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The Citadel

Ano: 1938

Realizador: King Vidor

Actores principais: Robert Donat, Rosalind Russell, Ralph Richardson

Duração: 110 min

Crítica: No ano passado, deambulando como é meu costume pela anual Feira do Livro da cidade do Porto, deparei-me, num alfarrabista, com uma cópia extremamente antiga mas extremamente bem conservada do livro ‘A Cidadela’ de A.J. Cronin. Preço: 1 euro. 

Imediatamente a minha mente cinematográfica viajou até à adolescência onde, descobrindo Cinema no meu quarto à noite no canal TCM – Turner Classic Movies; vi e revi um filme com precisamente esse mesmo nome, datado de 1938. Um filme que, apesar de não ver há talvez uns 10 ou 12 anos, sabia que ainda tinha no fundo da estante, gravado num VHS. Um filme que me recordava vividamente de ter adorado e que, na adolescência, havia sido, como outros clássicos que vi pela primeira vez nesse canal, uma das grandes inspirações para a minha transição para a idade adulta. Tudo isto me veio à memória em menos de meio segundo e a pergunta que fiz a mim próprio foi “Será o mesmo? Será o livro no qual o filme é baseado”. Folheando as páginas e lendo o resumo; a odisseia de um jovem médico inglês durante as décadas de 1920 e 1930, deixei de ter dúvidas. Era o mesmo. Imediatamente comprei o livro e comecei a olhar com expectativa para o momento em que o leria, para posteriormente tirar o velho VHS da estante e dar uso ao cada vez mais raramente utilizado leitor deste formato que ainda preservo com carinho.

"‘The Citadel’ o livro é uma obra que todos os médicos e estudantes de medicina, ainda hoje, deveriam ler. E ‘The Citadel’ o filme, não obstantes as condicionantes argumentais da era em que foi feito, que o impedem de atingir o impacto que o livro tem, consegue mesmo assim ser uma das melhores obras cinematográficas de sempre a retratar o drama da profissão médica."

Pois bem, um ano passou, e foi apenas recentemente que finalmente li o livro. A escrita não era a mais rica nem a mais trabalhada, mas todo o poder que me recordava que a história do filme continha estava, obviamente, presente. E de facto, uma pesquisa rápida diz-nos que o livro de Cronin, ele próprio um médico, teve um enorme impacto aquando da sua publicação em 1937. Ao denunciar abertamente a falta de ética médica no Reino Unido, o livro teve uma forte influência na opinião pública, e foi um dos grandes dinamizadores para a criação do sistema nacional de saúde neste país na década seguinte.

Na realidade era essa mesma memória – a história definitiva sobre a profissão médica – que tinha do filme. Quando se fala de filmes clássicos associado a uma profissão ‘popular’ é comum mencionar-se ‘The Fountainhead’ (1949) e arquitectos. Mas eu sempre achei que ‘The Citadel’ era um retrato muito mais poderoso da profissão médica do que aquele que ‘The Fountainhead’ apresenta relativamente aos arquitectos (mas visto que sou Engenheiro, é um comentário suspeito). Contudo, nas raras vezes que falei deste filme a alguém deparei-me sempre com o desconhecimento. ‘The Fountainhead’ todos conhecem. ‘The Citadel’ não, embora, curiosamente, seja do mesmo realizador.

Para testar este ponto, decidi fazer agora uma pesquisa na internet sobre os grandes filmes retratando a profissão médica. Vi as dez ou quinze primeiras listas que me apareceram no Google. Todas referem ‘Awakenings’ (1990), ‘One Flew Over the Cucko’s Nest’ (1975) ou ‘The Hospital’ (1971). Mas não há uma única que refere ‘The Citadel’, o que é absolutamente inacreditável. Talvez a explicação seja simples: é um filme antigo e há muitos “cinéfilos” que têm um total desconhecimento de tudo pré 1980. Mas não devia ser assim. Não devia porque ‘The Citadel’ o livro é uma obra que todos os médicos e estudantes de medicina, ainda hoje, deveriam ler. E ‘The Citadel’ o filme, não obstantes as condicionantes argumentais da era em que foi feito, que o impedem de atingir o impacto que o livro tem, consegue mesmo assim ser uma das melhores obras cinematográficas de sempre a retratar o drama da profissão médica. Pessoalmente, neste momento, só consigo pensar em ‘Akahige’ (1965) de Kurosawa como sendo mais acutilante e bem executado.

