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Wise Guys

Ano: 1986

Realizador: Brian De Palma

Actores principais: Danny DeVito, Joe Piscopo, Harvey Keitel

Duração: 100 min

Crítica: Como já escrevi nestas páginas, o meu filme preferido de Brian De Palma é ‘Carlito’s Way’ (1993), um soberbo drama de gangsters, um intenso e emotivo poema visual com acutilantes interpretações de Al Pacino e Sean Penn. Mas em segundo lugar, para mim sempre esteve a sua totalmente esquecida comédia de gangsters de 1986: ‘Wise Guys’ (em português ‘Os Espertalhões’). Um filme completamente “fora”, em termos de género, na filmografia de De Palma, feito entre os muito mais famosos ‘Scarface’ (1983) e ‘Body Double’ (1984) de um lado; e ‘The Untouchables’ (1987) e ‘Casualties of War’ (1989) do outro, ‘Wise Guys’ é uma delicia. É um filme modesto, por certo, sem qualquer pretensão artística, mas não deixa de ser uma comédia simpática e divertida, que brinca na perfeição com os estereótipos do género. Para além disso, ganha imenso com a dinâmica interpretação central de Danny DeVito, então no pico da sua forma cómica, que dá ao filme um ritmo completamente viciante. Isto é, para quem aprecia este género de humor.

Eu vi o filme pela primeira vez muito novo, na pré-adolescência, porque era um dos filmes do repertório do canal TCM – Turner Classic Movies; o local onde descobri verdadeiramente o cinema, em serões despreocupados no meu quarto com a minha pequena televisão. Para mim nem foi tanto uma questão de o descobrir, e duvido muito que fizesse ideia de que o filme era de Brian De Palma (ou se sequer sabia quem era De Palma). O filme simplesmente estava lá, pronto para ser visto, e sempre que passava eu ficava a vê-lo. Desde os primeiros minutos da primeira visualização o filme embrenhou-me na sua teia cómica. O seu começo forte, frenético e engraçado captou-me e não mais me largou até ao final. E esta semana, quando me apeteceu vê-lo outra vez, talvez uma década desde a última de muitas visualizações do VHS na adolescência, descobri que o filme não perdeu uma pinga da sua energia, da sua dinâmica, da sua divertida essência.

"‘Wise Guys’ é uma delicia. É um filme modesto, por certo, sem qualquer pretensão artística, mas não deixa de ser uma comédia simpática e divertida, que brinca na perfeição com os estereótipos do género. Para além disso, ganha imenso com a dinâmica interpretação central de Danny DeVito, então no pico da sua forma cómica, que dá ao filme um ritmo completamente viciante"

Por esses motivos, sempre me espantei pela má recepção que este filme teve e o total desconhecimento que ainda hoje existe entre os cinéfilos. Quando critiquei nestas páginas o até hoje último filme de De Palma, ‘Passion’ (2012), lamentei a inconstância da aceitação crítica, ao longo da sua carreira, deste grande realizador que começou catalogado como um mini-Hitchcock com primeiros sucessos como ‘Sisters’ (1973) ou ‘Carrie’ (1976), e que depois deu ao mundo ‘Scarface’ (1983), ‘The Untouchables’ (1987), e já num estilo mais comercial nos anos 1990, ‘Mission: Impossible’ (1996) ou ‘Snake Eyes’ (1998). A antítese é notória. O poster de ‘Scarface’, por exemplo, está em milhares de paredes de quartos por todo o mundo, embora, pelo menos para mim, esteja bem longe de ser o seu melhor filme (‘Carlito’s Way’ mete-o num bolso). Enquanto isso, outras interessantes e bem-intencionadas obras como o filme de guerra ‘Casualities of War’ (1989) ou a sátira ‘The Bonfire of the Vanities’ (1990) foram famosos fiascos de bilheteira. E os seus dois últimos filmes, ‘Redacted‘ (2007)‘Passion’ (2012), produzidos já fora da alçada dos grande estúdios, apareceram e desapareceram sem grande atenção crítica e mediática.

