeira cena. Os miúdos adorarão a animação animal e sairão da sala a cantar não as esquecíveis canções, mas o eterno samba do Rio de Janeiro. E até pode ser que os pais se sintam tentados a fazer uma visita"

Em vários momentos, o filme usa inteligentemente as batidas de samba e rap para conceber cenas musicais com pássaros a voar e dançar, algo que representa bem o ambiente da cidade e o tom deste argumento juvenil. Mas o mesmo já não se pode dizer dos três momentos em que a acção para para ouvirmos três canções, que parecem sempre desajustadas porque i) isto não é um filme musical e ii) nenhuma delas é cantada pelas personagens principais. Mas não é preciso pensar muito para perceber o motivo desta decisão. Cada canção é interpretada por um dos cantores que pertencem ao elenco: Will.i.am, Jamie Foxx e Jemaine Clement. Quando o pássaro vilão tem direito a uma canção mas os pássaros heróis não (a não ser uns breves acordes no genérico final) é estranho, não é? Em ‘Rio’ a exibição das vozes famosas é mais relevante que a construção das personagens às quais as vozes pertencem, e isso é um dos motivos para a sua falta de profundidade.

Na realidade, o filme tem dificuldade em criar uma aventura que seduza para lá da superfície, para lá do seu colorido ambiente digital. As tentativas de humor são muitas, mas cenas genuinamente engraçadas são poucas. Aliás, o filme tem mais piada com subtis apartes externos à trama, capitalizando nalgum gozo do lugar comum dos brasileiros relativamente ao samba ou à obsessão por futebol, do que o humor que circunda as personagens. O constante nervosismo de Blu cansa e o facto de ele passar metade do filme acorrentado a Jewel apenas proporciona as mesmas gags batidas que todos os espectadores já estão à espera. A sucessão de perseguições e de personagens animais “exóticas” que tentam mimicar o estilo de ‘Madagascar’ é morosa, apesar do ritmo acelerado do filme (praticamente não há cenas introspectivas). E não, eu não acho piada nenhuma a Will.i.am a fazer um “rap de pássaro”. Mas volta e meia o filme regressa a isso, tentando desesperadamente ter piada, tentando desesperadamente ser cool. Já basta o que basta.

Depois de um clímax visualmente apelativo no Sambódromo (a par da sequência inicial, a melhor cena do filme), as personagens completam previsivelmente os seus arcos para um final onde tudo está bem quando acaba bem. Tudo somado, ‘Rio’ é um filme suficientemente interessante para entreter, principalmente o público mais jovem. As cores são quentes e apelativas, as piadas fáceis, o ritmo acelerado e nunca há nada de perigoso ou ameaçador numa história relaxada onde se sente o final feliz quase na primeira cena. Os miúdos adorarão a animação animal e sairão da sala a cantar não as esquecíveis canções originais, mas o eterno samba do Rio de Janeiro. E até pode ser que os pais se sintam tentados a fazer uma visita, já que o mito do Rio como uma cidade festiva é perpetuado. Afinal, perpetuar essa aura parece ser precisamente o objectivo do filme.

"No outro lado da moeda, o filme tem dificuldade em criar uma aventura que seduza para lá da superfície. As tentativas de humor são muitas, mas cenas genuinamente engraçadas são poucas. (...) A sucessão de perseguições e de personagens animais “exóticas” (...) é morosa. (...) O argumento é simplista, carregado de lugares comuns (...) Nada é distintivo a não ser o palco onde o filme ocorre. Vale um filme pelo seu cenário?"

Agora há o outro lado da moeda. ‘Rio’ está longe de ser um marco na história da animação moderna. Se pensarmos em termos de tecnologia de animação até poderá ser. Mas não em termos de história, de êxtase da aventura, da universalidade da sua moral. O argumento do filme é simplista, carregado de lugares comuns e onde pouca ou nenhuma personagem está desenvolvida, seguindo fórmulas certas e seguras mas tendo ao mesmo tempo bastante dificuldade em focar-se. Elementos que pareciam fáceis de inserir neste contexto como mensagens moralistas para as crianças sobre a pobreza ou a preservação de espécies em extinção, estão surpreendentemente ausentes. Em vez disso, o filme distrai-se com o que é secundário, ou melhor dizendo, constitui-se a partir de elementos secundários que nunca satisfazem completamente como um todo. 

‘Rio’ foi um filme extremamente popular, inclusivamente em Portugal, mas ainda hoje, sete anos depois, continuo sem estar convencido. É apenas mais um filme de animação com animais, com nada de muito distintivo a não ser o palco onde o filme ocorre. Vale um filme pelo seu cenário? Os restantes elementos estão todos lá, mas não há verdadeira imaginação ou ambição para os interligar de forma mais exímia. É verdade que a sua simplicidade colorida é uma valência para o público infantil. Mas o público adulto já viu muitos filmes como este. Nunca vi ‘Rio 2’, que leva Blu, Jewel e os seus filhos à selva Amazónica. Não sei, talvez seja desta, mas não estou à espera de nada de especial. 

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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