"Fica a sensação, para quem conhece a história, que o filme não irá ser tão incisivo quanto o livro. E não é. A fábrica de sonhos de Hollywood podia esticar a corda algumas vezes, mas nunca a quebrava (...) Mas isso não significa que o filme não seja uma grande obra. É. Mas agora que já li o livro tenho algum pesar que não se tenha arriscado ainda mais, em termos de conteúdo"

Feito pela subsidiária inglesa da MGM no pico da idade de ouro do sistema de estúdios, ‘The Citadel’ é realizado por King Vidor. Obras memoráveis suas da era do mudo incluem ‘The Big Parade’ (1925), ‘The Crowd’ (1928) ou ‘Show People’ (1928), e mais tarde na sua carreira faria ‘Duel in the Sun’ (1946), ‘The Fountainhead’ ou ‘War and Peace’ (1956). Na década de 1930 havia realizado por exemplo ‘The Champ’ (1931), que dera a Wallace Beery o Óscar de Melhor Actor, e ‘Stella Dallas’ (1937) que contém uma mítica interpretação de Barbara Stanwyck. O que é comum a todas estas obras é a capacidade que Vidor tinha de mostrar o íntimo no meio do épico, as pessoas anónimas a lutar pelas suas causas, e a forma exímia como retirava dos seus actores principais incríveis e sentidas interpretações. Em ‘The Citadel’, feito logo a seguir a ‘Stella Dallas’, Vidor faz precisamente isso; conta uma íntima história de luta pessoal, com enormes dimensões sociais, num filme centrado num herói anónimo poderosamente interpretado (embora com incrível naturalidade) por Robert Donat.

Um dos meus actores preferidos, Donat fez apenas 20 filmes na sua curta carreira cinematográfica atormentada por problemas que saúde que eventualmente levariam à sua morte prematura em 1958. Nele confluíam uma série de traços de personalidade que tornavam o seu apelo extremamente carismático. Podia ser charmoso e aventureiro, como o foi em ‘The Count of Monte Cristo’ (1934) ou ‘The 39 Steps’ (1935) para Hitchcock, mas também podia ser humilde e sentido, sem perder as qualidades anteriores, e retratar com universalidade o homem comum. O pico da sua carreira chegaria no final desta mesma década. Em 1939 “roubou” o Óscar de Melhor Actor àquele que parecia ser o vencedor mais que garantido (Clark Gable em ‘Gone with the Wind’), com a sua magistral interpretação em ‘Goodbye, Mr. Chips’ – para mim o Óscar de actuação mais justo da história da cerimónia. Mas já no ano anterior Donat também havia sido nomeado pela sua interpretação de Andrew em ‘The Citadel’.

Logo nos primeiros instantes, um texto introdutório salienta que esta é uma história de personagens e personalidades e que não pretende manchar de forma alguma a honrosa profissão médica. Só não é uma total machadada em A.J. Cronin porque no livro também prevalece este sentimento de que a luta da profissão é contra a mentalidade retrógrada de alguns indivíduos que controlam o “sistema”, e não contra o próprio “sistema” em si. Contudo, ao introduzir-se desta maneira, fica a sensação, para quem conhece a história, que o filme não irá ser tão incisivo quanto o livro. E não é. A fábrica de sonhos de Hollywood podia esticar a corda algumas vezes, mas nunca a quebrava. Afinal, o cinema era um negócio e o código de produção tinha directivas bastante restritivas. Mas isso não significa que o filme não seja uma grande obra. É. Mas agora que já li o livro tenho algum pesar que não se tenha arriscado ainda mais, em termos de conteúdo, nesta versão cinematográfica.