Mas o caso de ‘Wise Guys’ é ainda mais obscuro e, na minha perspectiva, ainda mais escandaloso. Apesar de ter surgido após dois grandes sucessos para De Palma (‘Scarface’ e ‘Body Double’) o filme nem sequer dentro do próprio estúdio, a MGM, teve apoio. Anos mais tarde, De Palma revelou que a produção do filme foi aprovada por uma administração, mas quando começou a ser filmado, a nova administração não era da mesma opinião e o realizador teve de terminar o filme num clima tenso e pouco amistoso. Só o fez, diz, para trabalhar com DeVito, mas se soubesse o que sabe hoje teria simplesmente abandonado a produção. De acordo com o imdb, as coisas ainda mais pioraram quando Billy Wilder, o mítico realizador de comédias satíricas, viu o filme numa sessão privada a pedido do estúdio e detestou-o.

Eu não sou o génio que Billy Wilder foi, mas sinceramente não consigo perceber o motivo de tanta animosidade. ‘Wise Guys’ nunca iria ganhar um Óscar e a sua história é simples, mas tem um excelente ritmo cómico. Talvez tenha sido a mudança abrupta de tom no cinema de De Palma que não caiu bem no estúdio e nos críticos. Mas após ‘Scarface’, não merecia De Palma um momento de relaxamento, trabalhando num filme despreocupado e divertido? Contudo, acho que o motivo principal é outro. O filme parece-me fora de tempo (ou à frente do seu tempo), por ter um humor simpático e universal, e não o humor extremamente datado, parvo e inconveniente que caracterizava as comédias dos anos 1980.

"O filme parece-me fora de tempo (ou à frente do seu tempo), por ter um humor simpático e universal, e não o humor extremamente datado, parvo e inconveniente que caracterizava as comédias dos anos 1980 (...) Sobreviveu ao teste do tempo e estou seguro que qualquer cinéfilo que o veja hoje, simplesmente o veja, sem qualquer tipo de condicionamento prévio, irá desfrutar da sua simplicidade cómica num serão descontraído"

Se isso faz com que hoje ‘Wise Guys’ tenha amadurecido muito melhor que outras comédias muito mais populares dessa década, a verdade é que na altura era uma clara desvantagem. A má aceitação do filme dentro do estúdio e a má publicidade que daí adveio praticamente matou as suas hipóteses de ter uma grande distribuição. Basicamente, ninguém viu o filme. ‘Wise Guys’ fez uns patéticos 8 milhões de dólares na bilheteira americana e, como consequência, praticamente não foi lançado em nenhum mercado internacional. Em Inglaterra, tal como em Portugal e muitos outros países, não passou pelos cinemas e foi directo-para-VHS. ‘Wise Guys’ foi atirado para debaixo do tapete e foi completamente esquecido. E com ‘The Untouchables’ a sair logo no ano seguinte e a ser um grande sucesso, foi como se De Palma nunca o tivesse feito.

Mas a questão é que o fez. E contra tudo o que possa parecer, fê-lo bem. Fê-lo muito bem. Até ontem, até poderia admitir que estava a ser vítima de uma memória nostálgica e deturpada, por ter visto o filme tão novo e tão cinematograficamente virgem, e por ter aprendido a amá-lo nos despreocupados anos 1990. Mas hoje já não. Hoje tenho a certeza que o filme foi mais vítima de circunstâncias do que propriamente falta de qualidade. Sobreviveu ao teste do tempo e estou seguro que qualquer cinéfilo que o veja hoje, simplesmente o veja, sem qualquer tipo de condicionamento prévio, irá desfrutar da sua simplicidade cómica num serão descontraído, tal como eu já o desfrutei muitas vezes. Ontem foi apenas mais uma delas, em que reencontrei um velho prazer, tão fresco quanto foi há duas décadas quando o vi pela primeira vez.