"O filme consegue, através destes quadros simples mas muito bem construídos, pintar credivelmente a transição emocional de Andrew. (...) Da mesma forma, é bem-sucedido a descrever o status quo do “sistema”, optando por uma abordagem realista, desprovida de grandes melodramatismos (...) A única coisa que se pode criticar, realmente, é que o tom nunca chega a ser demasiado profundo ou depressivo, como é no livro."

Quando o filme se inicia, Andrew é um jovem médico recém-licenciado que viaja de comboio para o País de Gales rural rumo ao seu primeiro emprego. Da janela da sua carruagem vê a paisagem cravejada de pobres cidades mineiras. Os esquecidos trabalhadores e respectivas famílias, que vivem em condições deploráveis, serão os seus primeiros clientes. Mas isso não detém o tranquilo e esperançado Andrew, ansioso por pôr mãos à obra e de usar o seu conhecimento para melhorar a vida destas gentes. Não será, contudo, um percurso fácil.

Quase imediatamente, Andrew apercebe-se de várias coisas. Primeiro, que o médico de quem supostamente iria ser assistente está acamado há vários anos. É a mulher dele que, para não perder o salário do marido, contrata estes assistentes para fazer o trabalho todo, explorando-os e pagando-lhes apenas uma parca percentagem dos lucros. Segundo, que esta pequena sociedade está cheia de noções retrógradas e por vezes supersticiosas sobre a prática da medicina. Andrew nota a tosse crescente dos trabalhadores da mina e suspeita que a natureza do trabalho causa a tuberculose, mas os trabalhadores recusam os seus novos métodos de tratamento, preferindo os bons velhos placebos que os outros médicos não se importam de lhes dar. E terceiro, que as autoridades estão pouco preocupadas com as condições deploráveis do sistema de esgotos deste remoto local, e com as más práticas dos médicos vigentes.

Inicialmente cheio de fé, e ganhando inclusive o respeito de muitos moradores quando, graças à sua dedicação, consegue algumas curas “milagrosas” (como quando salva um recém-nascido que parecia morto), Andrew vai lentamente ficar cada vez mais revoltado contra o “sistema” que se instalou nesta pequena comunidade. Só outro assistente, Denny (um excelente Ralph Richardson), um homem que há muito desistiu de lutar e que se refugia no sarcasmo e no álcool; e mais tarde Christine (uma dedicada Rosalind Russell), a professora de liceu com uma forte personalidade por quem se irá apaixonar, estarão do seu lado. Mas apesar de tudo o que faz por esta pequena vila, Andrew nunca conseguirá vencer o dogmatismo enraizado. Por isso parte, com Christine, agora sua esposa, a seu lado.

"Esta, chamemos-lhe, condicionante, vai afectar os eventos do ultimo acto, o único local em que a história do filme irá afastar-se da do livro. Mas só me apercebi que o filme podia ter ido muito mais além depois de saber o final original do livro. Isto pode parecer uma constatação algo desapontante, mas realmente acaba por ser mais um ponto a favor desta obra, já que prova que conseguiu condensar e alterar eventos, mas manter a sua integridade."

O filme segue Andrew e Christine enquanto tentam singrar, primeiro noutra comunidade mineira e depois em Londres. No primeiro local, Andrew começa a investigar a relação da tuberculose com o trabalho nas minas, mas apesar da sua pesquisa despertar o interesse de alguns importantes investigadores, nunca consegue ter a aceitação da população que praticamente o expulsa. Em Londres, Andrew vai ter muita dificuldade em arranjar clientela e manter o seu próprio consultório, ficando perto da pobreza extrema.

Até ter lido o livro nunca me tinha apercebido que o filme é um pouco espasmódico na forma como vai transitando por cada um destes locais. E nunca me tinha apercebido porque o filme consegue, através destes quadros simples mas muito bem construídos, pintar credivelmente a transição emocional de Andrew, da sua esperança inicial ao desespero e perda de fé. Da mesma forma, é bem-sucedido a descrever o status quo do “sistema”, optando por uma abordagem realista, desprovida de grandes melodramatismos (condição sine qua non dos filmes socias modernos). No livro, Andrew faz várias paragens até chegar à sua clínica em Londres, e em cada cidade acontecem mais eventos que o filme, por necessidades temporais, descarta. Mas a grande constatação é que não perde o seu fio condutor por causa disso, e o ambiente das cenas mantém-se sempre extremamente fiel às descrições do livro. A única coisa que se pode criticar, realmente, é que o tom nunca chega a ser demasiado profundo ou depressivo, como é no livro. É sempre a típica versão mais “soft” de Hollywood, muito embora este filme tenha tido, para a altura, uma grande ousadia temática e emocional.

Esta, chamemos-lhe, condicionante, vai afectar os eventos do ultimo acto, o único local em que a história do filme irá afastar-se da do livro. Mais uma vez, só me apercebi que o filme podia ter ido muito mais além depois de saber o final original do livro. Isto pode parecer uma constatação algo desapontante, mas realmente acaba por ser mais um ponto a favor desta obra, já que prova que conseguiu condensar e alterar eventos, mas manter a sua integridade.

Quando está no pico do desespero, Andrew tem dois golpes de sorte. Primeiro é chamado para tratar uma socialite, uma das herdeiras mais rica de Inglaterra, que se torna a sua porta de entrada para uma esfera completamente diferente de clientes. Segundo, Andrew encontra um velho colega de faculdade, o snob Dr. Lawford (o típico papel que o grande Rex Harrison fazia na década de 1930), que o ajuda a entrar no “esquema” dos médicos prestigiados de Londres. Farto de anos de luta infrutífera, Andrew cede, e passa para um mundo onde a medicina se torna pouco mais que uma forma de snobismo, onde curar é cobrar excessivamente a viúvas ricas hipocondríacas e desconsiderar todos aqueles que não têm dinheiro para pagar honorários exorbitantes.

"Claro que o filme acaba por seguir a formula esperançosa dos dramas de Hollywood, mas quando uma obra é assim tão bem escrita, bem actuada e bem realizada nunca nos importamos muito. Apesar de todas as lutas, de todo o sofrimento (que é mais sentido nas entrelinhas do que mostrado), o filme constrói-se com segurança e é por isso que a nota final de fé é justificada e não apenas “um final de Hollywood”"

Mas a escalada social de Andrew terá como consequência o alheamento da sua mulher e de Denny, que entretanto regressou a Londres para tentar abrir uma clinica honesta de assistência aos pobres. Será preciso uma grande tragédia pessoal, na morte de uma pessoa próxima, a doença de uma amiga e um abrir de olhos para as fracas capacidades médicas dos seus “novos” amigos da alta sociedade, para Andrew se regenerar. Num discurso emotivo num tribunal no final do filme, Andrew irá defender os valores íntegros da sua profissão (tal como Gary Cooper faria no final de ‘The Fountainhead’) e voltar a abraçar os seus velhos ideais.

A grande diferença do filme em relação ao livro está na identidade da pessoa que, através da sua morte, fomentará a catarse de Andrew. Aliás, no livro há duas pessoas que falecem; uma personagem secundária às mãos de um médico incompetente, e uma personagem principal numa tragédia fortuita pouco depois. No filme, estes dois eventos são unidos, e será uma outra personagem principal (não a mesma do livro) a morrer na sala de operações por negligencia médica. É obvio que quem conhece o livro ficará algo incomodado com a troca, mas ao mesmo tempo é algo que se entende perfeitamente. De novo, o filme perde em intensidade dramática (esta morte no livro é um evento fortíssimo), mas na realidade não perde no poder da sua mensagem. Percebe-se a troca de personagens por forma a garantir que os valores (cinematográficos) da década sejam mantidos, e que a integridade de Andrew chegue ao final do filme sem uma sombra de ambiguidade.