O genérico inicial, com muitas letras saltitantes e uma valsa divertida (o viciante tema do filme da autoria de Ira Newborn, o compositor dos filmes de adolescente de John Hughes), imediatamente nos enquadram no tom que o filme sempre irá manter. Depois somos apresentados aos vizinhos e melhores amigos Harry e Moe. Harry (um sublime Danny DeVito no mesmo ano de ‘Ruthless People’, outra memorável comédia), é um espelho do tipo de personagem que DeVito dominava como ninguém. É um pequeno aldrabãozote (ao contrário de outros realizadores, De Palma nunca esconde os 1,47 metros de altura de DeVito) que tem muita lábia e grandes planos, que geralmente tomam a forma de um esquema que nunca resulta. Claro que nunca é retratado num mau sentido; sentimos sempre simpatia pela sua mini-asquerosidade. Já Moe (Joe Piscopo, um allumini do ‘Saturday Night Live’ numa das suas primeiras transições para o grande ecrã) é uma personagem muito mais nervosa e crédula, o contraponto que se deixa sempre convencer pelos esquemas mirabolantes do amigo. 

"A primeira coisa que notamos é a grande dinâmica entre os dois [DeVito e Piscopo]. De Palma explora na perfeição o seu potencial cómico (...) ao fazê-los falar muitas vezes um por cima do outro e dando-lhes rédea livre para entrarem em espirais de cómicas discussões. É DeVito que melhor aproveita as oportunidades tornando-se o foco de todas as cenas e o dínamo que conduz o filme. (...) Este é sem dúvida um show de DeVito."

A primeira coisa que notamos é a grande dinâmica entre os dois. De Palma explora na perfeição o potencial cómico entre o italiano baixinho e convencido, e o judeu alto e influenciável, ao fazê-los falar muitas vezes um por cima do outro e dando-lhes rédea livre para entrarem em espirais de cómicas discussões. É DeVito que melhor aproveita as oportunidades tornando-se o foco de todas as cenas e o dínamo que conduz o filme. É viciante ficar a vê-lo a monologar e a convencer o amigo de mais um esquema. Por esses motivos, Piscopo está necessariamente mais apagado. Este é sem dúvida um show de DeVito. Por mim, estou perfeitamente OK com isso.

Harry e Moe são uns pequenos mafiosos. Ou melhor, não são bem mafiosos, embora trabalhem para um; um dos chefes da Mafia de Newark, o Sr. Castelo (Dan Hedaya). Enquanto outros fazem um tipo de trabalho sujo para o patrão, Harry e Moe fazem outro: tratam da sua lavandaria, fazem-lhe as compras de supermercado, e basicamente são pau para toda a obra. Em duas cenas engraçadas, e que são artificialmente exageradas em termos visuais para ainda mais salientar a veia cómica da obra (um exagero talvez desnecessário), Moe é forçado a testar o novo casaco à prova de bala do patrão e Harry a ligar a ignição do carro que poderá conter uma bomba. Se morrerem, ninguém quer saber. O filme diverte-se com isto e o espectador também, o que mais exacerba a simpatia que sentimos pela vida destes “falhados”.

Mas um belo dia chega a sua grande oportunidade. O patrão dá-lhes 10 mil dólares para apostarem num determinado cavalo na corrida dessa tarde. Mas Harry, um jogador compulsivo, convence o amigo a apostarem aquele dinheiro num cavalo diferente. Ele está convencido que o cavalo do patrão perderá, portanto se apostarem noutro podem ficar com os lucros todos para si sem que ninguém o saiba. A cena em que Harry convence Moe é DeVito no seu melhor. Ninguém fazia de simpático aldrabão como ele. Mas, como seria de esperar, num final de corrida dramático é o cavalo do patrão que, contra todas as probabilidades, acaba mesmo por vencer. Harry e Moe ficam com nada, quando deveriam sair da pista com 250 mil dólares. Sabem que agora a vida deles não vale um centavo.