Tudo somado, ‘The Citadel’ é um grande filme. No ano de ‘You Can't Take It with You’ e ‘Boys Town’, o filme não venceu nenhuma das suas quatro nomeações ao Óscar (Filme, Actor, Realizador e Argumento), mas isso não lhe tira o mérito. Claro que o filme acaba por seguir a formula esperançosa dos dramas de Hollywood, mas quando uma obra é assim tão bem escrita, bem actuada e bem realizada nunca nos importamos muito. Apesar de todas as lutas, de todo o sofrimento (que é mais sentido nas entrelinhas do que mostrado), o filme constrói-se com segurança e é por isso que a nota final de fé é justificada e não apenas “um final de Hollywood”.


"O filme faz precisamente aquilo que prometeu nas letras iniciais: é realmente uma história de personagens. (...) O filme é claramente uma alegoria (...) mas o que o distingue é que não se importou de sujar as mãos quando foi preciso, e o bem construído drama da sua personagem central está sempre em primeiro plano. (...) São a força de Donat e a sóbria e eficaz realização de Vidor que sustêm o filme, não o seu tema."

De facto, o filme faz precisamente aquilo que prometeu nas letras iniciais: é realmente uma história de personagens. O Andrew de Donat é uma personagem muito bem concebida e o seu arco é credível e inspirador. O filme condensa a sua odisseia e portanto não há a lenta gradação emocional que o livro contém, mas a decisão sobre que que cenas manter e que cenas eliminar foi muito inteligente. Quem não conhece o livro nem notará que tais saltos existem. O filme é claramente uma alegoria, e talvez por isso não nos devemos cingir aos eventos, ou seja, à sucessão de azares e tragédias que levam à queda e catarse de Andrew, que obviamente acontecem para dar drama à história, embora nunca sejam, nem aqui nem no livro, dados de forma gratuita. Devemos sim, em vez disso, focar-nos no significado dos eventos e reflectir sobre as suas interpretações emocionais e sociais. Mesmo assim não é isso que perdura, e é talvez por isso que esta obra é tão intemporal.

Claro que o filme tem uma forte mensagem. Claro que o filme é um hino à profissão médica. E claro que tudo está cuidadosamente montado para que aquele discurso final seja o mais inspirador possível. Muita gente detesta esta forma “limpinha” que a Hollywood clássica tinha de contar histórias. Mas o que distingue ‘The Citadel’ é que não se importou de sujar as mãos quando foi preciso, e o bem construído drama da sua personagem central está sempre em primeiro plano. Podemos criticar não ser tão incisivo como é o livro, talvez por medo de ferir susceptibilidades. Mas devemos louvar nunca pôr a mensagem à frente da sua personagem principal. São a força de Donat e a sóbria e eficaz realização de Vidor que sustêm o filme, não o seu tema. E são esses elementos que criam o apelo humano que atravessa gerações, que tornam o filme tão actual hoje como foi há 79 anos. E por isso é que comecei por dizer que todos os médicos ou estudantes de medicina o deviam ver.

Pessoalmente, agora destruí um bocadinho aquela memória imaculada sobre o filme que havia sustido da adolescência até hoje. O livro é, de facto, melhor; mais profundo, mais dedicado. Mas o filme tem o poder de permanecer. Fica connosco. Não conta só uma grande história. Conta-a bem. E se se pode argumentar que é um daqueles filmes que só a fábrica de sonhos de Hollywood conseguiria produzir… bem, eu respondo: “Oh!, como era excelente quando o faziam desta maneira!”.

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Quem escreve

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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