"Agora, isto deveria originar grandes sequências de comédia de enganos, mas estranhamente não origina. Nesse sentido, o filme acaba por ser um pouco decepcionante, e tenho algumas dúvidas que tenha escolhido seguir a linha argumental mais eficaz (...) [Mesmo assim] ruma a um final com alguns twists surpreendentes, um inesperado momento dramático, e um desfecho fácil (...) como só um filme dos anos 1980 poderia ter."

Mas em vez de os matar imediatamente, o Sr. Castelo fica tão espantado com a devoção que Harry e Moe demonstram um pelo outro sob tortura, que decide fazer uma pequena experiência social para se divertir. Diz a cada um deles que o perdoará se matar o outro. Agora, isto deveria originar grandes sequências de comédia de enganos, mas estranhamente não origina. Nesse sentido, realmente, o filme acaba por ser um pouco decepcionante, e tenho algumas dúvidas que tenha escolhido seguir a linha argumental mais eficaz. De facto, o filme explora tão pouco essa faceta que o próprio Harry e Moe parecem esquecer-se que se têm de matar um ao outro, a não ser mais à frente quando convém ao filme. Em vez disso, e porque estão a ser perseguidos por um capanga extremamente balofo que os quer matar, (como De Palma adora capangas balofos!) chamado Frank the Fixer (interpretado com gusto pelo ex-westler Lou Albano no seu primeiro filme), Harry e Moe decidem fugir para Atlantic City. E têm mais um pedaço de sorte: conseguem fugir no luxuoso carro do próprio Frank the Fixer, que tem o seu cartão de crédito no porta-luvas.

A acção muda-se então para Atlantic City, onde Harry e Moe instalam-se no Hotel de outro mafioso seu conhecido, Bobby DiLea (uma interpretação rotineira de Harvey Keitel). O objectivo dos dois amigos é ir falar com o tio de Harry, um poderoso ex-mafioso agora reformado, para ele os safar. Mas como têm o cartão de crédito do Fixer, decidem viver uns dias à grande e à francesa no Hotel, gastando luxuosamente como se não houvesse amanhã. A sucessão de cenas é extremamente divertida (das melhores do filme), com um memorável recorrente one-liner que seria famoso fosse este filme mais conhecido, e que eu adorava repetir na minha pré-adolescência: “Thank you, Mr. Acavano!” (é preciso ver o filme para perceber porque é que esta frase tem piada!).

Mas claro que este idílico interlúdio não vai durar muito tempo porque eles chamam demasiado a atenção para si próprios. Os mafiosos seguem-lhes o rasto até Atlantic City e depois Harry e Moe vão descobrir que o tio de Harry, por motivos muito fortes, não vai estar numa posição para os ajudar. E podem haver traições à espreita mais perto do que imaginam. Daqui o filme rapidamente ruma ao final onde Moe e Harry vão tentar desenvencilhar-se do imbróglio onde se meteram; um final que tem algumas mini-perseguições de gangsters, alguns twists surpreendentes (mesmo!), um inesperado momento dramático, e um desfecho estranhamente fácil (e de certo modo mal explicado) como só um filme dos anos 1980 poderia ter. E por todo este percurso, a comédia vai saindo naturalmente e DeVito não abranda um único segundo. Irão Moe e Harry manter-se fiéis à sua natureza e a eles próprios, e encontrar finalmente o seu lugar ao Sol?

"‘Wise Guys’ não é de partir o coco a rir, nem é muito sólido em termos argumentais, nem tem uma realização que fica na retina. Mas o filme tem algo que faltava a muitas comédias por esta altura: carácter. Pode não ter a segurança de uma grande produção com um grande argumento mas tem uma grande segurança no seu próprio nicho, o da comédia “familiar” de gangsters. É um filme que sabe o que quer e que não precisa de descer baixo para o obter"

Sinceramente, estou-me a marimbar que ‘Wise Guys’ tenha sido um fiasco crítico e de bilheteira. Claro que as minhas circunstâncias são especiais; é uma comédia que eu aprendi a amar quando nem 15 anos de idade tinha, portanto é natural que lhe tenha um carinho especial que não esmoreceu com a idade. Mas como repeti já várias vezes ao longo deste texto não é só isso. ‘Wise Guys’ não é de partir o coco a rir, nem é muito sólido em termos argumentais, nem tem uma realização que fica na retina. Mas o filme tem algo que faltava a muitas comédias por esta altura: carácter. Pode não ter a segurança de uma grande produção com um grande argumento mas tem uma grande segurança no seu próprio nicho, o da comédia “familiar” de gangsters. É um filme que sabe o que quer e que não precisa de descer baixo para o obter, como outras comédias da década o fizeram, de ‘Police Academy’ (1986) a ‘The Naked Gin’ (1988).

‘Wise Guys’ podia ter muitas mais épicas sequências de comédia, que “partissem tudo” e atacassem todas as convenções do género. Podia ter um miolo argumental muito mais bem trabalhado (especialmente explorando a comédia de enganos) e um clímax muito mais ambicioso (apesar do clímax existente ter uma curva inesperada que apanhará o espectador de surpresa). Mas isso seria ir contra o micro-cosmos de surrealismo cómico em que existe e que De Palma, tão conhecedor do género gangster, propositadamente terá criado. O filme pretende ser directo, divertido e dinâmico. E é isso precisamente o que é, com uma simplicidade enganadora e um inesperado toque de nostalgia.

"O filme pretende ser directo, divertido e dinâmico. E é isso precisamente o que é, com uma simplicidade enganadora e um inesperado toque de nostalgia. (...) As piadas são simples mas nunca simplórias. Harry e Moe são duas personagens extremamente apelativas (...) Os vilões são caricatos mas nunca em demasia (...) A banda sonora é divertida. E o filme desenrola-se todo a um ritmo fácil; facilmente é absorvido, facilmente perdura."

No final, tal como outrora, fiquei saciado com uma hora e meia bem passada à frente da televisão. As piadas são simples mas nunca simplórias. Harry e Moe são duas personagens extremamente apelativas, muito graças à sua dualidade (especialmente Harry) – afinal são mini-gangsters com um bom coração –  e portanto torcemos por eles até ao fim. Danny DeVito é rei e senhor de todas as cenas em que entra num maravilhoso estilo de simpática mesquinhes.  Os vilões são caricatos mas nunca em demasia, e portanto não se perdem no estereótipo. A banda sonora é divertida. E o filme desenrola-se todo a um ritmo fácil; facilmente é absorvido, facilmente perdura. Talvez ‘Wise Guys’ não seja propriamente arte. Talvez seja demasiado “anos oitenta”, onde nada realmente é ponderado e a fachada ganha sempre a batalha contra a essência. Mas a verdade é que consegue transcender a sua pequena hora e meia quando mais tarde nos lembramos de uma piada ou outra, e sorrimos. As grandes comédias também se fazem disso, desse sorriso a posteriori; e ‘Wise Guys’, digam o que disserem, é uma grande comédia para mim. Basta agora que o veja, caro leitor, e tire as teimas por si próprio.

Por fim, resta dizer que ‘Wise Guys’ teve uma influência directa num filme muito mais bem-amado e popular. Quando em 1990 Martin Scorsese adaptou o livro “Wiseguy” de Nicholas Pileggi, o estúdio evitou dar ao filme o mesmo nome do livro, para que não houvesse qualquer associação ao fiasco de De Palma. E foi assim que esse filme se passou a chamar ‘Goodfellas’… 

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Quem escreve

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Miguel. Portuense. Nasceu quando era novo e isso só lhe fez bem aos ossos. Agora, com 31 anos, ainda está para as curvas. O primeiro filme que viu no cinema foi A Pequena Sereia, quando tinha 5 anos, o que explica muita coisa. Desde aí, olhou sempre para trás e a história do cinema tornou-se a sua história. Pode ser que um dia consiga fazer disto vida, mas até lá, está aqui para se divertir, e partilhar com o insuspeito leitor aquilo que sente e é, quando vê Cinema.

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